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Colunistas


Desafio é a produtividade

Terça-Feira, 10/04/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Em 2016, 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), foi destinado a estímulos do emprego e produtividade. Ainda de acordo com o Banco Mundial (BIRD), o Brasil tem gasto muito dinheiro com políticas de apoio a empresas que são, em sua maioria, ineficientes, tais como: isenções fiscais, créditos subsidiados e transferências para setores específicos. O número segundo o Banco Mundial é nove vezes superior ao gasto com o Programa Bolsa Família.


A produtividade é um indicador de eficiência técnica que demonstra como as empresas, indústrias (grupos de empresas no mesmo mercado de produtos), setores (grupos de indústrias) ou o país transforma insumos medidos na produção de bens e serviços. As duas medidas de produtividade mais comuns são: a produtividade do trabalho (PT) e a produtividade total dos fatores (PTF). Embora esses dois conceitos sejam relacionados, eles são, de fato, distintos.


No setor automobilístico, o trabalhador brasileiro médio precisa trabalhar mais de cinco vezes o número de horas que um trabalhador canadense médio trabalha a fim de atingir o poder de compra necessário para adquirir um carro de tamanho médio (Toyota Corolla). Esse exemplo simples ilustra o conceito de produtividade. Quando os trabalhadores produzem mais a cada dia de trabalho - ou levam menos tempo para realizar as mesmas tarefas - a empresa fica mais competitiva. Isso é importante porque a empresa poderá baixar os preços, vender mais produtos e contratar mais trabalhadores, e, com o tempo, pagar salários mais altos.


O mesmo trabalhador canadense no setor automobilístico ganha, em média, mais de US$ 19,00 por hora; no Brasil, seu colega ganha pouco mais de US$ 6,00. Porém, a produção na fábrica canadense é maior e mais eficiente, e, em termos de produção por trabalhador, a fábrica brasileira é mais cara. Para compensar essa diferença - mais os custos de infraestrutura e impostos, os markups decorrentes da falta de concorrência e outros elementos do Custo Brasil - um Toyota Corolla vendido no Brasil custa 75 por cento a mais do que no Canadá. Os salários mais altos e os preços mais baixos deixam os trabalhadores canadenses do setor automobilístico em situação mais vantajosa.


No cerne da produtividade baixa e estagnada do Brasil existe um sistema econômico que desincentiva a concorrência e estimula a ineficiência e a alocação inadequada de recursos. As empresas brasileiras operam em um ambiente de custos elevados. Esses custos elevados, frequentemente chamados de Custo Brasil, são resultado de mercados financeiros ineficientes e taxas de juros altas, um sistema de impostos demasiadamente complexo e oneroso, uma infraestrutura nacional inadequada, um conjunto extenso de regras administrativas e outros desafios inerentes a operações em um país federativo com uma miríade de regras distintas em constante mutação.


Esse fenômeno não é recente; ele remonta, de modo geral, à adoção de políticas de industrialização da década de 1930, baseadas na substituição de importações. Muitos defendem o modelo de desenvolvimento liderado pelo Estado brasileiro, que levou ao rápido crescimento observado durante o meio século após a introdução da política de substituição de importações. No entanto, a fase inicial de crescimento para compensar o atraso no Brasil acabou gerando grandes desequilíbrios macroeconômicos, e caracterizou-se pelo aumento da desigualdade (Soares, 2016).


A produtividade pode aumentar drasticamente com a introdução de um novo conjunto de políticas voltadas para abrir os mercados brasileiros à concorrência, reduzir os custos para fazer negócios, eliminar as distorções induzidas pelo governo e canalizar as despesas públicas para o apoio à inovação e aos ganhos de eficiência.


Quando o Brasil integrará as cadeias globais de valor, para se valer das oportunidades de co-aprendizado e tirar proveito de volumes maiores de vendas e ganhar na economia de escala. Em que momento a sociedade brasileira irá questionar seus lideres para essa necessidade?




O futuro do Mercado de Trabalho: estamos preparados?

Terça-Feira, 27/03/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Tomando por base nosso relatório de janeiro de 2017 sobre automação, o mais recente estudo do McKinsey Global Institute, Jobs lost, jobs gained: Workforce transitions in a time of automation, avalia o número e os tipos de empregos que poderão ser criados em diferentes cenários até 2030 e os compara com os postos de trabalho que poderão desaparecer devido à automação. Os resultados revelam um rico mosaico de possíveis transformações ocupacionais nos próximos anos, com implicações importantes nas habilidades e nos salários dos trabalhadores. Nossa principal conclusão é que, embora possa haver trabalho suficiente para manter todos os empregos até 2030 na maioria dos cenários avaliados, as transições serão extremamente desafiadoras – igualando-se ou até mesmo superando a escala das mudanças na agricultura e na manufatura ocorridas no passado.


Anteriormente que cerca de metade das atividades que as pessoas são pagas para realizar em todo o mundo poderiam, em teoria, ser automatizadas usando-se tecnologias já existentes. Pouquíssimas ocupações – menos de 5% – consistem em atividades que podem ser totalmente automatizadas. Entretanto, em cerca de 60% das ocupações, pelo menos um terço das atividades constitutivas podem ser automatizadas, o que implica transformações substanciais no local de trabalho e mudanças para todos os trabalhadores.


Embora a viabilidade técnica da automação seja importante, ela não é o único fator que influenciará o ritmo e a extensão com que essa automação será adotada. Entre outros fatores, há o custo de desenvolver e implantar soluções automatizadas para usos específicos no local de trabalho, a dinâmica do mercado de trabalho (incluindo qualidade e quantidade da mão de obra e os respectivos salários), os benefícios da automação que vão além da substituição da mão de obra, e a aceitação regulatória e social.


O potencial impacto da automação sobre o emprego varia conforme a ocupação e o setor (veja quadro interativo acima). As profissões mais suscetíveis à automação são aquelas que envolvem atividades físicas em ambientes previsíveis, como operar máquinas e preparar refeições rápidas (fast food). Coletar e processar dados são duas outras categorias de atividades que podem ser realizadas de maneira cada vez melhor e mais rápida por máquinas. Isso pode levar à eliminação de grandes quantidades de mão de obra – por exemplo, em originação de crédito imobiliário, assistência jurídica, contabilidade e processamento de transações de back-office.


A automação terá um efeito menor no caso de empregos que envolvem gestão de pessoas, aplicação de expertise e interações sociais, onde as máquinas ainda não conseguem reproduzir a performance humana. De modo geral, o trabalho em ambientes imprevisíveis – como o de jardineiros, encanadores ou cuidadores de crianças e idosos – também sofrerá menos automação até 2030, pois essas atividades são tecnicamente difíceis de automatizar e, muitas vezes, pagam salários relativamente baixos, o que torna a automação uma proposta de negócio menos atraente.


Em 2030, haverá no mínimo 300 milhões de pessoas acima dos 65 anos a mais do que em 2014. À medida que as pessoas envelhecem, seus padrões de gastos mudam, havendo um aumento acentuado das despesas com saúde e serviços pessoais. Em muitos países, isso criará uma nova e significativa demanda por diversas ocupações – médicos, enfermeiros e técnicos de saúde, por exemplo – mas também por assistentes de saúde em domicílio, cuidadores e auxiliares de enfermagem. Estimamos que até 2030 surgirão em todo o mundo entre 50 e 85 milhões de novos empregos na área da saúde e afins, decorrentes do envelhecimento da população.


Todavia, as pessoas terão de descobrir o caminho para chegar até esses novos empregos. Do total de trabalhadores que perderam seus empregos, 75 a 375 milhões talvez precisem mudar de categoria ocupacional e aprender novas habilidades, segundo os cenários de adoção moderada ou rápida da automação. A grande dúvida é se nossas escolas sejam elas públicas ou particulares municipais ou estaduais, as faculdades e universidades, públicas ou privadas, estão abertas e propiciando esse debate. O futuro começa agora, as eleições de 2018, podem ser um bom momento para ouvirmos as propostas para o futuro da educação em nosso país e como iremos conduzir o processo da automação.

 

Fonte: Relatório McKinsey Global Institute novembro 2017




Reforma da previdência

Terça-Feira, 13/03/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Parece inevitável que a reforma da previdência será tema de debate nas eleições de 2018. Quase todos os pré-candidatos a presidência da república em entrevistas, em reuniões atestam a necessidade de reformar a previdência brasileira. No artigo com o título “O Ajuste Inevitável” de julho de 2015, os economistas, Samuel Pessoa, Mansueto Almeida e Marcos Lisboa, abordam a necessidade de um grande ajuste nas contas públicas em face do crescimento das despesas públicas mesmo em períodos de não crescimento econômico.


A carga tributária passou de cerca de 25% do PIB em 1991 para pouco mais de 35% em 2014, enquanto a maior parte dos países emergentes apresenta uma carga abaixo de 30%. Nesse período, a renda real do país cresceu 103%, enquanto a receita de impostos cresceu quase 184%. Isso significa que, nesses 15 anos, o setor público se apropriou de 45% do crescimento da renda nacional para financiar os seus gastos, incluindo os programas de transferência de renda, as despesas com previdência e as demais políticas públicas.


A maior parte do aumento do gasto ocorreu em políticas sociais, como educação e programas de transferência de renda, inclusive aposentadorias para pessoas relativamente jovens, muitas vezes não destinadas aos grupos de menor renda. Esse impressionante aumento dos gastos anuais de quase R$500 bilhões entre 1991 e 2014, porém, não resultou em uma equivalente melhora na qualidade das políticas públicas tradicionais, como saúde e educação, cujos indicadores de resultado permaneceram estáveis na última década. Alguns programas sociais efetivos, como o bolsa família, são relativamente baratos (0,5% do PIB) e pouco relevantes para explicar o aumento do gasto de 9 pontos do PIB desde 1991.


Os gastos com previdência aumentaram em 4,3 pontos percentuais (p.p.) do PIB entre 1991 e 2014, ou 0,19 p.p. por ano nestes 25 anos, sendo particularmente preocupantes pela sua tendência de aumento nas próximas décadas. A aposentadoria média por tempo de contribuição para mulheres ocorre aos 52 anos de idade, e para homens, aos 54 anos, significativamente mais generosa do que a verificada na grande maioria dos países.


O aumento da expectativa de vida implica maior sobrevida para a média da população após a aposentadoria, resultando em maiores gastos públicos, dadas as atuais regras da previdência. Além disso, diversas aposentadorias especiais, como as regras para pensão por viuvez, permitem que grupos ainda mais jovens se aposentem com renda integral, mais uma vez de forma bem distinta da observada na maioria dos demais países. Agravando esse quadro, já há alguns anos terminou o bônus econômico demográfico no Brasil.


O aumento do número de idosos é, pelos próximos anos, ainda compensado pela entrada de jovens no mercado de trabalho. No entanto, os adultos crescem a taxas decrescentes, enquanto os idosos crescem a uma taxa quatro vezes maior do que a dos adultos, dobrando a sua participação na população total nos próximos trinta anos. De acordo com a contagem populacional do IBGE, estima-se que, em 2015, nove trabalhadores ativos (mais de 15 e menos de 65 anos) contribuam para pagar a aposentadoria de uma pessoa com 65 anos ou mais de idade. Em 2040, serão apenas quatro trabalhadores para pagar cada aposentadoria. Cada trabalhador deverá arcar com um ônus crescente com o tempo para viabilizar as regras atuais para a aposentadoria.


Enfim, não existem escolhas fáceis. Desde a Constituição de 1988, onde se fala dos deveres do estado, o estado passou a ser o grande pai da nossa nação, impulsionado pelas vinculações orçamentárias, acreditava-se que vinculando o orçamento seria possível garantir os recursos necessários para pagar a enorme dívida social com o povo brasileiro. A concentração de renda não parou de crescer, micro políticas econômicas não pararam de ser criadas para contemplar os setores escolhidos pelos governos de plantão.


Que o debate da reforma da previdência, seja baseado em concretudes, que os benefícios sejam eliminados, que todos os poderes da república sejam inclusos: executivo, legislativo e judiciário. Esse debate não depende de posições à esquerda ou à direta, desse debate depende o futuro do Brasil.




Vai começar a festa

Terça-Feira, 27/02/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

Assim como acabou a farra das promessas eleitorais fáceis, findou-se também o período do Carnaval. Com isso, a constatação de uma triste realidade: o Brasil está muito diferente do apresentado e propagandeado pelo governo e seus seguidores e mais distante ainda do luxo das fantasias e desfiles apresentados ao grande público. Respondendo a críticas, o cantor e compositor Neguinho da Beija-Flor, da Escola de Samba campeã do carnaval do Rio de Janeiro neste ano, declarou que “se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, estaríamos ainda naquele negócio de arquibancada caindo, desfile terminando duas horas da tarde, cada escola desfilando duas, três horas e a hora que quer. E a coisa se organizou". Em seguida, falou em tom irônico: "Se hoje temos o maior espetáculo audiovisual do planeta, agradeça à contravenção".


A declaração do cantor e compositor, ainda no carnaval de 2015, mesmo que verdadeira, soou como meia verdade aos olhos de boa parte do povo brasileiro. Parcela da população que acredita na ilusão que fantasias luxuosas brotam em árvores, que para ter gasolina barata e ser uma potência energética, basta a Petrobras retirar petróleo do pré-sal, e que, milagres econômicos realmente são possíveis e funcionam muito bem.


Quem arquitetou tais milagres? Quem prometeu que as festas à fantasia nunca acabariam? Quem afirmou que medidas, como o ajuste fiscal proposto, não aconteceriam “nem que a vaca tossisse”? A não é 2018, e a grande campeã do carnaval carioca foi a Beija Flor, com um desfile crítico e contundente sobre a atual situação do Brasil. Não fosse seu patrono o Chefe do Jogo do Bixo no Rio de Janeiro, condenado por formação de quadrilha, teria sido um grande desfile cívico. Porém, ao criticar o sistema político brasileiro, a Beija Flor esqueceu que o dinheiro do seu chefe quadrilheiro é que pagou as fantasias e o título dedicado ao seu patrono. O Carnaval passou e é hora de guardar as fantasias. Mas deveras, o público não esquecesse a grandiosidade de tal desfile.


Enfim, a bateria da escola parou de tocar, o fim da festa chegou e com isso, é hora de voltarmos ao mundo real: aprendemos assim que milagres econômicos não existem, que deslumbrantes fantasias são sim, em sua maioria, propiciadas pela contravenção e que, o sonho de sermos uma potência petrolífera está dando lugar a um escândalo de corrupção como nunca visto na história do Brasil. Sobre a realidade do pós Carnaval, lembro a música de Martinho da Vila, “sonho de rei, de pirata e jardineira, pra tudo se acabar na quarta-feira”. É um banho de realidade.




Enfim, 2018

Terça-Feira, 20/02/2018 às 06:00, por Adriano José da Silva

O ano de 2018 iniciou em primeiro de janeiro, para uma parcela da população brasileira o ano iniciou dia 24 de janeiro com o julgamento e a condenação do ex-presidente Lula, para a maioria dos brasileiros, o ano de fato começa depois do carnaval.
Como sou brasileiro e não desisto nunca, escrevo minha primeira coluna do ano após o carnaval. Pois bem, vamos deixar registrado o que o Relatório Focus prevê para nossa economia; de que maneira a Eurasia Group, posiciona o Brasil no cenário internacional e, do cenário político.


Os analistas do mercado financeiro revisaram para baixo a estimativa para a inflação deste ano, informou o Banco Central nesta quarta-feira (14), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. A pesquisa ouviu mais de 100 instituições financeiras na semana passada.


Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,94% para 3,84%. Foi a segunda queda seguida do indicador.
Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos mantiveram sua estimativa de crescimento estável em 2,70%. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 3%.


Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está neste patamar. Ou seja, o mercado continua estimando manutenção dos juros no resto deste ano.


A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, caiu de R$ 3,40 para R$ 3,39 por dólar.


No cenário internacional, durante o Governo Dilma II e após a ascensão de Temer como Presidente da República observava que o Brasil vinha perdendo espaços no cenário internacional, mas somente ao final de 2017, me detive a ler e a tentar entender o que acontecer para minha surpresa esse meu sentimento não estava equivocado.


Pois bem, o Brasil mergulhado em sua pior crise econômica já vivida e em sua crise política que se arrasta por aproximadamente quatro anos, deixou a política internacional em segundo plano. Fato esse que em seu relatório anual a Eurasia Group é maior consultoria de risco político e econômico do mundo e, em seu relatório anual citou o Brasil de maneira discreta ou quase sem relevância no cenário internacional.


As duas menções referem-se a recuperação econômica porém, sem perspectiva de se chegar a um ponto final da crise política, outro aspecto em que o Brasil foi mencionado se deve as relações comerciais com a China, esse país vem realizando grandes investimentos na américa latina e no Brasil em especial, a dúvida é saber até quando os Estados Unidos irão tolerar que a China invista na América Latina? As respostas saberemos no desenrolar dos debates eleitorais e das posições que os candidatos ou candidatas a presidente se manifestarão.


No campo político, o dono da varejista de vestuário Riachuelo, o ex-deputado Flávio Rocha afirma que “está faltando o candidato óbvio” no Brasil: liberal no discurso econômico e conservador nos costumes. “Não estamos prontos para o fenômeno Macron, precisamos de um Reagan ou uma Thatcher”, disse o empresário ao Valor. “A defesa da livre iniciativa vai consertar o país, mas não vai ganhar eleição. O que ganha eleição são o discurso contra o desarmamento, ideologia de gênero; e defesa da redução da maioridade penal.”


Em nosso país, o que menos as pessoas querem é falar de politica, falar com políticos e muito menos partidos políticos. Estamos a quase dois meses discutindo se a Deputada Cristiane Brasil pode ou não pode assumir o ministério do trabalho, foi impedida pela justiça federal de assumir em um primeiro momento, pelo princípio da moralidade. Enquanto essa discussão ocupa os principais noticiários do país, mas a grande discussão que poderíamos estar fazendo é: Como será o mercado de trabalho no futuro? Estamos preparando as novas gerações e oferecendo treinamento e oportunidades para toda a nossa população? Quando faremos o debate da concentração de renda no Brasil, sem o viés ideológico? Quando cada indivíduo irá assumir a sua responsabilidade, pela condução do país?




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