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Colunistas


Rumos do campo

Quinta-Feira, 20/07/2017 às 07:00, por Celestino Meneghini

O governo Federal percebeu euforicamente que a agropecuária produz, aumenta a renda do país, fomenta a indústria e garante a alimentação para o povo. Sem maior cerimônia fez do fator de produção primária sua bóia de salvação na deriva política. Preocupa mais o rumo afoito na política de incentivo aos ruralistas. Vejam só! Segundo observadores, o censo projetado para este ano sinaliza o rumo do agronegócio. Vai priorizar a informação de carteiras agrícolas e o negócio da compra e venda de produtos, sementes, insumos, enfim, exportação, negócios internacionais. Nisso a intenção apontada é de criar melhores condições aos grandes e intermediários, na relação com os empreendimentos. Os pequenos e médios produtores, especialmente o florescente minifúndio que abastece nossas cidades, ficarão num segundo plano. Está caindo o incentivo à pesquisa de culturas alternativas. Também não é novidade essa política, a partir das facilidades de acesso a generosos créditos aos maiores. Na estratégia de investimentos vem desprotegida a agricultura familiar, onde ocorre maior desrespeito ambiental, diferentemente da monocultura. Aliás, a barganha da bancada ruralista no Congresso, para impedir avanço das denúncias contra Temer, rende rechonchudas benesses de emendas parlamentares e afronta conquistas de preservação ambiental. Com isso, caem as árvores e a motosserras sobem ao pódio. 

Votos de devotos

O Palácio do Jaburu virou visitação dos devotos que juram apego às vantagens urgentes do governo Temer. Parafraseando o Papa Pio XI, aquilo mais se assemelha a um funeral de almas mortas para a consciência política. Enquanto o Presidente admite tudo e contesta a denúncia da PGU como peça de ficção, governa sobre a própria sombra, mas não admite submeter-se a um julgamento. Isso se realmente, autorizado o processo de julgamento pelo Supremo, venha ser reconhecida uma acusação pífia. Então, não seria necessário afrouxar tanto os recursos orçamentários nas ditas emendas aos deputados que assentem à fidelidade de sua inocência. Aliás, o resultado do processo no STF pode ser favorável a Temer. Portanto, arrisca Temer! E serás consagrado perante a opinião pública! Isso, segundo tua própria opinião, e já que nada da acusação é verdade. Simples!

Maia não sorri

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia apresenta semblante severo. Não ri, mas também não chora pelo Temer. Rosto arredondado e pueril sugere ingenuidade e passividade pelas bochechas de “boneca mijona”, mas seus olhos faíscam e brilham quando vê a rampa do Planalto. Se o dia dois de agosto pouco pode mudar para os desejos da oposição, o maior perigo de Temer pode ser seu próprio aliado – Maia!

Saga quatorzeana

Carlos Alberto Romero lançou recentemente sua publicação “96 Anos de Paixão”, sobre a história do G.E.R. 14 de Julho. Inicialmente me detive no encantamento pela apresentação da obra e li rapidamente os textos, mais detido nas legendas, onde pude reconhecer alguns atletas e dirigentes que vi no antigo estádio Celso da Cunha Fiori. Ao completar a primeira leitura voltei ao livro porque senti enorme força de contexto que só um professor, jornalista e primoroso repórter pode conjugar. A publicação é documentário de deliciosas memórias com enorme expressão telúrica. Além das alusões históricas a publicação retoma uma saga de luta pelo time rubro de Passo Fundo com convicção e seriedade. Ao inserir a vindicação patrimonial contra usurpação, faz ressurgir a bandeira da reconquista do patrimônio do 14 de Julho (Vermelhão da Serra), numa reivindicatória de direito e paixão. São muitos aspectos revelados dentre a vida esportiva da cidade, hábitos, costumes, conquistas, cultura e a força educacional no destino de jovens atletas. É o esporte como paixão, mas em todos os capítulos é saliente a demonstração da virtude como força de propulsão do ser humano na vida. O texto e as fotos ganham versão na rivalidade com o E.C. Gaúcho, tornando o vértice da disputa histórica em sublime arte dos cotejos. Parabéns professor Romero pela obra missionária, bandeira e resgate.




A coivara política

Quinta-Feira, 13/07/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

Os focos de incêndio que invadem áreas verdes, devorando preservação às margens de rios que nos alimentam e onde nos dessedentamos, a atmosfera ardente e a fumaça sufocante, em milhares de áreas brasileiras, - assemelham-se ao cenário político. A dinâmica democrática ainda segura a derrocada. O presidente ensaiou viagens ao exterior para dizer que está solucionando a crise. Simultaneamente corriam imagens da corrupção solta que seguiu afrontando a dignidade nacional. A imagem do país ficou semelhante à gleba em coivara. É preciso dissipar a camada de cinzas que atormenta o sentimento nacional pela devastação da corrupção. Lamentavelmente tudo depende dos 342 votos dos deputados federais para que se autorize um processo de julgamento no Supremo sobre as acusações. A ação do governo Temer é para impedir o julgamento, já que as etapas inauguradas na comissão especial parlamentar versam somente sobre a autorização para submeter à Justiça. No poder, o presidente denunciado exacerba nos meios, como era esperado. Enquanto o poder no Executivo reafirma a posição de não se submeter ao julgamento do STF, o presidente joga perdulário manipulando verbas públicas, para obter a maioria de votos na casa do povo. Com o dinheiro do povo. A consciência democrática, sem a força para reagir, pressente que vai faltar égua no descampado da coivara. Mesmo assim o que resta é esperar que brotem folhas verdes no campo escuro. A esperança, mesmo chamuscada pelas labaredas da indecência, é o que parece ser nosso estado democrático de direito.

No Jaburu

Incrível!  No Palácio do Jaburu, subitamente foram implantadas folhagens caras e frondosas, com altura suficiente para formarem uma cortina que impeça a transparência visual interna. Sem foto e sem imagem, os encontros já não são mais vistos entre as garagens.

Tornozeleira e privilégio

O Ministério Público suspeita de privilégio ao investigado deputado Rocha Loures, que foi posto em liberdade condicionada ao uso de tornozeleira. O lépido da mala de dinheiro é íntimo do presidente. Aparentemente não teria importância o fato de investigado ter ou não furado a fila. De qualquer jeito é ridículo.

Vale o plenário

A decisão que vai decidir a abertura ou não de processo contra Temer será tomada em plenário. Serão os dois terços dos votos necessários e pouco prováveis. Conforme o parecer do deputado e advogado Sérgio Svaiter, relator da comissão de Constituição no Congresso, a denúncia ao Michel presidente é juridicamente fundamentada. E deve ser julgada. O problema é que o status jurídico, recomendado pela forma constitucional, moral, e justiça, depende fatalmente dos deputados. Os adeptos de Temer podem, legalmente, impedir isso conquanto obtenham os votos. É a real supremacia política. E isso todos sabemos como funciona na composição do Parlamento.

Ajuda comunista

Se algum partido dito de esquerda agisse como o filho de Donald Trump, na parceria com os russos de Putin, no Brasil seria um comunista detestável. Com o subterfúgio teria ajudado eleger o pai. Ultraconservadores brasileiros, no entanto, entendem que o presidente americano apenas é evoluído. A ética e a ideologia quando misturam suas aparências fazem loucuras na sua essência, ou vice-versa!

Reformas

A reforma trabalhista foi aprovada apressadamente. Tanto situação como oposição têm culpa nisso. A mudança é gigantesca. Essa versão de que vai alavancar empregos é muito estranha.

Retoques:

  • Mesmo com as explicações do governo russo, está difícil acreditar que não se trata de discriminação sexual. O Balé Nureyev perdeu em grandeza de espírito.
  • O Coral Ricordi D’Itália teve momento afirmativo na apresentação na semana passada, na Câmara de Passo Fundo. Interpretou canções italianas na sessão em homenagem à Clínica Kozma.




Direitos sociais não podem falir

Quinta-Feira, 06/07/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

O clima de atenção máxima em quase todos os segmentos sociais do Brasil exigiria resposta firme da classe política. E justamente as fortalezas partidárias sofrem as agruras da dilapidação. Os interesses imediatos afligem, não só a moral, a ética e o respeito à legalidade, mas fragilizam ideais implícitos nos programas partidários e normas constitucionais. A degradação conseqüente à desenfreada busca do dinheiro desonesto destrói intenções desenvolvimentistas. O resultado imediato á a fome, desemprego, desestímulo à educação e a própria insegurança. Algumas ações de urgência podem carregar equívocos. A substituição arbitrária de prioridades macula a história evolutiva dos princípios de defesa social democrática. A visão mercantilista engloba severas sanções econômicas ao estado, massacrando conquistas sociais. Ao ser invocada a necessidade de reequilíbrio das finanças públicas o primeiro corte atinge a classe trabalhadora e conquistas constitucionais, como moradia e educação. Os mega salários serão sempre preservados, mas em relação aos avanços sociais ocorre o retrocesso. O direito como força de transformação social precisa repensar a efetividade e reformular elucubrações acadêmicas com na falada proibição do retrocesso dos princípios da democracia social. O foco sociológico precisa ser mais vívido na política de eficiência jurídica. O estado falido não é o mais grave. Perigoso é o retrocesso social. Direitos sociais não podem falir.

Cotas raciais

A USP decidiu pela reserva de cotas raciais. A Meca dos cursos de Medicina causa impacto impressionante no meio conceitual da elite cultural, com algumas ressalvas. Pelo amor de Deus, só não digam que não resolve a situação de exclusão. Nada resolve isoladamente, mas a oportunidade a um segmento estigmatizado pelo desprezo é o mínimo que se possa fazer. Afro-descendentes representam força de trabalho e riqueza para o Brasil,  ainda que tacitamente quase dizimados. Só fato de sobreviverem aos séculos de exploração desumana indica potencial de sucesso. E este avanço não impede as necessárias melhorias no ensino médio, indutor de igualdade social.

Plano B

É indisfarçável o ritmo lépido do presidente da Câmara Rodrigo Maia. Mesmo se dizendo aliado e amigo de Temer, por certo fita a leda possibilidade de ocupar a presidência caso de aliados do poder abandonarem o barco do ex-vice. Está feia a situação de Temer. Maia, discípulo e amigo, certamente deve pensar como Aristóteles, ao discordar de Platão: “amicus Plato, sed veritas magis amica” (Platão é meu amigo, mas a verdade/realidade é mais amiga). À revelia de Temer, numa futura eleição indireta, este seria o plano B, de Maia, não de Temer.

Sergio Zveiter

O Palácio do Planalto vê que o maior perigo reside entre seus aliados. O presidente da Comissão de Ética acaba de indicar relator Sérgio Zveiter. Surpresa! Não para o plano B, de Maia. Zveiter é anunciado como inabalável, capaz de não se comover com as alegações de Temer, mas pode reconhecer a gravidade das acusações ao atual mandatário do Brasil como crime intransponível. Sérgio é experiente e foi presidente da OAB carioca. Um lastro respeitável do deputado peemedebista.

Retoques:

  • O ex-ministro Geddel substimou o episódio em que pressionou Marcelo Calero, que acabou renunciando ao cargo. É mais um da intimidade de Temer a exigir cuidados, dentro e fora da cadeia.
  • Mais do que impressionante é a insistência da propina mesmo com a Federal em plena investigação na Lava Jato. Neste sentido, a irritação da PF tem motivação.
  • Quem observa as negociações na Colômbia, percebe que os problemas do país têm solução. Importantes lideranças contribuíram para o pacto entre as FARC e o governo oficial. O negociador rebelde, Humberto De La Calle, acredita que a Colômbia esteja saindo de uma guerra para período de prosperidade, sem armas.
  • A Venezuela chega ao limite, gravíssimo e inexplicável: a fome!




Temer ataca furioso

Quinta-Feira, 29/06/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

Na linha de escoima, do denunciado presidente Temer, surge investida de marketing aliada ao direito de defesa. A denúncia por crime de corrupção passiva, apresentada pelo procurador Rodrigo Janot, que pede sua condenação, enumera prova periciada e depoimentos pessoais de delatores. E Temer irrompe do armário que escondia suposta fleuma diante das terríveis acusações que recebe. A fase de pasteurização de suas sempre perigosas relações com o crime organizado, misturada ao andar paciencioso em trilhas vicinais do “iter criminis” acabou definitivamente. Diante das pesadíssimas denúncias no mundo da propina tomou pessoalmente o báculo da defesa, seguindo antolho da expressão usada no direito francês, “n’y a pa possibilité de defendre sans attaquer” (não há possibilidade de defender-se sem atacar). Abortou a etapa. Valeu-se de estratégia perigosa de quem vive estertores de acusação. Ao lançar aleivosias contra a pessoa de Rodrigo Janot, decide apostar em efeitos de impacto com suas declarações que visam plantar dúvidas contra o procurador da República. Não se há de subestimar sua ousadia se considerarmos a posição de supremo mandatário do país.

Gravação

Desde o primeiro momento em que explodiu o escândalo com a delação premiada de Joesley Batista, surgiu a versão apressada do perito particular, Ricardo Molina. Contratado pela defesa de Temer insiste em parecer para contrapor o trabalho da perícia oficial que atesta inexistência de edição ou fraude nas gravações. Molina parece jogar para a torcida governista ao dizer que a gravação é imprestável como prova de acusação. Cita as dezenas de interrupções. Para qualquer profissional leigo, um repórter que usa gravador comum, é conhecido o dispositivo automático que, acionado, desliga no intervalo de silêncio. Religa quando o volume da conversa ativa o automático. O dispositivo era conhecido como “level control”, sistema semelhante ao relé que liga e desliga o aparelho. Molina mencionou a normal interrupção com insinuação de falsidade, ou manipulação. Na verdade sabe que a interrupção é normal e deveria explicar isso na sua versão. Adotou parecer sub-reptício.

Revelações

A perícia oficial, que era aguardada como chance de defesa, após dias de trabalho, revela novas facetas do diálogo macabro do Jaburu. Além de confirmar autenticidade da gravação, resgatou novas e gravíssimas revelações para a peça de acusação. O presidente esperava defeitos, mas foi confirmada a clareza da prova.

Há malas que vêm para o bem

A cena protagonizada por Rodrigo Rocha Loures (o íntimo), mais do que um trotar hilário, ao carregar a mala de propina em criminosa partilha, transformou-se em vergonha mundial. Esta evidência é prova escancarada demais. Ridículas são as explicações dos beneficiários da propina milionária. Se é difícil provar este tipo de crime, onde são utilizadas as farsas mais ardilosas, no caso há malas que vêm para o bem da verdade.

Autorização

Para que o Supremo Tribunal Federal possa julgar a denúncia, é necessária autorização do Congresso. E, hoje, Temer tem votos para rejeitar a autorização para processar o presidente. Ali, minha gente, é tudo farinha do mesmo saco. “Eiusdem furfuris”, como já se dizia no Império Romano.

Mobilização

A OAB Nacional já se manifestou pelo impeachment e opina pela renúncia de Temer. Pelo visto, só uma mobilização muito forte do povo poderá pressionar os deputados a aprovarem o processo de cassação no Supremo. Câmara Federal e Senado, que queremos de ilibados defensores do povo, hoje formam um poder contaminado pela corrupção. Dificilmente haverá 342 votos a favor da lisura no Parlamento brasileiro.

Retrocesso

Nas alegações de Temer e seus acólitos é citada a necessidade de preservar o prestígio do governo. A hora, no entanto, é grave demais. O essencial, no entanto, é salvar a sociedade e os direitos sociais, onde se inclui a confiabilidade de quem governa. Retrocesso é parar a democracia que pressupõe justiça. 




Vergonha não tem

Quinta-Feira, 22/06/2017 às 08:00, por Celestino Meneghini

A cada acusação grave contra ministro ou assessor especial do governo, volta a apreensão sombria do que possa acontecer. Os brasileiros estão esperando um gesto simples, mas cheio de significado: ética. Uma revelação grave, não claramente afastada, gera o desejo solene de respeito ético relacionado à confiança popular ofendida. No Brasil acontece diferente do que ocorre na Europa. A confiança está relacionada à confiabilidade, ao decoro nos encargos públicos, visto nas modernas democracias.  Por aqui falta o escrúpulo cívico, circunstância que exige sensibilidade mais refinada que a comprovação criminal, com provas, malas de dinheiro roubado (a propina), ou depósitos nos paraísos fiscais com dinheiro sujo. Antes de tudo isso, na França ou Alemanha, o ocupante do cargo de confiança pública afasta-se até que tudo seja apurado. A cultura da vergonha mínima exige renúncias diante da menor dúvida, nestas democracias. É a vergonha, que falta aos ministros e senadores que ostentam seus cargos até o fim, ao lado do presidente temerário Temer. Sabem que estão envolvidos, mas também sabem que serão inocentados por um Congresso Nacional capaz de contrapor-se à evidência dos fatos e às provas de corrupção. Não nos iludamos com a possibilidade de condenação de ministros ou do presidente Temer se isso depender dos votos de deputados, travestidos de partidários, mas que são agentes de um conluio de permanecia no poder. Não está escrito em código algum, em codilho algum, como diz o gaúcho, mas o código da pessoa que tem alma, que se chama vergonha na cara. Então, falta vergonha!

Ferraço

Em pleno alvoroço político no Brasil, o presidente Temer faz uma incursão à Russia, maior importador dos produtos da JBS de Joesley Batista, um mega empresário que teve privilégios no Jaburu, mas agora é atacado pelo presidente. Além da conotação hedionda do crime organizado em que a elite política está imersa, as traições marcam as relações de bastidores. O relatório de Ricardo Ferraço, derrotado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, acende o alerta de novas traições. Renan Calheiros orientou a votação. O semblante do presidente na Russia mostra sinais de cansaço, depois de Ferraço.

ON documentário

A iniciativa dos jornalistas de O Nacional, garimpando momentos contemporâneos narrados pelo jornal, defende a importância do quase centenário órgão de informação, como documento para a história. Os relatos lembrados destacam aspectos emocionais ainda palpitantes na comunicação. A existência do jornal no cotidiano, além de privilégio para sua comunidade, é um retrato perene da vida. A vetusta expressão “registros implacáveis”, ganha sentido maior pela trajetória de coragem empresarial e jornalística em publicações diárias. Ao firmarmos memento ao inesquecível Múcio de Castro, desejamos homenagear aos que atuaram e atuam nesta luta pelo jornalismo, nas páginas de O Nacional, força indômita preservando a memória. 

Retoques:

  • A confraria da Mesa Um do Bar Oasis será recepcionada nesta quinta-feira pelo Neco Tratores, no Clube Comercial, afinal, o frio exige uma resposta!
  • Parece que a representação do presidente contra seus acusadores, dizendo-se difamado, deu com os burros n’água! Ainda mais que a honra, honradez e ética no seu exercício presidencial não é o aspecto mais forte de quem se diz ofendido. Cortina de fumaça!
  • Na Russia não funcionaria a lei Maria da Penha. As agressões familiares, especialmente à mulher, são consideradas toleráveis. Curioso é saber que o alto índice de alcoolismo dos russos contribui para essa estranha aceitação.
  • Palavras curiosas. A palavra POSTULADO, quer dizer, pedido ou demanda. Sua homófona – PUSTULADO, quer dizer coberto de pústula, de feridas. No caso, todo o cuidado é pouco com o vocábulo.
  • Os juristas e julgadores ensinam que o caixa-2 light, sem origem de corrupção pode ser punido na condição de crime com menor potencial ofensivo, com suspensão condicional da pena ou pena alternativa. A propina é mais grave. 




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