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Colunistas


O Brasil que queremos já!

Quinta-Feira, 18/01/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Houve-se o cochicho e o sussurro do povo pelos quadrantes da cidade e do campo. O torpor das pessoas tem o tom sombrio e triste do desemprego, insegurança nas ruas ou nas casas e casebres. O sistema de saúde pública está desabando pelos efeitos da corrupção em desvios de verbas praticados por agentes do estado e a sinistra facilitação que envolve profissionais de elite também na esfera privada. As raízes sistêmicas do crime organizado são profundas demais. Resistentes. A polícia está agindo, mas enfrenta obstáculos furiosos no Congresso Nacional. Pela ausência de seriedade na maioria parlamentar, a orgia dos privilégios continua enchendo as burras dos poderosos. Por isso, o Brasil que queremos deve ser o mais urgente. Algumas ações devem ser já, com legislação que confisque os bens mal havidos, o quanto possível. A horrenda falta de escrúpulo dos corruptos e corruptores, todos, exige instrumento reforçado para tomar de volta o dinheiro roubado. É a única ação que atinge a mente desenfreada dos bandidos de colarinho branco. Essa mudança deve ser agora, o que não se espera do Parlamento.

 

Movimento sem ódio
Nova mobilização popular é também necessária. Nova significa sem os ódios atávicos ou orquestrações de comandos viciosos, especialmente na imprensa. Os partidos políticos, por mais desprestigiados que sejam, devem encontrar a força no povo, a partir da honestidade. Afinal, o peso fúnebre da corrupção não pode ser maior que o fragor produtivo, a força de trabalho e as riquezas genuínas de nossa terra. O absurdo da plutocracia (ou “cleptocracia”) não pode derrotar o país de tantas riquezas. A vigilância do povo é a única arma eficiente.


Indignação
A fortuna é proporcional ao andrajo moral dos que sugam o dinheiro público. “Quid non mortalia pectora cogis, auri sacra fames” (a que não constranges os corações humanos, ó maldita fome de ouro!). Na antífrase de Virgílio nos versos da Eneida a palavra sacra (sagrada) do poeta latino ganhou o sentido de abominável. A punição dos culpados não pode ser adiada.

 

Chico Garcia
Nas imediações da praça Tochetto encontramos fontes da arte literária. Uma delas é o autor escritor e psiquiatra Jorge Salton. Um pensador muito respeitado. O mais recente encontro foi com o poeta popular Chico Garcia. O cara é incrível. Seus versos exclamam coisas da convivência. Já são mais de mil poesias, algumas musicadas. Fala direto, com versos humorados.

 

Caixa preta
A Caixa preta da Caixa Federal começa a revelar coisas hediondas. A vice-presidência Corporativa da CEF está sob séria investigação. O executivo Antônio Correa Ferreira afirma que não atendeu ordens de Eduardo Cunha, campeão de corrupção. O presidente Temer foi advertido pelas autoridades para afastar dirigentes acusados. Mesmo contra a vontade Temer afastou os suspeitos. A coisa é grande nos contatos de garagem!

 

COPREL
A Cooperativa de Eletrificação Rural – COPREL celebra 50 anos de atividade. Acompanhamos a iniciativa desde os primeiros passos, quando o presidente Jaime Stefanello era bem jovem. Uma caminhada que merece ser apreciada, pois mostra que seriedade e competência significam garantia de êxito. O espírito de cooperação é mote indispensável sucesso do setor produtivo.

 

Governo frágil
A insistência em alterar a Regra de Ouro, para afrouxar o orçamento da União, a tentativa de mitigar ações fiscais de combate ao trabalho escravo e a efetivada renúncia fiscal para agradar a bancada ruralista, influenciaram no rebaixamento. A Standard & Poor’s, juntou isso à oposição à Lava Jato e rebaixou a nota do Brasil. O quadro ministerial de Temer também não recomenda e torna um governo frágil. Além disso, a agência que rebaixou o conceito do Brasil tem seus meandros.

 

Mosquito
Cada vez que o perigo de epidemia ameaça a população, mais se questiona o saneamento básico em todas as cidades do país.




Saneamento básico

Quinta-Feira, 11/01/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Equivocadamente Vemos alertas sobre sinais que aparentam sujeira da cidade quando olhamos a rua coberta de folhas secas ou gramíneas que brotam nas calçadas e ruas. São meros fenômenos da natureza. O que desnatura e agride a vida de uma cidade é o lançamento volumoso de dejetos na rede de saneamento pluvial e, muito mais perverso, o esgoto cloacal a céu aberto. O verão escaldante está denunciando isso, principalmente no odor fétido que exala dos bueiros. No centro e nas vilas há problemas. Passo Fundo, por situar-se em boa altitude agregada à topografia urbana, ainda é das cidades com menores problemas de saneamento.

Isso, no entanto, não basta. A inexorável destinação exige a consciência geral de preservação das condições de vida. Rios e riachos ainda recebem esgoto in natura. O rio Passo Fundo escancara a deficiência. Atravessa a cidade em pranto funeral, embora insista em oferecer tantos benefícios estéticos e de vida com suas águas, peixes, árvores, pássaros, flores e tudo o que purifica o ar que respiramos. É indispensável que a coleta do esgoto se destine ao sistema de tratamento que melhorou razoavelmente nos últimos anos. Ainda é pouco para o que merece a cidade. Parece que as ligações de residências exigem um esforço logístico importante, tanto da gestão pública como de cada morador. Uma das dificuldades seria o nivelamento dos terrenos. Sabemos que o assunto vem sendo tratado pelo órgão municipal do meio ambiente, em sintonia coma CORSAN e outros. Mas é preciso mais ainda, para uma tarefa urbana de saúde pública ingente. Pensarmos como prioridade é obrigação cívica intransferível. Neste caso a excelência das soluções não pode ser vistas como utopia!

 

O invisível desastre
O Brasil continental finge desconhecer questões fundamentais. E as cidades crescem fisicamente, deteriorando condições de vida, a partir do saneamento. Com tanta riqueza e prosperidade econômica, permanecemos na colocação 112 entre os países no saneamento básico. Perdemos para Chile, Bolívia, Argentina. No século 21 as tecnologias fizeram disparar a evolução no mundo, muito em função da comunicação eletrônica. O saneamento, pressuposto de saúde pública, está perigosamente estagnado, emperrando o aprimoramento físico e metal de crianças e adultos. A concepção de cidade limpa é vista externamente, o que agrade com razão os olhos. Mais urgente, porém é o presente e o futuro de suas entranhas, sob pena de termos uma explosão intestina com males escabrosos. Passo Fundo tem adiantado essa questão em relação a outros municípios de médio porte. Os próximos passos, porém, serão válidos se olharmos para a vala promíscua do esgoto. É a saúde pública em clamor.

 

Saúde para cães


São Paulo inaugura seu terceiro hospital para atendimento exclusivo de pequenos animais. Recursos para tratar de gatos, cachorros e outros serão custeados pela prefeitura paulista conveniada com iniciativa privada. Serão cerca de mil atendimentos diários, em prédio de primeira classe, com recepção, sala de estar, enfermeiras, raio X, consultórios e centros cirúrgicos. É para tutores de baixa renda. Até aí, tudo bem. Já pensou se a moda pega para tantas comunidades carentes do Brasil e até surjam novos leitos hospitalares para pessoas? Pelo jeito, é possível!

 

Clea Carpes
A advogada gaúcha Cléa Carpes foi agraciada com a medalha Rui Barbosa, em sessão especial da OAB Nacional. É a primeira mulher a receber a comenda pela atuação em defesa das liberdades democráticas. Marco importante na história advocatícia brasileira.

 

Trabalho
A sucessão de atos atentatórios às instituições do trabalho permite deduzir que paira vontade política contrária a ideais trabalhistas no governo. Primeiro o atropelo da CLT; depois a portaria sórdida para reduzir combate ao trabalho escravo; agora Temer anuncia Cristiane Brasil, fragorosamente relapsa nas obrigações trabalhistas perante subordinados, para ministra de um cargo cultuado como território sagrado da nação. Resta o poder judiciário para impedir a afronta moral e “to do one’s Best” (fazer o possível) para evitar tanta leviandade ética.




Maioridade penal aos 16 anos

Quinta-Feira, 04/01/2018 às 06:00, por Celestino Meneghini

Entre diversos projetos já analisados pelas comissões da Câmara Federal visando redução da maioridade penal, surge nova pressão numa forma de transição. A novidade é a aplicação da norma penal nos casos de menores de 16 e 17 anos serem levados a julgamento quando se trata de crimes mais graves. Seriam os crimes contra vida. A pesquisa da Data Folha aponta crescimento na aceitação popular na ordem de 10%. Entre os segmentos sociais, a maior rejeição está entre os que se consideram ateus seguidos pelas pessoas que se declaram adeptos da Umbanda, Candomblé e crenças afros. Entre os católicos está a maior aceitação pela redução, segundo a pesquisa.

 

Sistema prisional
Quando se fala em punição carcerária, deparamo-nos com a verdadeira falência na estrutura, tanto pela quantidade como na qualidade ou eficiência prisional, no caso conhecido hoje para adultos. Considerando que seria inviável a segregação de menores nas mesmas celas dos condenados adultos, a indagação é como teremos prisões para menores no caso da redução da idade penal? A concepção de que este segmento precisa de condições adequadas para recolhimento de condenados já é consenso entre analistas. A adoção de tratamento pelo atual sistema que acolhe menores infratores com estrutura educativa mais severa já existe. É mais recomendado perante a possibilidade de recuperação de conduta. A internação regrada pela lei da criança e adolescente pode ter sua eficiência, considerando que depende de mais investimentos. Além de ser debate político desgastante, estamos num ano eleitoral, em que o parlamento ocupa-se em agradar o eleitor. Além disso, quando estamos bem abaixo da demanda penitenciária para criminosos comuns, difícil seria imaginar em investimentos nas prisões especiais. O projeto de redução da idade penal está pronto para ser encaminhado à votação, mas não vai andar neste ano.

 

Violência na prisão
Há uma trama de poder do crime instalada na maioria dos presídios do Brasil. O caso da vila Aparecida em Goiás é mais um estrangulamento da violência que inclui falta de recursos. Quando o estado é incompetente no sistema carcerário forma-se incontrolável indústria do crime. São vários focos de violência nos presídios que deveriam produzir segurança!

 

Em Natal
O Rio Grande do Norte está em chamas, com a greve na segurança. Tudo começa pela falta de dinheiro no estado. A incompetência financeira (ou seqüelas da corrupção) facilita o crime e a desordem. A capital, Natal, convive com clima de guerra, morte e destruição. Contradição!

 

Petrobras paga

A queda brusca nas ações da Petrobras ocorreu pela corrupção e má gestão. Os investidores estrangeiros, antes mesmo da Lava Jato, entraram com ações pedindo indenização pelos investimentos frustrados. A rapidez e eficiência na comprovação da corrupção na refinaria de Pasadena, com documentos enviados ao Brasil pelo MP da Califórnia, era o prenúncio implacável. O Brasil teria que pagar investidores. Agora a Petrobras anuncia acordo de três bilhões de dólares para ressarcir investidores americanos. Esses ganharam na loteria dos brasileiros.

 

Retorno
O processo de resgate dos prejuízos causados por grupos brasileiros e agentes corruptos jamais trará compensação financeira devida. Os 8 bilhões que foram confiscados no ano passado caíram para menos de 900 milhões em 2017. Isso que o decreto dos indultos, anunciado por Temer, perdoando devedores penalizados no Brasil, ainda está “sub judice”.

 

Caracas
O povo Venezuelano, mesmo num país de muitas riquezas, conhece a fome. Fome é falta de liberdade que abafa o grito. O ser humano começa latir! O Brasil, que seria o maior parceiro de Caracas, fica mais distante!

 

Retoques:
Um leitor entende que deveríamos ter citado Pedro Simon, ao falarmos sobre vultos da nossa história política. Plena razão à observação, que pode incluir outros nomes como Olívio Dutra.
Estudo da Universidade de Michigan indica que 3 bilhões de pessoas são afetadas por transtorno psiquiátrico. Produzimos repetidores e menos pensadores.




Mitos e quase mitos políticos

Quinta-Feira, 28/12/2017 às 06:00, por Celestino Meneghini

A segunda metade do século passado apresentou figuras políticas emblemáticas, a partir da morte do presidente Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954. Getúlio é ainda a imagem mais forte da política. Estadista. Seu desaparecimento dramático entronizou Vargas em clima de comoção nacional nos anais da história. Seu opositor ferrenho, Carlos Lacerda, de inconfundível talento intelectual, não decolou na transfiguração dos mitos. Esbarrou no surgimento meteórico de Jânio Quadros, sucedido por Jango, em meio à convulsão social e política dos anos 60. A morte de Jango no exílio calou muitas aspirações libertárias em plena ditadura feroz no Brasil. O presidente Juscelino Kubitschek, devotado à construção de Brasília acreditou nos enlevos de uma prosperidade que lhe garantiu boa aceitação, mas sem a intensidade de estigma social ideológico. Foi caçado pela ditadura de 64. Lacerda apressou sua ambição presidencial e foi também cassado por ser civil.

Regime de exceção
A Coluna Prestes singrou sertões do Brasil abrindo literalmente heróica rota visionária e utópica do comunismo. Ficou o alerta conservador. Jango foi deposto pela força ao acenar com reformas populares. O regime de exceção gerou resistências e semeou terror. As liberdades individuais e coletivas foram cerceadas durante 20 anos. A morte de Jango em 1976 ativou o sentido humanista contido arbitrariamente. Lágrimas de dor e ânsia de liberdades nas ruas de Porto Alegre. Lembrava-se o senador Alberto Pasqualini, inteligência rara, derrotado nas urnas por Hildo Meneghetti no governo gaúcho. A morte trágica e prematura de Pasqualini ficou na memória doutrinária do trabalhismo. A velha Arena gaúcha apoiava o sistema. O senador Tarso Dutra, probo e reconhecido, foi ministro, mas sumiu no tempo após presidir a então Arena no estado. Sem valorar méritos, citamos algumas das lideranças com maior ligação partidária, fora da dinastia dos marechais que presidiram o país na ditadura.

Tancredo Neves
Sem dúvida, Leonel Brizola, visado pelas forças reacionárias, aliando-se a intelectuais socialmente consequentes, como Darci Ribeiro, mais a liderança de Arraes, era o centro da força conservadora. A ditadura era ainda remanescente na transição. Tancredo Neves emergiu de um esforço de conversações e concessões partidárias, após a luta pelas diretas. Tancredo era um civil, nacionalista desenvolvimentista que sintetizou desejos de liberdade democrática. Morreu antes de assumir e sagrou-se mito nacional. Passaram-se os presidentes e Brizola surge com a força de pensamento político rumo a transformações no país. Disputou a presidência proclamando idéias de emancipação popular, mas faleceu em 2004. É o mais recente mito da política brasileira.

Lula e Temer

Os dois governos do presidente Lula, sem radicalismo, foram de novidades e avanços de idéias sociais. As alianças partidárias e desconsertos de gestão geraram a crise que caiu no colo de Dilma, no segundo mandato. Temer, do PMDB, com a dupla aliança eleitoral assumiu o poder, após o impeachment de Dilma. A aliança implodiu o país em decepções de confiabilidade e rasteiras corrupções. Agora Temer, que negociou o processo de cassação da própria presidência, tenta levantar a popularidade com a aprovação da reforma previdenciária. Lula, prestes a sofrer condenação em segunda instância lança a construção de imagem de perseguido. É um hábil político de persuasão. Sua recém lançada campanha de restauração de imagem é de evidente ousadia. Nos meios cibernéticos é vinculada sua trajetória popular. Chega a ser comparada a Mandela, o líder herói da África do Sul. É impactante ousadia, cujos desdobramentos veremos nos próximos passos da intrigante história do Brasil.

Poder radiante
Há muitos anos acompanhamos relatos sobre o cientista gaúcho, Landell de Moura, tido como o primeiro a descobrir e ondas de rádio. A falta de apoio oficial no Brasil decepcionou o padre exorcista que não teve nem ajuda na igreja. Uma de suas experiências foi o poder radiante da mente e do corpo humano. Isso pode ser mais significativo do que se imagina.




Água de Natal

Quinta-Feira, 21/12/2017 às 06:00, por Celestino Meneghini

O pedido dramático de crianças de uma comunidade nordestina, para ter água no Natal é chocante. Matar a sede é desejo mínimo de vida. É um comparativo grave que põe severa reflexão perante os apelos frenéticos de consumo e a exagerada visão consumista. O Brasil é nação capitalista, é a nossa versão de projeto social. Quando comparamos os desejos mínimos de felicidade, observamos que não é o sistema capitalista, por si, que determina o abismo do direito à dignidade humana. São os dogmas perversos destituídos do sentido de cooperação por uma cultura de poder de elites do capital, que permanecem compactas em todos os segmentos no uso das riquezas. Mal se iniciou o projeto de transposição do rio São Francisco, estão aí os abusos. A prioridade social do uso da água, para matar a sede da população mais simples, regar as pequenas propriedades, sofre a absorção das grandes empresas agropecuárias que sugam a rota das águas. Elas conseguem eficiência pelo poder econômico, sem citarmos os privilégios encontradiços nas autorizações generosas nos órgãos oficiais do governo. Falamos do capitalismo humanizado, que não pode dispensar a justiça social, que seria antes de qualquer coisa a prioridade de água para os mais necessitados. A base da justiça social é imperativo insubstituível para a decência de um país, hoje abalado pelo crime de colarinho branco, lesivo à saúde, e todos os direitos fundamentais do ser humano. Vamos deixar de lado essa literatura de mentiras, de esquerda ou de direita (nenhuma tem dado certo), comunismo ou liberalismo. Nada desses “ismos” tem sido propósito suficiente nos séculos de Brasil, para escutar o grito dos desesperados que desejam, pelo menos, um pouco de afeto e solidariedade, em meio a tantas riquezas, onde a água é o maior presente de Natal.

Tatu
Não fosse tão grave seria jocoso o nome da nova entidade do cartel recentemente denunciado, em 7 estados brasileiros nas obras do metrô. Soa como zombaria perante o povo o Tatu Tênis Clube.

Gestão tucana
As grandes empresas brasileiras, como Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS, Queirós Galvão, vivem em estado de leniência. A mais recente entrega de envolvidos em irregularidades, pelo ex-diretor Marcelo Odebrecht, envolve dez bilhões nas administrações tucanas de Alckmin, José Serra, Alberto Goldman. Tudo relacionado com as obras do metrô, em projetos que se estendem por vários estados. A acusação é de cartel, que envolve 21 empresas. Marcelo apresenta documentos sobre denúncias. Com mais esta grande entrega, tem direito a folga da prisão. Está indo para a mansão no Morumbi, depois de dois anos de meio. Dá sinais de que encerrou as denúncias. Geraldo Alckmin vinha despontando bem para as eleições de 2018. Complicou!

 

Juiz esclarecido
Impressionante e chega a ser repugnante, a insistência do ministro Gilmar Mendes na soberba em se opor à eficácia no combate à corrupção. Tenta barrar e desqualificar o trabalho da polícia e do Ministério Público em acusações contra perigosos delinqüentes da elite econômica e política. E mais, ataca as atuações do ex-procurador Janot, elucubrando defeitos e tomando o respeitável agente público na conta de acusador irresponsável. Mas, ainda temos juízes no Supremo Tribunal Federal. O ministro Luiz Roberto Barroso rejeita com precisão insinuações que visam proteger criminosos. Citando fatos evidentes e de domínio público, discorda de Gilmar. Concluiu Barrosa: “Ricos criminosos não têm imunidade”, citando casos como Rocha Loures, Gedell e Cunha.

Fome
Grave, muito grave! Venezuela registra casos de fome atingindo a infância! A fome produz ausência de qualquer razão!


Natal
Ouvi o pároco da igreja Sagrado Coração de Jesus destacar a importância de uma árvore de Natal colocada defronte o altar, indicando a importância de seu símbolo de vida. Ao lado daquela repleta de enfeites, a árvore despida deixa ver o apelo de renovação e vida.




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