O candidato do Partido da Mobilização Nacional (PMN) ao governo do Estado, Carlos Schneider, cumpriu agenda de campanha ontem em Passo Fundo e região. Acompanhado do correligionário Hermes Aloísio de Souza e da assessora de campanha Rosângela Schneider, o candidato visitou o jornal O Nacional, onde divulgou sua plataforma de governo, que, segundo ele, pretende acabar com o continuísmo político que “domina o Estado há muitos anos”. Schneider, que é contabilista e advogado tributarista, contou ainda um pouco sobre sua trajetória política, com experiências nas eleições à prefeitura de Novo Hamburgo, em 2000 e 2004, e para o governo do Estado, em 2002. Ele apontou como uma das principais bandeiras de campanha a reforma tributária, com vistas a reduzir a carga de impostos pagos pelos gaúchos. Afirmou ainda que quer "lutar pelas receitas que não são repatriadas aos Estados" e procurar deixar no Rio Grande do Sul estas arrecadações. Durante a tarde, o candidato ainda visitou o prefeito Airton Dipp, com quem discutiu assuntos sobre o quadro político estadual. Na oportunidade, Schneider prometeu, se eleito, lutar pelo fortalecimento dos municípios.
Os candidatos a governador do Estado começaram ontem a propaganda gratuita de rádio e televisão. Pouco ainda se viu sobre as reais estratégias, especialmente de Tarso Genro, do PT, e José Fogaça, do PMDB. A governadora Yeda Crusius, do PSDB, que busca a reeleição, teve mais clareza. Vais mostrar os resultados do seu governo, batendo forte nas promessas feitas em 2006 e no cumprimento delas. Neste primeiro programa mostrou rodovias asfaltadas, geração de emprego, atração de indústrias e saúde. Tarso Genro vinculou sua candidatura ao governo do presidente Lula, trazendo depoimentos do presidente e da candidata do PT, Dilma Roussef. José Fogaça, fez um breve relato da sua trajetória na política, com ênfase para os dois mandatos como senador e como prefeito de Porto Alegre.
Conforme o calendário oficial do Município, hoje é o Dia do Ciclista, instituído pela Lei 4.667/2010, de autoria do vereador Patric Cavalcanti (DEM). Um passeio ciclístico, intitulado Pedal Livre, vai marcar a data. O trajeto inicia às 18h, nos fundos da Escola Estadual Joaquim Fagundes dos Reis e seguirá pela Rua Paissandu até chegar à Câmara de Vereadores, onde haverá uma reunião, com a presença de secretários municipais, que pretende discutir políticas de incentivo ao ciclista e a implantação de uma ciclovia no município. O vereador Patric Cavalcanti explica que além de valorizar o ciclista, a data deverá ser de reflexão. “Precisamos pensar num espaço coletivo no trânsito que respeite o pedestre, o motorista, o motociclista e o ciclista”, garante.
Jornalistas especialistas em política e eleições, reunidos nesta quarta-feira, em debate promovido pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, defenderam o financiamento público para as campanhas eleitorais. O encontro teve como ponto central a transparência na cobertura das eleições 2010. Pesquisa realizada pela entidade mostra o perfil dos doadores, nas eleições de 2006 e de 2008. Entre as mil maiores empresas do país, 483 são doadoras, sendo 25% do total das doações oriundas de empresas da construção civil. Um dos debatedores, o colunista do jornal Correio Braziliense, Luiz Carlos Azedo, disse que para se resolver a questão da transparência nos financiamentos no Brasil existem dois caminhos: o do financiamento público ou o de uma relação mais tutelada à empresa financiadora, como ocorre nos Estados Unidos.
Os candidatos podem usar os canteiros centrais das Avenidas para instalar cavaletes com propaganda. Está previsto na legislação eleitoral. No entanto, eles não podem interromper o fluxo de pedestres e, muito menos, colocar os cavaletes em cima de canteiros ajardinados, sob pena de ter que responder à Justiça. Promotor Eleitoral, Paulo Cirne, que fiscaliza a propaganda, mudou o trajeto de sua casa até o Ministério Público para verificar se há algum tipo de abuso. Tem resolvido as situações, alertando os candidatos ou os cabos eleitorais.
“A segurança nos dias 3 e 31 de outubro está totalmente assegurada”. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski.
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