Maternidade x Trabalho
Domingo, 13/05/2012 por Gisele Dala Lana

Atualmente as mulheres estão optando em ter filhos “mais tarde” em função de estar investindo em sua carreira profissional, buscam obter uma estabilidade profissional e financeira para após terem um filho. O que não quer dizer que não haja o desejo em se tornar mãe, já que um filho é desejado muito tempo antes de realmente existir, mas há um planejamento da vida familiar a fim de preparar-se e estruturar-se melhor para assumir essa função.

Há empresas que apresentam restrições com mulheres que expressam o desejo de engravidar, da mesma forma com quem tem filhos pequenos. Pode haver uma ideia de que a produtividade e empenho diminuíram, que o trabalho não será prioridade, devido ao investimento e necessidade de cuidados com os filhos. Em razão de a mãe assumir mais os compromissos com os filhos, há maior possibilidade desta ter que se ausentar das atividades para atender as necessidade da criança, como levá-la para consulta médica, para ir numa reunião na escola, ou quando esta adoece.

Para quem se torna mãe, também há uma apreensão em conseguir conciliar o trabalho e a criação dos filhos, pode haver um sentimento de culpa em deixar o filho sob o cuidado de outro para seguir trabalhando, principalmente quanto menor for à criança.  Outro pensamento equivocado é pensar que o tempo que se passa com a criança é o que dirá se a relação entre mãe e criança é boa ou não, no entanto deve-se avaliar a qualidade dessa relação, e não a quantidade de tempo que se passa junto à criança. Há mães que ficam o dia todo com seu filho, imaginando que assim a criança não irá apresentar dificuldades, mas o que realmente importa é a qualidade desse tempo, a forma como a mãe se relaciona e interage com a criança.

Um filho realiza muitas mudanças na vida do casal, principalmente da mulher, que precisará abrir mão de algumas coisas desde sua gravidez, terá que deixar de realizar certas atividades, para que possa ofertar ao bebê o cuidado necessário. Por isso já existe uma licença maternidade, que é para a mãe ir se organizando com seu filho e com sua nova rotina e após retomar sua vida profissional.   

 

 

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O preço do Imediatismo
Domingo, 06/05/2012 por Gisele Dala Lana

Observamos com facilidade a pressa das pessoas em obter e conseguir coisas rapidamente, querem ter tudo logo, com o mínimo possível de esforços e sem abrir mão de nada. O consumismo mostra a busca incessante em adquirir bens materiais, compram algo novo que num curto espaço de tempo já não serve mais, embora esteja em plenas condições de uso. Mesmo que não tenham condições financeiras no momento, trocam devido às facilidades de parcelamento, empréstimos, etc. e por não suportar esperar.

Da mesma forma é no trabalho tendem a buscar uma promoção ligeiramente, sem antes mostrar seu trabalho. Não há persistência em enfrentar as dificuldades e as exigências, logo se pensa em trocar de empresa, porque acha que esta que não valoriza o seu trabalho. No entanto, isso pode se repetir frequentemente, principalmente quando não há uma reflexão sobre o que está ocorrendo para que diante de alguma oportunidade, não tenha sido promovido. Acham-se explicações fáceis e externas, geralmente colocadas na empresa ou em alguém que imagina ter lhe prejudicado.

Outro fator que pode ocorrer no trabalho é  a pressa por resolver os problemas, em função da pressão por resultados rápidos, não havendo tempo para avaliar com calma a situação, tomando uma decisão precipitada. As empresas gastam muito tempo para solucionar os problemas e contam com pouco tempo para planejar ações que possam prevenir essas situações.

As pessoas podem agir de forma imediatista, tanto na vida pessoal como na profissional, tomando decisões de forma impulsiva sem analisar o que é melhor e o que realmente pode e não pode ser feito naquele momento, não visualizando quais consequências destas, se deparando com mais transtornos posteriormente. Um exemplo é uma compra mal programada, que foi realizada por empolgação, sem avaliar se era necessária e poderia ser feita. Também podemos pensar em uma troca de trabalho, em que não houve motivos suficientes para tal, após podem se arrepender sem poder voltar atrás, sendo necessário arcar com suas escolhas. 

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Você busca um emprego ou um trabalho?
Domingo, 29/04/2012 por Gisele Dala Lana

A proposta deste artigo é, em virtude do dia do trabalhador, refletir sobre a diferença do que é emprego e do que se refere a trabalho. O termo emprego pode ser utilizado para referir-se que está trabalhando em algum lugar, ou apenas para informar que conta com uma remuneração mensal e certa estabilidade. Mas não quer dizer que quem tem emprego trabalha, da mesma forma que nem todos que trabalham possuem um emprego.
Emprego pode ser visto como uma oportunidade de ter a carteira de trabalho assinada, garantir direitos trabalhistas e uma remuneração mensal. A preocupação é com o salário que poderá contar no final do mês e não com a quantidade e qualidade de sua produção. A ideia é apenas ter aquele lugar, em vista dos benefícios e da estabilidade.
O trabalho se refere ao investimento e comprometimento com que se executam as atividades de sua responsabilidade, também pode ser descrito como a possibilidade de transformar ou obter algo. É o quanto de energia se está disposto a empregar na função, além de refletir sobre o que se está fazendo, há uma preocupação com a qualidade e com a apresentação final da atividade, pensando como um todo e não apenas em executar o que lhe é designado.  
Existem muitas formas de trabalho, alguns inclusive são voluntários, há quem se proponha a destinar um período de seu tempo para realizar uma atividade simplesmente porque gosta, mesmo que o retorno não seja financeiro. Quando se faz algo que deseja, há outras maneiras que são valorizadas de ser reconhecido, assim a remuneração torna-se uma consequência.
Nos deparamos com muitas pessoas que buscam apenas um emprego, qualquer função serve, aceitam qualquer coisa, não sabem o que querem fazer. A preocupação é apenas com a renda do final do mês, podem reclamar das atividades que precisam executar, não se importando com os resultados que a empresa terá.  
As empresas não buscam apenas empregados e sim pessoas que sejam comprometidas e queiram trabalhar. Trabalho dá trabalho, exige esforços, tira da acomodação, tem que produzir e mostrar porque ocupa aquele lugar, assim podem conquistar a satisfação em visualizar os seus resultados.    
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Atendimento ao cliente é um fator decisivo para a compra?
Domingo, 22/04/2012 por Gisele Dala Lana

Todos precisam fazer compras em algum momento, seja ir ao supermercado, à farmácia, abastecer o carro, adquirir eletrodomésticos, uma roupa, um sapato, etc. Há vários estabelecimentos que ofertam o mesmo produto, mas a escolha pelo local onde pesquisar e efetivar a compra pode se dar por vários motivos, entre eles: preço, localização, vantagens, qualidade do produto, o atendimento recebido, entre outros. O que será que lhe leva a optar por um ou outro local?

O motivo que o faz entrar em um estabelecimento é imaginar que há o produto que deseja e que terá alguém que poderá lhe auxiliar na escolha. Buscam-se maiores informações sobre o produto, além de comparar marcas e diferenciais deste. Assim, avalia-se a atenção do atendente e o quanto este se mostra disposto a entender e atender suas necessidades, preocupando-se não apenas com a venda, mas com a satisfação e fidelização do cliente.

O profissional da área de vendas possui uma pressão para cumprir suas metas, a fim de manter o seu emprego, portanto sua tendência também é pressionar o fechamento da venda. No entanto, às vezes pode ser inconveniente com os clientes, pensando apenas em realizar aquela venda, sem se preocupar com o retorno deste. Quando as pessoas entram em uma loja, muitas vezes já estão dispostas a efetivar a compra, pois há quem entre para comprar uma mercadoria de um pequeno valor e acabe triplicando o valor que estava disposta a gastar. Isso pode depender do tratamento que recebem do atendente, pois podem comprar mercadorias que nem haviam cogitado.

Se pensar pelo local onde optou por realizar suas compras de maior valor, pode se dar conta que a escolha final não foi pelo valor, pode ter visto o mesmo produto em várias lojas com uma diferença de valor, porém se não teve um bom atendimento pode optar pelo local onde o valor seja um pouco mais elevado. O cliente não compra somente pelo preço, mas valoriza a preocupação mostrada pelo atendente com a sua satisfação e a forma com que é tratado, avaliando se há preocupação com que ele goste do produto que está adquirindo ou se apenas há o desejo de venda.

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