Atualmente as mulheres estão optando em ter filhos “mais tarde” em função de estar investindo em sua carreira profissional, buscam obter uma estabilidade profissional e financeira para após terem um filho. O que não quer dizer que não haja o desejo em se tornar mãe, já que um filho é desejado muito tempo antes de realmente existir, mas há um planejamento da vida familiar a fim de preparar-se e estruturar-se melhor para assumir essa função.
Há empresas que apresentam restrições com mulheres que expressam o desejo de engravidar, da mesma forma com quem tem filhos pequenos. Pode haver uma ideia de que a produtividade e empenho diminuíram, que o trabalho não será prioridade, devido ao investimento e necessidade de cuidados com os filhos. Em razão de a mãe assumir mais os compromissos com os filhos, há maior possibilidade desta ter que se ausentar das atividades para atender as necessidade da criança, como levá-la para consulta médica, para ir numa reunião na escola, ou quando esta adoece.
Para quem se torna mãe, também há uma apreensão em conseguir conciliar o trabalho e a criação dos filhos, pode haver um sentimento de culpa em deixar o filho sob o cuidado de outro para seguir trabalhando, principalmente quanto menor for à criança. Outro pensamento equivocado é pensar que o tempo que se passa com a criança é o que dirá se a relação entre mãe e criança é boa ou não, no entanto deve-se avaliar a qualidade dessa relação, e não a quantidade de tempo que se passa junto à criança. Há mães que ficam o dia todo com seu filho, imaginando que assim a criança não irá apresentar dificuldades, mas o que realmente importa é a qualidade desse tempo, a forma como a mãe se relaciona e interage com a criança.
Um filho realiza muitas mudanças na vida do casal, principalmente da mulher, que precisará abrir mão de algumas coisas desde sua gravidez, terá que deixar de realizar certas atividades, para que possa ofertar ao bebê o cuidado necessário. Por isso já existe uma licença maternidade, que é para a mãe ir se organizando com seu filho e com sua nova rotina e após retomar sua vida profissional.
Observamos com facilidade a pressa das pessoas em obter e conseguir coisas rapidamente, querem ter tudo logo, com o mínimo possível de esforços e sem abrir mão de nada. O consumismo mostra a busca incessante em adquirir bens materiais, compram algo novo que num curto espaço de tempo já não serve mais, embora esteja em plenas condições de uso. Mesmo que não tenham condições financeiras no momento, trocam devido às facilidades de parcelamento, empréstimos, etc. e por não suportar esperar.
Da mesma forma é no trabalho tendem a buscar uma promoção ligeiramente, sem antes mostrar seu trabalho. Não há persistência em enfrentar as dificuldades e as exigências, logo se pensa em trocar de empresa, porque acha que esta que não valoriza o seu trabalho. No entanto, isso pode se repetir frequentemente, principalmente quando não há uma reflexão sobre o que está ocorrendo para que diante de alguma oportunidade, não tenha sido promovido. Acham-se explicações fáceis e externas, geralmente colocadas na empresa ou em alguém que imagina ter lhe prejudicado.
Outro fator que pode ocorrer no trabalho é a pressa por resolver os problemas, em função da pressão por resultados rápidos, não havendo tempo para avaliar com calma a situação, tomando uma decisão precipitada. As empresas gastam muito tempo para solucionar os problemas e contam com pouco tempo para planejar ações que possam prevenir essas situações.
As pessoas podem agir de forma imediatista, tanto na vida pessoal como na profissional, tomando decisões de forma impulsiva sem analisar o que é melhor e o que realmente pode e não pode ser feito naquele momento, não visualizando quais consequências destas, se deparando com mais transtornos posteriormente. Um exemplo é uma compra mal programada, que foi realizada por empolgação, sem avaliar se era necessária e poderia ser feita. Também podemos pensar em uma troca de trabalho, em que não houve motivos suficientes para tal, após podem se arrepender sem poder voltar atrás, sendo necessário arcar com suas escolhas.
Todos precisam fazer compras em algum momento, seja ir ao supermercado, à farmácia, abastecer o carro, adquirir eletrodomésticos, uma roupa, um sapato, etc. Há vários estabelecimentos que ofertam o mesmo produto, mas a escolha pelo local onde pesquisar e efetivar a compra pode se dar por vários motivos, entre eles: preço, localização, vantagens, qualidade do produto, o atendimento recebido, entre outros. O que será que lhe leva a optar por um ou outro local?
O motivo que o faz entrar em um estabelecimento é imaginar que há o produto que deseja e que terá alguém que poderá lhe auxiliar na escolha. Buscam-se maiores informações sobre o produto, além de comparar marcas e diferenciais deste. Assim, avalia-se a atenção do atendente e o quanto este se mostra disposto a entender e atender suas necessidades, preocupando-se não apenas com a venda, mas com a satisfação e fidelização do cliente.
O profissional da área de vendas possui uma pressão para cumprir suas metas, a fim de manter o seu emprego, portanto sua tendência também é pressionar o fechamento da venda. No entanto, às vezes pode ser inconveniente com os clientes, pensando apenas em realizar aquela venda, sem se preocupar com o retorno deste. Quando as pessoas entram em uma loja, muitas vezes já estão dispostas a efetivar a compra, pois há quem entre para comprar uma mercadoria de um pequeno valor e acabe triplicando o valor que estava disposta a gastar. Isso pode depender do tratamento que recebem do atendente, pois podem comprar mercadorias que nem haviam cogitado.
Se pensar pelo local onde optou por realizar suas compras de maior valor, pode se dar conta que a escolha final não foi pelo valor, pode ter visto o mesmo produto em várias lojas com uma diferença de valor, porém se não teve um bom atendimento pode optar pelo local onde o valor seja um pouco mais elevado. O cliente não compra somente pelo preço, mas valoriza a preocupação mostrada pelo atendente com a sua satisfação e a forma com que é tratado, avaliando se há preocupação com que ele goste do produto que está adquirindo ou se apenas há o desejo de venda.