Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, mas poderia ser chamado apenas de “Sócrates Corinthiano”. Não só pelo seu futebol, mas principalmente por suas atitudes fora de campo. Na década 1980 lutou, gritou, não se acomodou contra a ditadura. Irreverente, genial. Muitos falam que ele tinha a chamada “personalidade forte”, mas nós do bando de loucos apenas dizemos que ele tinha personalidade, e ela era e continuará sendo corinthiana.
Semana passada escrevi que o grito havia ficado pela metade, pois Corinthians é sofrimento, é povo. Ontem, contra o nosso maior e único rival, sofremos, mas no fim vencemos com raça e com o coração, pois o time do povo é o coringão.
*Como já disse aqui, o jornalista que escreve esta coluna é, como vocês leitores, um torcedor. Tento sempre ser imparcial, pois sei como cada torcedor recebe uma crítica ou um elogio sobre seu time. E é para estes torcedores, como eu, que peço licença e dedico este espaço ao quinto título brasileiro do meu time, o time do povo.
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