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Senegaleses são orientados sobre comércio ilegal

Publicada em: 17/05/2017 - 14:00

Senegaleses são orientados sobre comércio ilegal

Crédito: Divulgação/ PMPF

Na tarde desta terça-feira (16) a Secretaria de Finanças da Prefeitura de Passo Fundo promoveu uma reunião de esclarecimento com os senegaleses que trabalham como vendedores ambulantes nas ruas da cidade, onde também estiveram presentes representantes da Polícia Civil, Brigada Militar e do Núcleo de Fiscalização do município.

No encontro os imigrantes foram orientados a evitar este tipo de atividade, uma vez que é ilegal e eles podem ser responsabilizados por isso. De acordo com o secretário de Finanças, Dorlei Maffi, uma vez estando nas ruas do centro da cidade, eles estão sujeitos a ação dos fiscais e poderão sofrer as consequências previstas na lei, que incluem a apreensão das mercadorias e o pagamento de multa.

Outra orientação foi em relação a como devem proceder durante a abordagem dos fiscais. Conforme o major Paulo César Carvalho, da Brigada Militar, nas fiscalizações de rua é solicitado o apoio da instituição e a obrigação dos policiais militares é garantir a segurança do fiscal. Dessa forma, uma vez que o vendedor ambulante reaja no sentido de tentar fugir ou de agredir o fiscal, eles terão que agir. Por isso, sugeriu que ouçam atentamente o fiscal e sigam as instruções, evitando assim que uma abordagem que resultaria numa ocorrência administrativa evolua para uma ocorrência penal.

O presidente da Associação dos Senegaleses, Abdul apontou que o aumento do número de vendedores ambulantes senegaleses nos últimos tempos se deve à vinda de moradores de outras cidades que estariam passando o dia em Passo Fundo para vender suas mercadorias. Por conta disso, anunciou que está cadastrando todos os imigrantes senegaleses moradores de Passo Fundo e confeccionando uma carteirinha, que deverão portar sempre com eles, onde consta a foto, o número do CPF, o e-mail e telefone da associação e ainda atribuindo a cada um deles um número de identificação. Abdul argumentou ainda que estão cientes de que o comércio ambulante é ilegal em Passo Fundo e que estão abertos a discussão de propostas para solucionar o problema.

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