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Região


"É um vazio muito grande que fica"

Publicada em: 05/12/2018 - 08:00, por Clarissa Battistella/ON

Corpo de Rodrigo Mocelin foi enterrado ontem em Passo Fundo

A sala Esmeralda e todo o saguão do Memorial Vera Cruz ficaram lotados na terça-feira, durante o velório de Rodrigo Mocelin da Silva, 37. Familiares, amigos e colegas de trabalho estiveram reunidos para se despedir e prestar as últimas homenagens ao gerente bancário do Banco do Brasil, que foi levado como refém durante assalto em Ibiraiaras. 

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Pai de duas meninas, de 6 e 10 anos, Rodrigo Mocelin da Silva foi definido por familiares como um pai exemplar. O sogro, Itacir Zago, contou o sofrimento dos familiares. “Eu nem consigo descrever o que ele significava pra minha filha e para as minhas netas. A figura paterna, representada por ele, nunca vai ser substituída. É um vazio muito grande que fica”, comenta.
Há 20 anos trabalhando como funcionário do Banco do Brasil, entre os cargos diversos e nas mais variadas cidades em que atuou, Rodrigo nunca havia passado por alguma situação de violência, como a de um assalto. Em Ibiraiaras o gerente era novo. Há 60 dias que estava no local. “Ele ficava umas duas noites por semana lá, mas sempre que podia voltar pra passar a noite em casa, ele voltava”, relata.
O trabalho que lhe custou a vida, ainda conforme o sogro, estava entre as preferências de Rodrigo: “Ele gostava de trabalhar, jogar bola e brincar com as meninas. Essa era a vida dele”, conclui.

 

 

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