Ministério do Meio Ambiente fecha empresas de gesso que degradavam Caatinga

Por
· 1 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

 A Operação Mata Nativa do Ministério do Meio Ambiente fechou sete indústrias do polo de gesso de Araripe, no interior de Pernambuco. As empresas usavam madeiras nativas extraídas ilegalmente do bioma da região, a Caatinga. A ação de ontem (14) contou com a colaboração de agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), das polícias Civil e Militar, da Força Nacional, do Ministério Público, além da participação do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

O coordenador da operação, José Maurício Padrone, do Ministério do Meio Ambiente, contou que em 2007, o Ibama embargou 56 empresas de gesso da região do Araripe por crime ambiental. Elas voltaram a atuar depois de assinarem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público.

“Sete empreendimentos foram definidamente fechados, isso é muito pouco, levando-se em conta que 70% de todos os empreendimentos trabalham na legalidade. Então, esses 30% têm de se adequar à nova realidade.”

De acordo Padrone, a região industrial do Araripe é a mais degradada de toda a Caatinga. “Esses empresários não são comprometidos com a preservação do meio ambiente. A troco de lucro pessoal, estão devastando completamente essa área.”

As empresas fechadas terão de pagar multa por crime ambiental e buscar um novo TAC com o Ministério Público para poderem voltar a funcionar.

 Agência Brasil


Gostou? Compartilhe