Árvores do Parque Banhado da Vergueiro recebem identificação

Trabalho foi desenvolvido pelo projeto de extensão Paisagismo Produtivo e Educação Ambiental da UPF

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A Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio do projeto de extensão “Paisagismo Produtivo e Educação Ambiental: Transformando espaços, transformando vidas”, promoveu, na manhã desta quarta-feira, 18 de julho, a instalação de placas de identificação em diversas árvores localizadas no Parque Ambiental do Banhado da Vergueiro. 
 
A implementação contou com a participação de acadêmicos da UPF; do secretário municipal de Meio Ambiente, Rubens Astolfi; do coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Me. Carlos Leonardo Sgari Szilagyi; e de lideranças da comunidade. O projeto de extensão é coordenado pela professora Dra. Evanisa Fatima Reginato Quevedo Melo e envolveu alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design de Produto, Engenharia Ambiental e Sanitária e de Engenharia de Produção. 
 
Conforme a coordenadora, o projeto de uma nova identidade visual vem sendo desenvolvido há um ano e meio, passando por diferentes etapas. “O trabalho foi muito interessante, porém, demorado. Como foi nosso primeiro, tivemos que ir construindo e resolvendo alguns detalhes. Os alunos aprenderam a desenhar, em um programa, as árvores, e, depois disso, tivemos várias etapas e muitas pessoas envolvidas”, explicou.
 
Ao todo, os alunos identificaram 12 espécies, entre elas, a Corticeira do Banhado, que, conforme a professora Evanisa, está em extinção. Após a identificação das espécies arbóreas do Parque, foi desenvolvida a identidade visual e QR Code de cada exemplar, oportunizando maior conhecimento sobre as espécies locais. “Ao passear pelo local, a comunidade pode conhecer as árvores e se quiser mais informações poderá utilizar o QR Code, que será direcionado ao site da Secretaria de Meio Ambiente detalhando mais sobre aquela espécie”, disse. 
 
Ainda conforme a professora, o projeto está em processo de implantação no Campus I da UPF, e deverá ser ampliado para outras praças e parques de Passo Fundo. “É importante divulgar o nome das espécies, o conhecimento, isso também é educação ambiental e pretendemos ampliar para outros locais assim que possível”, finalizou. 
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