Crianças da Apace auxiliam na melhoria de brinquedo

Escorregador adaptado foi projeto vencedor do Tech Day IMED e será doado para a entidade

Escrito por
,
em

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

O Focus Group, formado por frequentadores Associação Passo-fundense de Cegos, Apace de Passo Fundo, que atende aproximadamente 80 pessoas, avaliou e sugeriu modificações no projeto ganhador do Tech Day, dos alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da IMED. O mobiliário que ganhou o desafio foi um escorregador projetado para um cliente mirim que tenha baixa visão.


Os envolvidos no projeto inclusivo, coordenados pela professora Andrea Mussi, que são a mestranda e professora da Arquitetura e Urbanismo, Jessica Portella, a mestranda Luisa Silva, a graduanda, Luisa Deon, fizeram as anotações da opinião dos pais.


De acordo com Andrea, a partir das percepções o brinquedo será modificado e implantado na área externa da associação nos próximos meses. “Fizemos primeiro uma dinâmica na Apace com as mães das crianças entre 4 e 12 anos com o objetivo de registrar as necessidades deles para a melhoria do brinquedo e um outro momento na Imed, onde as crianças testaram o brinquedo, que vai ser incorporado no projeto da área externa da Apace, junto à outro já existente. Também vamos fazer algumas modificações na área externa para convívio de associados com toldos de cobertura, vegetação, vamos dar uma nova ambiência para este espaço externo”, aponta.


Andrea enfatiza que o escorrega será automatizado, e feito de compensado naval que é resistente às intempéries do tempo. “O projeto já tinha alguma automação prevista, que seria o barulho com sensor na parte superior do brinquedo, no início do escorrega. Mas, também serão colocadas luzes na subida das escadas e uma toca na parte debaixo com elementos onde eles apertem e sairá sons”, esclarece.


O trabalho é desenvolvido na disciplina de Projeto Inclusivo do Mestrado, mas tem uma ligação com a graduação, pois foi feito na disciplina de Fabricação Digital e Prototipagem Rápida e também tem a ver com uma pesquisa que está institucionalizada na Imed

Gostou? Compartilhe