Doenças voltam às cidades

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Embora algumas epidemias tenham origem silvestre, como se diz da febre amarela, o perigo de expansão ronda o ambiente das cidades. A onda de contaminação da chikungunya, por exemplo, está sujeita a ressurgimentos cíclicos. Aconteceu com sarampo, dois anos após o Brasil certificar sua erradicação. Hoje já são 1.400 casos. O perigo é real, com o afrouxamento de programas de combate às causas chega quase imperceptível aos centros urbanos. O fenômeno demográfico das cidades é fatalmente potencializado pela ausência de estrutura no saneamento básico, que não acompanha o crescimento populacional. Hoje, além da Europa, temos concentrações na Venezuela, com redução das vacinas. O susto mobiliza, mas é caro demais para a segurança da saúde pública. A aglomeração urbana urge definições urgentes de prioridades, nas políticas preventivas. Todas as equações exigem nova consciência dos gestores públicos e privados e toda a população. As doenças estão globalizadas e podem nos surpreender, como dizem os observadores especializados. A maior cidadela para nos defendermos de enfermidades epidêmicas é a redução das diferenças sociais, hoje agravadas com desemprego e diminuição de renda do trabalhador. Ao mesmo tempo nos bancos sobem espantosamente os lucros. Algo está errado. E não é preciso ser socialista para entender iniquidade social tão grave.

 

Fome
Começa com o desemprego. É a fome. Nos seus diferentes graus, a pobreza e a miséria são incompatíveis com qualquer regime político. No Brasil tivemos período recente em que as pessoas passaram a raciocinar mais, ainda que diferentes. Após acesso à comida. A fome já sangra a Venezuela, onde o governo quer reluzir com o mais poderoso metal, o ouro. O que se pede é que um povo não seja julgado pelo que pensa com fome. Maldita fome!

 

Caminhões
Nos anos 2016 e 2017, segundo revendas de caminhões no Brasil, ouve queda brusca nas vendas. O país tem uma média insuperável nos caminhões de terceira idade; que remonta dos 40 anos. Neste ano voltou a renovação da frota lentamente. A avaliação é de que temos dez anos de retrocesso. Os dados refletem dificuldades de fluxo, que encarece nossa base de produção agrícola.

 

Poluição
Na cidade de São Paulo, ou Porto Alegre, como outras capitais brasileiras, tem aumentado o número de doenças respiratórias. Poluição do ar!

 

Mãe Adriana
O relaxamento da pena em regime fechado da ex-primeira-dama do Rio, Adriana Ancelmo, abre indagações sérias sobre a prisão feminina. O direito a prisão domiciliar é justificado pela necessidade de a proteção aos filhos. Os presídios estão lotados de mães (pobres) encarceradas por crimes. Há casos em que a necessidade da mãe é mais evidente. Questão polêmica que terá grande repercussão.

 

Mães da humanidade

É muita pretensão da humanidade a tentativa de prestar homenagem justa ou satisfatória, ao criar o Dia das Mães. É muito pouco, perante a real significação originária da figura materna. As mães constituem o maior mistério tateável da existência humana. Essa relação criadora, pela sublimação do mais puro afeto é diferente de tudo o que existe no comportamento entre as pessoas. É como se tudo fosse divino. Há fundadas razões para se crer que as mães que vivenciam a o elo criador com seus filhos o fazem por inspiração direta que estabelece um canal exclusivo de entendimento com Deus. Esta força etérea impõe de maneira insuperável a crença na existência de uma divindade. Há um misto de grandeza e mistério nisso tudo, mas que merece ser aproximado da vida cotidiana perdida em sintomas doentios assustadores. Só a força plantada por mãos que embalam o berço podem aplacar a escalada violenta dos humanos que se jactam de um falso progresso, e vêm esquecendo a natureza dos valores. Suplicamos às mães a que continuem lutando para salvar nossa infância e recomeçar rumos para humanidade.

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