Fatos 04.06.2019

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Mais bombeiros do que incendiários
O prefeito Luciano Azevedo deve assinar a proposta de acordo para dar um destino à área ocupada pela fabricante de guindaste Manitowoc, que deixou de operar no município em 2016. Não foi o prefeito que informou e muito menos assessores ou pessoas ligadas diretamente a ele. A conclusão é da própria colunista, que fique claro. Mesmo diante de todas as dificuldades particulares criadas por atitudes intempestivas, o foco é o bem comum e não individual. A consciência sobre isso é forte porque desde sexta-feira, quando os ânimos se exaltaram, surgiram mais bombeiros do que incendiários no processo. E de todos os lados. “Essas rusgas que incomodam agora ficarão no passado inexpressivo uma vez viabilizado um novo empreendimento no local. Seja uma nova empresa ou uma expansão de empresa”, disse um interlocutor. “O que importa é que o município retome a área, podendo receber um valor expressivo, o local passa a ser novamente utilizado gerando empregos e desenvolvimento econômico. Ao final, todos esquecerão essas brigas menores”, reforçou. É olhar para frente. Por isso a confiança de que o documento será assinado. Quando? Bom, isso talvez não seja nem divulgado. Até por que, o próprio prefeito, em nova nota divulgada ontem, afirmou que toda a negociação fora feita com discrição e que o combinado era divulgar apenas depois da decisão da Justiça. Se ele assinar, certamente só saberemos quando a Justiça der o veredicto.

 

Insegurança
“O município não pode criar insegurança jurídica para empresas que queiram se estabelecer aqui. Há uma região sedenta por abrigar futuros empreendimentos”, manifestação de importante empresário ontem à tarde a propósito do caso Manitowoc.

 

No Turismo
O procurador do Estado, Rodinei Candeia está, desde ontem, chefiando juridicamente a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo. O convite foi do titular da pasta, Ruy Irigaray.

 

Bobagens
Circulado por alguns perfis de políticos no facebook e a síntese e lamentável. O que tem de notícia falsa compartilhada não é brincadeira. Como lideranças que são acabam influenciando uma massa nada crítica, que multiplicam as mesmas inverdades para suas bolhas. Um crime! Como será difícil restabelecer a verdade de muitos temas espalhados em fake news. É mais ou menos permitir que se dirija bêbado. O estrago é irreparável.

 

Marcha à ré
Gilberto Capoani não poupou críticas ao governo de Eduardo Leite no caso do cancelamento dos convênios com as universidades para que elas fizessem projetos para recuperação de instalações elétricas das escolas estaduais. “O governo deu marcha à ré neste processo”, disse. A matéria foi divulgada com exclusividade pela jornalista Larissa Paludo, na edição de fim de semana de O Nacional.


Barragens I
Audiência pública realizada ontem pela Assembleia Legislativa reforça a questão da segurança das barragens. Presente, o Ministério Público sugeriu a criação de leis mais rígidas para o setor. Debate foi promovido pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente, presidida pelo deputado Paparico Bacchi (PR), mas atendendo a sugestão do deputado Valdeci Oliveira (PT) e presidida pelo deputado Paparico Bacchi (PR)


Barragens II
O promotor de justiça Daniel Martini, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem da Urbanística e Questões Fundiárias, entregou um manual de segurança do MP e pediu que o parlamento gaúcho elabore uma legislação restritiva e protetiva nos processos de construção, operação e desativação de barragens no Rio Grande do Sul. Paparico antecipou que a sugestão será inserida no relatório final previsto para ser entregue até o dia 10 de julho.

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