Fatos 07.07.2018

Escrito por
,
em

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Mulheres e espaço
Pelas novas regras eleitorais e com a confirmação dos Tribunais (STF e TSE), as mulheres não só devem ocupar 30% das candidaturas dos partidos (efetivamente), como também receber 30% do Fundo Partidário Eleitoral para a campanha. Além disso, as mulheres terão direito a 30% do espaço destinado a propaganda eleitoral gratuita na TV e no Rádio. Os partidos devem cumprir as cotas sob pena de responsabilização. O TSE deixou claro ainda que se as mulheres ocuparem mais de 30% das vagas de candidaturas, recurso do fundo e espaço de propaganda devem ser proporcionais. No PSDB nacional, por exemplo, o presidente do partido Geraldo Alckmin (pré-candidato à Presidência da República) já ordenou que o recurso do Fundo seja repassado a coordenação feminina do partido, que está à cargo da deputada federal gaúcha Yeda Almeida. Ela vai gerenciar cerca de R$ 55 milhões para a campanha das mulheres neste ano.


Processo
É um avanço, mas a realidade é que os partidos terão dificuldades de cumprir as cotas, porque não há tantas mulheres engajadas na política como deveria. Somos ainda minoria neste universo masculino. O caminho é longo, porque requer todo um processo de conquista, confiança e conscientização.


Ideologia
Para obter sucesso junto ao eleitor, o candidato à Presidência da República deve combinar posições ideológicas mais à direita no que se refere aos costumes (aborto, legalização de armas e drogas, etc), com um posicionamento mais à esquerda quando o assunto é economia. O resultado está na pesquisa XP/Ipespe, divulgada na semana passada. Em outras palavras, quando o assunto são reformas na economia que mexem no bolso de todos, o pensamento de esquerda aflora, mesmo entre os conservadores. Sinuca de bico para os candidatos.


Voltando à realidade
Não foi desta vez que o Brasil conquistou o tão sonhado Hexa. Estamos de volta à realidade. Se bem que, nesta copa, diante das circunstâncias, a empolgação com a Seleção Brasileira ficou abaixo do esperado. Com 13 milhões de desempregados, um Congresso apático, um país afundado em corrupção e desgovernado, mesmo que conquistássemos o título, ele não serviria nem de alento. Rumo a próxima copa e quem sabe o Hexa. A esperança nunca morre. Mas, em primeiro lugar, que o Brasil seja outro. Quem deve entrar em campo agora são os brasileiros eleitores que tem tudo para mudar a história.

Gostou? Compartilhe