Fatos 10.07.2018

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Interesses em jogo

Se havia alguma estratégia por traz do vaivém em torno da soltura ou não do ex-presidente Lula, no domingo, esta estratégia foi bem sucedida sob o ponto de vista político. No aspecto jurídico, o solta e mantém preso foi uma lástima. Só revelou que a polarização política que tem pautado as disputas no país nos últimos tempos se estende também ao Judiciário. Politicamente, pode-se dizer que o juiz Sérgio Moro mordeu a isca. Ao se pronunciar sobre decisão do desembargador Rogério Favreto, do TRF-4, num ímpeto de rebeldia, colocou em xeque a isenção que deveria ter em relação aos casos envolvendo o ex-presidente Lula. Mesmo que a assessoria da Justiça Federal justifique que a manifestação de Moro ocorreu por ter sido citado, não dá para entender o movimento que fez para não cumprir a ordem judicial, em pleno gozo de férias. Em xeque também a isenção do desembargador Favreto, que não conseguiu desvincular a decisão da relação partidária que tem com o PT. Em suma, os dois poderão ter problemas no Conselho Nacional de Justiça. As respectivas atuações serão questionadas, por extrapolarem competências e agirem de acordo com interesses políticos.

Aeronave

Até o dia 16 deste mês, a Azul vai operar o primeiro voo da manhã que vem de Campinas-SP para Passo Fundo com um ATR72 Turboélice. A aeronave é menor do que a Embraer 195 utilizada pela empresa neste voo. É mais lento e tem cerca de 30 lugares menos. A decisão da empresa é por tempo determinado. No entanto, é bom lembrar que a Azul vem reduzindo sua participação em Passo Fundo gradativamente. Um dos voos já foi cancelado e agora reduz a oferta de lugares.

Reclamação

Pior é que a empresa não fez um comunicado oficial sobre esta mudança, pegando os passageiros de surpresa. Eles embarcaram em uma aeronave em Passo Fundo e no retorno vieram com outra completamente diferente. A mudança consta apenas na Hotran.  

Ignorância

Não vacinar crianças contra doenças como o sarampo, que até bem pouco tempo, estava erradicado, é ignorância dos pais. É grave e o problema requer uma medida mais dura contra a falta de consciência. Porque esta atitude não coloca só em risco a vida de filhos de pais irresponsáveis, é uma questão de saúde pública. Instituir a obrigatoriedade de vacinas para matricular nas escolas, quer sejam públicas ou privadas, pode ser uma alternativa para evitar um desastre.

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