Fatos 10.10.2018

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Risco de ditadura

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, disse que vê o risco de ditadura no Brasil, seja de esquerda ou de direita, neste momento de polarização política. A entrevista foi dada a TV Brasil, à jornalista Roseann Kennedy. Marco Aurélio, disse que as instituições devem ficar atentas para inviabilizar qualquer tentativa de retrocesso.“O risco [de ditadura] eu sempre vejo. Porque, certa feita, eu li um livro A Marcha da Insensatez, a história se repete. E, evidentemente, temos que estar atentos aos contornos. Claro que, eleito este ou aquele candidato, ele perceberá que precisa, por exemplo, do Congresso Nacional para governar. Perceberá que, estando na cadeira mais importante da República, deverá dar um exemplo em termos de observância da ordem jurídica”, declarou Mello. O ministro afirmou ainda que não acredita que possa ocorrer retrocessos de imediato e alertou que não é possível “atropelar o que está estabelecido” para se alcançar determinado resultado. “Estamos vivenciando uma democracia há 30 anos. Não há espaço, de início, para retrocesso, mas as instituições precisam estar atentas, inviabilizando qualquer tentativa neste sentido de ter-se um retrocesso”. Durante a entrevista, Mello lamentou que o país tenha chegado à radicalização.

 

Risco real
O risco é tão real, que o próprio STF está proponto um pacto de governabilidade com o próximo presidente da República, para evitar que o país ‘capote’, aceverando a crise econômica.

 

Resultado
O ex-prefeito de Passo Fundo Airton Dipp recebeu o resultado das urnas com muita tranquilidade. Ficou triste, esperava fazer 20 mil votos em Passo Fundo e outros 5 mil fota daqui, o que lhe daria chance de ocupar uma vaga na Assembleia. Aos 68 anos de idade, com três mandados dedicados à prefeitura de Passo Fundo e dois como deputado federal, Dipp quer agora descansar. Não quer falar de futuro, mas disse que está sempre à disposição da vida pública quando for chamado. Agradeceu o carinho com que foi recebido pela população durante a campanha que, segundo ele, foi franciscana, mas intensa de trabalho.


Olho em 2020
Credenciado e apoiado pelo partido, o vereador Márcio Patussi se prepara para ser o candidato a prefeito em 2020. Dentre os candidatos que disputaram uma vaga à Câmara dos Deputados foi o que obteve maior número de votos em Passo Fundo. Totalizou 15.063, dos quais 12.377 no município.


Cláusula de barreira
Dos 35 partidos registrados no TSE, 14 não atingiram a chamada cláusula de desempenho e vão perder, a partir do próximo ano, o direito de receber recursos do Fundo Partidário e participar do horário gratuito de rádio e televisão. Foram atingidos: PCdoB, Rede, Patri, PHS, DC, PCB, PCO, PMB, PMN, PPL, PRP, PRTB, PSTU e PTC. O dispositivo atingiu os partidos da candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad, Manuela d'Ávila (PCdoB), e do candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, General Mourão (PRTB).

Conflito socialista

Corrente do PSB pediu que os socialistes deixem a base de governo de Satori, porque o candidato declarou apoio a Jair Bolsonaro na corrida presidencial no segundo turno. No entanto, nacionalmente, o PSB anunciou apoio a Fernando Haddad, gerando outra discordância. O prefeito Luciano Azevedo, disse não concordar com a posição da  Direção Nacional do partido, que declarou apoio a Haddad. "Em hipótese alguma farei campanha para o PT”, afirmou. O prefeito não deixou claro se esta posição indica seu apoio a Bolsonaro. 

 

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