OPINIÃO

Fatos 14.06.2019

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· 2 min de leitura

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No segundo semestre
O segundo semestre vai ser movimentado para o prefeito Luciano Azevedo, que pretende dedicar mais tempo para as discussões em torno de um candidato da base governista. Algumas coisas ele já definiu como critério de exclusão: não cogita apoiar candidato que não seja claramente identificado com a administração. Também avisa que o debate será ‘a La Luciano’: sem pressa ou afobação. “Quem tem postura ambígua não deverá ser candidato da base do governo”, diz. Para já ir ordenando os trabalhos, ontem esteve com o presidente do PSB municipal, Alexandre Rodrigues. O grande desafio do prefeito será garantir um nome que se comprometa em levar adiante o modelo de gestão implantado nos dois mandatos em cima de prazos, metas e resultados e que, sejam identificadas com o governo. Para o prefeito, o debate se antecipou demasiadamente em torno de uma eleição que só será realizada daqui a um ano e alguns meses.

 

CVF comemora e premia
A CVF incorporadora reuniu ontem parceiros e imprensa para agradecer, comemorar o bom desempenho dos quase 10 anos de atuação em Passo Fundo e premiar parceiros. O empresário Márcio Diniz Daniel destacou que o momento é de afirmação da empresa em Passo Fundo. Atualmente, a CVF tem 944 apartamentos em execução divididos em três empreendimentos. “Isso nos dá uma imensa responsabilidade com a qualidade dos nossos produtos”. Olhando para o futuro, disse que o horizonte é azul. A empresa tem 85 hectares a serem urbanizados no perímetro urbano e boa parte já em processo de tramitação na prefeitura. “Ninguém constrói algo relevante sozinho. Por isso esse é o momento de agradecer”, destacou.

 

Investir na crise
A decisão de investir no período de maior crise vivenciada pelo país foi elogiada pelo prefeito Luciano Azevedo. “A CVF decidiu fazer diferente, arriscar, empreender, construir e acreditar que um compromisso com esta cidade e região poderia ser produtivo para muitos. Em menos de 10 anos o que fizeram é gigantesco e fica muito maior se olharmos o período de crise que motivou a retração de investimentos e cancelamento de muitas iniciativas pelo Brasil”, comparou.


Retratação
Obrigado pela Justiça, o presidente Jair Bolsonaro se retratou publicamente por dizer, em 2014, que só não 'estupraria' a deputada federal pelo PT do Rio Grande do Sul porque ela 'não merecia'. O pedido de desculpas foi determinado no mês passado pela juíza Tatiana Dias da Silva Medina, da 18ª Vara Cível de Brasília. Bolsonaro também terá que indenizar a parlamentar em R$ 10 mil.

 

Saíram com o general
A demissão do ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz está sendo atribuída ao filho do presidente Carlos Bolsonaro. É o segundo desafeto do vereador carioca que vai para casa antes do tempo. A relação entre o presidente e Santos Cruz ficou insustentável, afirmam articulistas de Brasília, depois que ele foi cobrado por Bolsonaro por ter criticado o governo em mensagens em grupo fechado. Bolsonaro avalia três nomes para substituí-lo na função. Um dos cotados é o general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, atual chefe do Comando Militar do Sudeste. Há alvoroço na caserna.

 

Desgaste da reforma
O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse que o parecer apresentado por ele poderá passar por mudanças antes mesmo da votação na comissão especial da Câmara dos Deputados. Segundo ele, a inclusão dos servidores estaduais e municipais na reforma continua em negociação. "Podemos fazer um voto complementar após a discussão do texto, acolhendo mais sugestões dos deputados. Os servidores estaduais e municipais podem ser incluídos a qualquer momento, na comissão ou no plenário", completou. Estados e municípios querem a inclusão, caso contrário enfrentarão os próprios desgastes ao levarem o tema para suas esferas. Agora o desafio é garantir votos para aprovar a proposta em plenário.

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