Fatos 20.07.2019

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Pauta da Famurs

O prefeito de Palmeira das Missões Eduardo Russomano Freire está focado em três frentes de trabalho desde que assumiu a presidência da Famurs, no começo do mês. Uma delas é gestionar junto ao Congresso, ao lado de outras entidades municipalistas, a participação das entidades na modelagem do pacto federativo. Hoje, os municípios recebem cerca de 14% do resultado total da arrecadação, valor insuficiente para fazer frente às responsabilidades que as prefeituras tem. “As regras devem ser alterados de acordo com o que os municípios esperam. Não adianta receber 30% da receita e assumir 50% da responsabilidade dos serviços”, alertou durante entrevista ao Hora da Notícia da UPFTV, na sexta-feira. A segundo frente busca a inclusão dos municípios na reforma da previdência. Pessoalmente, o prefeito de Palmeira acha que essa não é a reforma mais justa, mas a possível nesse momento. Para ele, o ideal seria mexer em privilégios e proteger os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Mas, a frente de batalha do presidente da Famurs envolve os municípios que terão que fazer as próprias reformas, caso não sejam incluídos no projeto, durante votação do Senado. São mais de dois mil municípios no país que tem fundo próprio e se não houver uniformidade no regramento, a situação pode virar Torre de Babel. “Imagina se as regras de idade forem diferentes para cada município?” questiona.  

 

Acesso asfáltico

A terceira agenda como presidente da Famurs refere-se aos mais de 60 municípios gaúchos que não tem acesso asfáltico. Isso corresponde a 15% das cidades. A Famurs vai instalar uma comissão especial no próximo dia 24 para tratar deste assunto, mas já está engajada na Frente Parlamentar da Assembleia. Agora busca unir esforços para pedir que a bancada gaúcha no Congresso assuma o compromisso de destinar emendas o valor de R$ 100 milhões por ano, nos próximos três anos, destinado a resolver o problema. A Famurs quer que o recurso seja destinado seguindo orientação técnica, para realmente beneficiar os municípios com maior dificuldade.

Diálogo

O PCdoB tem se posicionado na manutenção do apoio ao prefeito Luciano Azevedo e ao candidato que for apresentado se esta for uma construção coletiva e o projeto de governo levar em consideração aspectos que são caros para o Partido. Na semana passada, membros do partido reuniram-se com o chefe do Executivo para fazer uma avaliação deste período em que o PCdoB permaneceu alinhado ao plano de governo. “Aproveitamos a oportunidade para pontuarmos os principais avanços nas áreas em que o Partido deu a sua maior contribuição”, relata o presidente Rubens Astolfi.

Atuação

O presidente municipal da legenda aponta que foram elencados no encontro, entre outros itens, a atuação decisiva do então secretário de Saúde, Luiz Artur da Rosa Filho, na expansão das Unidades Básicas de Saúde e na qualificação do atendimento público de saúde. “Também enumeramos as mudanças positivas que a secretária de Planejamento, Ana Paula Wickert, propôs e que modernizaram a cidade, além da minha própria ação junto ao Meio Ambiente. Nos preocupamos muito com a cultura, a educação e o lazer. Isso nos leva a também nos somarmos a estas áreas e defendermos a ampliação dos editais públicos, como o Funcultura e o de promoção das artes visuais. Em todos os espaços de governo aonde há participação do PCdoB podemos citar excelentes contribuições ”, enumera.

Nomes à disposição

Astolfi ainda colocou à disposição do prefeito Luciano os nomes do ex-vice-prefeito, Juliano; do ex-secretário de Saúde, Luiz Artur; da secretária de Planejamento, Ana Paula, e o seu próprio nome para serem protagonistas nesta frente. “Qualquer um destes nomes representa o projeto de uma sociedade mais evoluída econômica e socialmente. Todos possuem experiência de gestão e trabalho que os qualificam nesta empreitada em prol de Passo Fundo”, finaliza.

Para a história

A coleção de falas infelizes de Jair Bolsonaro superou todas as perspectivas esta semana. Vamos a elas, para que fique registrado que um dia um presidente deste país falou o que se segue:

“Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira, é um discurso populista”, durante entrevista a jornalistas na sexta-feira.

"Se puder dar um filé mignon para o meu filho, eu dou" e afirmou que pretende "beneficiar o filho, sim”, Jair Messias Bolsonaro sobre a indicação do filho Eduardo Bolsonaro como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

“A cultura vem para Brasília e vai ter um filtro, sim. Já que é um órgão federal, se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine. Privatizaremos ou extinguiremos. Não pode é dinheiro público ser usado para fazer filme pornográfico”, afirmou referindo-se ao filme Bruna Surfistinha. 

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