Fatos 30.05.2019

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Pacto
Dia 10 de junho os chefes dos três Poderes assinam um pacto pelas reformas do país. Uma saída honrosa para quem tem a tarefa de representar os brasileiros nas instituições responsáveis por manter o regime democrático e fazer com que o país retome os trilhos do desenvolvimento. O pacto chegou tarde, veio depois de muitos estragos e situações que criaram problemas desnecessários. Bastaria, desde o início, seguir o preceito básico constitucional de independência e harmonia entre os Poderes. No entanto, cabe dizer que é um passo importante e um sinal ao mercado de que as coisas podem engrenar definitivamente. Resultado das ruas? Sim, dos dois movimentos: o que defendeu a educação e o que apoiou o presidente no domingo. O pacto vem para dar uma acalmada nos ânimos. Não fosse assim, a disputa de força e beleza se estenderia e as conseqüências, nas ruas, não seriam as melhores. O diálogo e o entendimento continuam sendo a melhor força de resolver conflitos. Vamos apostar na eficácia do prometido.

 

A luta pela vida
O médico Pablo Santiago, pediatra com especialização em oncologia, em parceria com o vereador Saul Spinelli, PSB, está articulando para setembro o seminário que irá tratar sobre o diagnóstico precoce do câncer infantil. O palestrante será o médico Bonald Figueiredo, da equipe do Hospital Pequeno Príncipe e da Fundação Rei Pele do Paraná, que tem elogiável trabalho sobre o rastreamento de uma mutação ligada ao desenvolvimento de um câncer pediátrico, “P53”, através do teste do pezinho.

 

Seminário
O Seminário será em parceria com os hospitais de Passo Fundo e as Faculdades de Medicina para a construção de políticas públicas de diagnóstico precoce. Vale lembrar que a união de esforços do Dr. Pablo e do vereador Saul resultou, em 2016, na inauguração do Centro infanto-juvenil de Oncologia e também na criação da Escola de Vida para as crianças com câncer no Hospital São Vicente.


Emergências
“As emergências hospitalares são um saco sem fundo”. A afirmação foi feita pelo diretor-técnico do Hospital de Clínicas, Juarez Dalvesco, em participação no programa Painel da UPFTV na terça-feira à noite. O maior custo do atendimento é absorvido pelos hospitais, já que o SUS costuma pagar apenas por atendimento e a um valor praticamente irrisório. Todos os exames decorrentes deste atendimento, quando necessários, do mais simples ao mais sofisticado não tem cobertura pelo sistema. Esta pode ser uma das explicações de o porque as pessoas procuram mais as emergências do que as Unidades Básicas de Saúde. A resolutividade é maior para o paciente.


Números
O que impressiona são os números estudados pelos hospitais. Cerca de 90% das pessoas que buscam as emergências não precisam estar ali. Apenas 10% é realmente emergência. Mais de 80% das pessoas atendidas são de Passo Fundo. O dia de maior movimento é a segunda-feira. Quando chove, reduz o movimento e em feriados como Natal e Fim de Ano, as emergências ficam vazias. De janeiro a março, o Hospital de Clínicas atendeu uma médica que variou de 4,5 mil e a 5 mil pacientes mês.

 

Unidades Básicas
Mais de 59 mil pessoas foram atendidas nas Unidades Básicas de Saúde em quatro meses. Cerca de 27 mil foram consultas clínicas. Um índice tem sido recorrente e preocupa as autoridades. De 30% a 35% das pessoas que agendam consulta, confirmam e até retiram a autorização na secretaria não comparecem no dia e hora marcados. E 20% das pessoas que saem agendadas das emergências para as UBSs também não aparecem para as consultas.

 

Estatais
O governo não deve enfrentar dificuldades para vender as três estatais (CRM, Sulgás e CEEE), mesmo com a pressão que servidores farão nas galerias da AL. A bancada do MDB deve votar fechada e pela aprovação das matérias, protocoladas em regime de urgência. A questão é onde será aplicado o dinheiro do negócio que pode chegar a casa de R$ 3 bilhões.

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