Júlio César Pacheco

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Twitter: senhas sem proteção
Um grave problema atingiu o Twitter na semana passada, causando a liberação de dados de usuários. A gravidade da falha levou o Twitter a solicitar a mais de 330 milhões de usuários que mudem suas senhas na rede social. Segundo o Twitter a falha foi corrigida, mas por cautela é indicado que os clientes substituam as suas senhas. Outra providência indicada pelo Twitter é a ativação do login (serviço de autenticação em dois fatores) para impedir que contas sejam sequestradas pelos hakers. O Twitter recomenda que os clientes que usam a mesma senha em outros sites ou redes sociais devem trocá-las, imediatamente. Também sugerem o uso de um gerenciador de senha para garantir senhas fortes, que misturem letras, números e caracteres especiais. O fato ocorre num momento em que há desconfiança geral em relação ao armazenamento de dados dos consumidores, envolvendo casos de insegurança com o Facebook, Uber e Equifax. A União Européia já aprovou o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR).


Recall tira produto do mercado
Os produtos da Multilab, indicados para tratamento de escabiose – sarna, pediculose – piolhos, chato e carrapato, vão passar por recall. Em razão do problema, a empresa está recolhendo os lotes do Deltalab, loção 100ml e o Keltrina Plus 5% 60ml. A informação é de que os produtos tiveram contaminação por bactéria que poderá causar infecção pulmonar.


CUIDADO COM O VIDRO
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) estuda a possibilidade de regulamamentar as esquadrias de portas e janelas. O objetivo é evitar acidentes graves causados por falhas estruturais e ruptura de vidros por impacto ou esforço. O Inmetro está preocupado com o aumento de acidentes nessa área.


Acidente em Toboágua
A 10ª Câmara Cível do TJ-RS condenou o Clube Recreativo Dores, em Santa Maria, por conta de um acidente no toboágua que causou lesões graves nos pés de uma criança. O fato aconteceu há 12 anos. A indenização foi fixada em R$ 20 mil. Segundo a narrativa do fato na decisão judicial, o acidente ocorreu porque o “funcionário autorizou a criança a descer no brinquedo, quando o fluxo de água estava muito baixo, necessário para a desaceleração, o que ocasionou graves ferimentos nos seus pés, uma vez que bateu com toda a força no final do equipamento”. A aplicação do Código de Defesa do Consumidor resolveu a situação, uma vez que o fornecedor do produto ou serviço é responsável direto e de forma objetiva pelo dano causado. Não se pode cobrar cautela de uma criança numa situação dessas, sendo dever do funcionário que opera o toboágua autorizar ou não a descida do consumidor, no caso um menor de idade. É um direito básico do consumidor a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos. É evidente que o toboágua, embora seja um brinquedo recreativo e divertido, não sendo perigoso em si, pode representar algum risco senão observadas as regras mínimas de segurança.


Justiça manda Microsoft corrigir sistema
A Justiça Federal do Rio de Janeiro, atendendo pedido em ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) determinou que a Microsoft, em até 30 dias, realize adequações no sistema operacional Windows 10, visando permitir que o usuário possa, de forma simples e fácil, optar pelo não fornecimento de dados pessoais à empresa. Nesse momento, a opção padrão de instalação e atualização do software permite que a companhia obtenha diversas informações sobre os consumidores, sem o expresso consentimento destes. A ação do MPF levou em conta que a desativação da coleta de dados é tarefa complexa e trabalhosa, pois exige que o usuário personalize as configurações de cada serviço oferecido pelo sistema operacional, o que não está ao alcance de todos os consumidores. A decisão judicial levou em consideração a diretriz do Código de Defesa do Consumidor de que as informações de produtos e serviços colocados no mercado à disposição do consumidor devem ser claras e precisas.

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