Primeiro semestre encerra com índice negativo

Foram contratados 3.678 trabalhadores, enquanto 4.012 foram demitidos

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No Sine, mais de 5 mil pessoas buscaram Seguro Desemprego

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Passo Fundo terminou o primeiro semestre de 2018 com um índice negativo na geração de novos empregos. Enquanto 3.678 trabalhadores conseguiram uma vaga, outros 4.012 foram demitidos. Somente no mês de junho, foi registrada uma baixa de 98 vagas na cidade: 1.703 contratações e 1.801 demissões. Buscando reduzir o número de funcionários, o comércio foi o principal responsável pelos números negativos. A quantidade de empresas com CNPJ registrado junto ao Sine de Passo Fundo também apresentou um déficit. No começo do ano eram 15.351, mas acabou fechando o semestre com 15.260. O seguro desemprego foi acionado por 5.700 pessoas nesse período e ajuda a ilustrar a quantidade de demissões. De acordo com o coordenador da Agência Sine no município, Sérgio Ferrari, a perspectiva ainda é de fechar o ano com um saldo positivo. Isso, devido ao número de empregos que deve ser gerado pela chegada da Havan e inauguração do Passo Fundo Shopping.

 

Brasil

Nos primeiros seis meses do ano, passou de 57% para 64% o percentual de consumidores, de todo o país, que recorreram a alguma forma de trabalho extra ou bicos para complementar a renda. Levando em consideração apenas as classes C, D e E, a proporção salta para 70% dos entrevistados. Segundo o levantamento realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em cada dez consumidores, cinco (51%) acreditam que as condições gerais da economia pioraram ao longo deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado – o que configura um aumento de 12 pontos percentuais em relação à pesquisa de 2017. Quando avaliam a própria condição financeira, 44% garantem que também houve piora em relação ao último ano, um aumento de oito pontos percentuais. Outros 34% falam em condições financeiras iguais, ao passo que apenas 19% pensam que a situação está melhor que antes.

 

O período também ficou marcado por dificuldades que exigiram sacrifício e capacidade de adaptar a vida financeira. Reflexo do cenário ainda complicado para as finanças, 83% dos brasileiros tiveram de fazer cortes no orçamento para driblar as consequências da crise ao longo de 2018. Além disso, 57% das pessoas ouvidas disseram que ficaram desempregados ou tiveram algum membro da família que perdeu o emprego nos últimos meses. A crise econômica fez com que apenas 17% dos entrevistados conseguissem realizar algum sonho de consumo no primeiro semestre deste ano. E as perspectivas para o futuro não são boas. Outro dado é que mais da metade (53%) dos consumidores admitiu ter ficado várias vezes ao longo deste ano com as contas no vermelho e 37% tiveram de recorrer a empréstimo em bancos ou até mesmo com familiares para organizar o orçamento. Para colocar a vida financeira nos eixos, 28% dos brasileiros desejam aumentar a renda no segundo semestre fazendo algum trabalho extra ou bico. Outras estratégias que os consumidores idealizam praticar no dia a dia para economizar são organizar as contas de casa (26%), realizar mais pagamentos à vista (25%) e cortar gastos com lazer (21%).

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