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Futebol

A magnitude do futebol é bem mais do que uma simples bola e ultrapassa as dimensões de um gramado. Cada vez mais concordo quando o Brasil é qualificado como o país do futebol. Uma considerável parcela da população até entra em campo. Alguns batem uma bolinha legal, muitos enganam e raros são os autênticos talentos. Ora, são as mesmas parcelas proporcionais da sociedade para tantas outras atribuições. Então, deixando um pouco a bola de lado, temos no futebol elementos importantes em nossas vidas. Um deles é a paixão. Aquele sentimento que nos entusiasma, faz vibrar, entorpece e até cega. Isso quando não faz a gente perder a cabeça. O futebol é democrático, pois também permite um exercício de cidadania através da análise e de acaloradas discussões. Nesse patamar encontramos desinformados, desinteressados, dedicados, fanáticos e, ainda, aqueles que só pensam naquilo. Não importa o grau de envolvimento, todos dão os seus pitacos, não ocultam suas paixões e tocam uma flauta. Vejo no futebol o mais puro e absoluto exercício da fidelidade. Ah, nessa área ninguém troca de paixão e muito menos vira a casaca. Também é um corrimão para nos conduzir pelo túnel da história, sendo um importante referencial para a compreensão sobre o meio em que vivemos. Num bate-papo sobre futebol reunimos informações sobre ruas, prédios e muitas pessoas. Aliás, personagens enfileirados pelo tempo. Então, pegando a bola de volta, lembramos que, assim como a Terra, ela também é redonda. E continuamos girando no jogo da vida. 

Gaúcho

Já que estamos com a bola embaixo do braço, recorro aos bordões para colocar o Sport Clube Gaúcho dentro dessas quatro linhas. O espaço é pequeno diante da dinâmica exigida para uma abordagem sobre o seu Centenário. A marca de 100 anos foi completada neste sábado, 12/05. Mais do que um século de histórias, o Gaúcho está cercado por casos e causos salpicados pela paixão e pelo folclore. Não faltam histórias, muito menos personagens. Houve épocas em que, para enfrentar o Gaúcho no Estádio Wolmar Salton, era necessária muita cautela. E coragem dos adversários. Mas fora de casa também impunha muito respeito. Lembro-me de uma partida em Erechim entre Ypiranga e Gaúcho no início dos anos 1970. Quando a bola chegou aos pés de Bebeto, o Colosso da Lagoa silenciou. No silêncio da torcida adversária, estava o respeito ao melhor centroavante que tive o privilégio de ver atuar. O silêncio é um aplauso. 

Koff

O ex-presidente gremista Fábio Koff morreu na quinta-feira. Responsável pelas maiores conquista do Grêmio, também marcou pela sua habilidade diplomática como dirigente. Sábado, no Gre-Nal, Koff foi homenageado dentro e fora de campo. Antes do jogo, foi ovacionado e os aplausos tomaram conta do minuto de silêncio. O aplauso também é um silêncio.

Trilha sonora

A música pop passa pela riqueza da obra do maestro Burt Bacharach, que completou 90 anos. O tempo não depreciou o estilo inovador de seus arranjos, muito menos dos sucessos que ganharam grandes interpretações. Burt Bacharach e Dionne Warwick em um pot-pourri

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