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Bodes e palhaços

Os bodes cumprem papéis importantíssimos em nosso comportamento social. São duas as espécies mais conhecidas: o expiatório e o de sala. Quando éramos crianças havia situações que, em alusão ao dedurismo, nos obrigavam a apontar um culpado. Esse era o bode expiatório, geralmente um coleguinha, o irmãozinho mais novo ou, em último caso, dizíamos que a culpa seria do cachorro. Já o bode de sala nós conhecemos mais tarde pelos trancos da vida. É aquela artimanha de colocar no ambiente algo péssimo para transformar o ruim em aceitável. Os bodes estão em alta e, ainda, cumprindo um terceiro papel: o de palhaços. Sim, os palhaços entram em cena em momentos críticos do espetáculo para desviar a atenção da plateia. Anestesiado pelo ódio, o público divide a sua concentração entre os bodes e os palhaços. Enquanto isso, o show decisivo acontece silenciosamente nos camarins. Temos um circo com feras atiçadas, domadores com coceira nos dedos na porta das jaulas, atores fantasiados, palhaços sem nariz de palhaço e ilusionistas querendo ver o circo pegar fogo. Os bodes já fazem uma espécie de revezamento numa palhaçada contínua. Compulsivamente, a plateia bate palmas. Mas isso ainda vai dar bode!

Vandalismo

Neste final de semana, mais uma vez, houve vandalismo contra o autoatendimento da Caixa, na Avenida Brasil ao lado do Clube Comercial. Há poucos meses, no mesmo local, foram depredados os terminais. Desta vez foi vandalismo cirúrgico, pois cortaram (ou arrebentaram?) as fiações dos equipamentos. Também recentemente, tentaram sem êxito arrombar com fogo, usando algum maçarico caseiro, o caixa que existia no Shopping Bento Brasil. Esse terminal foi retirado do local. Porém, acredito que seja mantido o movimentado autoatendimento da Avenida Brasil pela sua localização estratégica.

Retrocesso

O desenvolvimento pode ser avaliado por vários índices. Mas, para mim, o que determina o porte de uma cidade é aquilo que ela oferece. Portas abertas e atendimentos 24 horas são indicativos de grandes cidades. Esse sempre foi o diferencial de Passo Fundo em uma grande região. Mas, como sempre há um ‘porém’ no meio do caminho, surgiram alguns retrocessos. Tivemos um período com fechamentos de supermercados em domingos e feriados. E aquilo que seria piada se não fosse verdadeiro: determinaram horário para fechamento de conveniências 24 horas. Agora o vandalismo poderá conduzir ao fechamento dos terminais de autoatendimento. Então, Passo Fundo regredirá ao nível de serviços de um vilarejo qualquer. Tudo por culpa dos “vândalos”. Afinal, quem são esses idiotas?

O Velho Agá

Semana passada, no Zaffari do Bella Città, encontrei a querida amiga Gilka de Castro. Antigamente conversávamos sobre marcas de uísque ou bebidas em oferta. Agora dedicamos nossa prosa às farmácias, fármacos e farmacêuticos. Com o passar do tempo ficamos experts nesse segmento. Então, Gilka enalteceu o atendimento da farmacêutica Josélia Cavalcante, da Farmácia São João filial do Bella. Atenção e bom atendimento também são excelentes medicamentos. E o Agá ainda vigora.

Trilha sonora

O saxofonista e compositor norte-americano Kirk Whalum: My All
Use o link https://bit.ly/2tqDgyb

 

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