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Prometedores de promessas
Existem piadas prontas que até parecem verdadeiras. São aquelas mesmas promessas de sempre que já viraram rotineiras. Existe um ranking das obras prometidas, com subdivisão por antiguidade ou por vezes em que foram anunciadas. Algumas são requentadas de tempos em tempos e com direito a replay. Outras permanecem em banho-maria e fazem parte do vocabulário dos passo-fundenses. Muitas, é claro, ganharam verberte no anedotário. Mas temos aquelas que de tão batidas já provocaram uma lavagem cerebral. Tanto que até são imaginadas como concretas. Sim. De tão anunciadas, materializaram-se no imaginário. É aquela história da água mole em pedra dura, vai batendo, batendo e acaba penetrando na cabeça das pessoas. Algumas dessas promessas são como os cometas e aparecem de tempos em tempos. Como há um espaço entre cada aparição, até surpreendem as novas gerações. Essa prática deu uma longevidade às próprias promessas. Há promessas tão velhas que logo renderão festa de centenário. O que me preocupa é o uso repetitivo das mesmas promessas. Ora, isso é falta de criatividade. Ou será que não há nada mais interessante para prometerem?  São piadas e provocam risos. Porém, a maneira antiética como elas são utilizadas é oportunismo. Mas continuam prometendo. E prometendo as mesmas coisas de sempre.
 
Ligações acintosas
Do telefone de manivela ao smartphone, a evolução é inegável. Do velho telefone fixo para o celular foi um avanço surpreendente. Hoje temos os smartphones que, na prática, são maravilhosos equipamentos que até servem para fazer ligações telefônicas. E receber telefonemas. Aí começa um grande incômodo. São as ligações de telemarketing geradas por bancos, agências de cobrança e das próprias empresas de telefonia. Utilizam vários números que, supostamente, estariam em diferentes áreas do país. Em alguns casos ligam, você atende e eles desligam. E quando alguém conversa já sabe seu nome, CPF etc. Muitos oferecem empréstimos consignados. Ora, como sabem o nome e outros dados das pessoas? E ligam insistentemente. É insuportável. Até quando? Será que não há ninguém disposto a acabar com isso? Tecnologia para tal não falta.
 
Depois da chuva
Nos dias de chuva temos alguns inconvenientes. A chuva passa e logo nos esquecemos de que choveu. Mas a chuva que passa também deixa ensinamentos. Ora, depois da chuva, os fatos não podem evaporar. São lições para que a gente aprenda a conviver com a chuva. Durante a chuva podemos observar onde existem lajotas soltas, marquises com acúmulo de água, bocas-de-lobo entupidas etc. Depois da chuva devemos fixar as lajotas, verificar entupimentos no escoamento das marquises, limpar as bocas-de-lobo e drenar os pontos propícios para proliferação do Aedes aegypti. Isso, é claro, também poderia ser fiscalizado.
 
De volta ao passado
Domingo, inacreditavelmente, os supermercados estarão fechados em Passo Fundo. Vi o aviso na porta de um estabelecimento. Mas será que todos os habitantes do Norte do RS já foram informados sobre esse inoportuno fechamento? Muita gente virá a Passo Fundo e acabará dando com a porta na cara. Fechar supermercados é atitude de cidade pequena. Passo Fundo tem 200 mil habitantes.
 
Trilha sonora
Um clássico que cai bem em todas as horas. Ao piano Jason Lux e o encanto da voz de Nieka Moss – La Vie En Rose
Use o link ou clique
https://bit.ly/2IxQYYd
 
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