Trabalhadores temporários serão contratados

Pelo menos mais 10 funcionários estarão atuando a partir de setembro

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O atraso nas entregas dos Correios deve ser estabilizado até o final do ano. A partir do mês de setembro, no mínimo mais 10 funcionários vão estar trabalhando em Passo Fundo. O aumento de carteiros será temporário e foi obtido através de uma reunião realizada em Brasília, com os vereadores Ronaldo Rosa e Rudi dos Santos, juntamente com o presidente da entidade, Carlos Fortner, ainda no mês de junho. As contratações serão realizadas através de uma empresa terceirizada que venceu a licitação pública promovida pelos Correios no ano passado.

 

A resposta emitida pela empresa na última sexta-feira (13), aborda outros dois tópicos, além da contratação de funcionários temporários. Para conseguir entregar as correspondências atrasadas, será realizado um trabalho especial aos sábados. A forma como é realizada as entregas também será modificada. Como não é possível atender todos os bairros da cidade diariamente, serão feitas de dois em dois dias.

 

“Os processos de trabalho das equipes são modificados, mas o serviço prestado à população não é alterado, já que os prazos para entrega seguem sendo os mesmos. Além disso, a DDA ( Distribuição Domiciliária Alternada) não se aplica aos serviços considerados expressos, como SEDEX, telegrama, malote e outros — o que significa que esse tipo de serviço segue sendo priorizado. Em resumo, a saída dos carteiros para as ruas não deixa de ser diária, o que muda é a forma como as correspondências são organizadas para a entrega. Com essa mudança, deixa de ser necessário que o carteiro visite exatamente os mesmos endereços todos os dias, mas os destinatários continuam recebendo suas correspondências conforme a demanda (e dentro do prazo)”, informou a assessoria de imprensa dos Correios.

 

Ronaldo Rosa destacou a importância de, após ouvir diversas reclamações sobre o atraso nas entregas, estar presente em Brasília para explicar a situação. De acordo com o vereador, os chefes da empresa não tinham conhecimento do que estava se passando na cidade. “Não sabiam sobre a situação de Passo Fundo”, disse.

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