Um diálogo concreto

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Tudo pode começar com um cafezinho. Se você sentar com a pessoa certa e tiver liberdade para fazer todas as perguntas, você descortina o conhecimento e sai muito mais preparado do que antes. Essa coluna não pretende ter o caráter de última resposta, isso nem faz parte do meu perfil, mas de uma conversa, de um bate-papo sobre o setor imobiliário, a construção civil, legislação, arquitetura, enfim, sobre as diversas áreas, que tornam a construção civil e o mercado imobiliário, uma das maiores fontes de geração de receita e emprego, em diversas cidades e regiões do Brasil.


Trazer o que há de novo nestes mercados, e de que forma podemos aplicá-los aqui, na nossa cidade.
Vamos começar? Pode sentar, ficar à vontade e participar desse canal de comunicação. A proposta é que a gente possa conversar sobre essa área tão importante para nossa economia. Estou no ramo imobiliário há décadas e, mesmo com acesso a instituições, pessoas e cursos, percebo que ainda falta informação sobre tendências do mercado, por exemplo, fontes de referência para auxiliar na tomada de decisão do cliente, opinião para instigar, dados para estimular. Percebo diariamente uma quantidade muito expressiva de dúvidas quanto segmento.


O cenário de crise ainda tem reflexos. As interrupções no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os escândalos descobertos pela Lava Jato, a falta de crédito e a alta dos juros foram prejudiciais para o segmento da construção civil. O número de demissões foi de mais de um milhão de trabalhadores, de outubro de 2014 a dezembro de 2016. Nos momentos difíceis, precisamos de mais recursos, de posicionamentos diferenciados, de estratégia para superar.


O mercado começou a reagir. A perspectiva é de crescimento de 2% este ano. A verba do FGTS, destinada ao setor habitacional, é uma das boas notícias. O valor deve ser de R$ 69,5 bilhões. Somados aos R$ 52,5 bilhões previstos para o Programa Minha Casa, Minha Vida, é investimento suficiente para empregar muita gente, movimentar a economia e gerar crescimento estrutural no país.
Passo Fundo foi apontada pela Revista Exame como a trigésima melhor cidade do país para se fazer negócios. A cidade tem uma construção civil robusta, um mercado forte e um grande potencial para retomar o crescimento mesmo diante das dificuldades. Precisamos estar atentos ao cliente. O comportamento das pessoas muda e o mercado precisa mudar também. É tempo de adaptação e desenvolvimento. Que a informação seja um diferencial para nós. Estamos juntos.

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