OPINIÃO

Arma sem alma

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Nenhuma lei, por mais rigorosa que seja, terá capacidade de despoluir a caudalosa história de assoreamento imperialista da civilização ianque.  Eles nasceram de uma colonização aplicada e inteligente no amaino da  terra, mas ao custo de rios de sangue dos nativos de Norte a Sul, Leste a Oeste. E mais, matar índio tornou-se a moda, ao estilo cinematográfico, símbolo da liberdade superior do poder pelo  trabuco. As  demais guerras no mundo seguiram o mesmo leito de um rio, assoreado pela morte, numa questionada versão justiceira. Em nome da liberdade individual, armas são vendidas nos carrinhos de supermercados em todos os estados, de Olympia a Miami. E daí! Uma população que acredita no poder de fogo, mas que apresenta uma  geração de grande evolução tecnológica, adolescentes e jovens que mudam de  religião todos os dias afirmando-se absolutos, desvendando tudo sobre cibernética e nada  sobre o ser humano. Este estado de onipotência não pode conviver com a amargura pessoal e explode na equivocada afirmação histórica de  resolver tudo com uma  rajada  de balas. Aí é só apertar o gatilho, e disparar! Nós gaúchos, de revólver na mão, ou os baianos de faca na  cinta, também precisamos mudar o jeito de entender a  convivência.

Euclides Ferreira
Ao comandar a PGM, na prefeitura,  durante oito anos, o experiente  advogado Euclides Serápio Ferreira exerceu relevante tarefa na  advocacia e serviço público. Sua  trajetória à frente da Subseção da OAB  de Passo Fundo e quando conselheiro Estadual da OAB/RS, também foi o coroamento de uma  dedicação profissional devotada à missão de operador do direito e ajuda a muitos companheiros da classe advocatícia. No recente período teve participação fundamental na atuação administrativa do poder Executivo, sempre agindo com espírito cooperativo nas  decisões que possibilitaram o desenvolvimento da cidade e modernização da estrutura administrativa. Atilado, sério e experiente, Euclides merece toda a  consideração de quem o conhece na atividade, por ser um dos mais ilustres militantes da advocacia, que atuou  ao lado de uma valorosa equipe de advogados. Desejamos muito êxito ainda em sua profissão.

Retoques:
* Aos poucos se firma a idéia de que a interpretação sobre os atos de julgamento e punição pelo Supremo Tribunal, no caso mensalão, não significam invasão de poderes. A defesa das prerrogativas parlamentares é legítima, como merece o poder constituído. Parece, no  entanto, que Maia seja mais ouvido se abandonar o tom de bravata em suas manifestações.
* A presidência do poder Legislativo de Passo Fundo será decidida  no dia da posse  em 1º de janeiro, mas certamente  terá o carimbo  do novo prefeito Luciano Azevedo, que  conhece bem as prelibações da liturgia e negociação para o cargo.
* Essa história de jogar garrafa plástica, sacos plásticos e papelão na sarjeta, torna-se um papelão quando vem a chuva.  O caso não t em outra  solução senão pela vontade dos moradores ou freqüentadores da cidade. Não há estrutura para superar o relaxamento.   
* O  final do ano, após excelentes notícias no campo do desenvolvimento e educação, a administração Dipp/Cecconello, tem reservado gratas surpresas  com entrega  de obras populares e início de  prédios na rede escolar infantil. Mesmo com o significado do ressurgimento de Passo  Fundo no cenário empresarial e educacional, parece-nos da mais alta importância a ampliação da  rede de esgoto. É  como salvar a população do fogo do inferno. Inadiável é o próximo passo na parceria Prefeitura e Corsan, que será a retirada dos lançamentos diretos nos riachos. Para que  estes tenham vida!
*  A página do site de ON divulga informações atualizadas. Com a notícia do falecimento do Sr. Sabino Arias percebemos que um velho luzeiro dos  tempos modernos de nossa história deixa este mundo, mas nos deixa a grande lição  de liderança.   

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