Caminhada ecológica

Lançamento de três trilhas na fazenda da BM vai auxiliar na educação ambiental e preservação da área

Por
· 1 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

No encerramento da semana do meio ambiente, a Brigada Militar anunciou a abertura de três trilhas ecológicas dentro da fazenda da BM, na saída para Lagoa Vermelha, às margens da BR 285. Realizada em parceria com a UPF, a iniciativa faz parte de um projeto de desenvolvimento sustentável, cujo objetivo é transformar o local em fazenda-modelo.

As trilhas foram desenhadas por um grupo de alunos e quatro professoras do curso de Biologia da UPF, coordenados pela bióloga Carla Denise Tedesco. A equipe também elaborou e entregou ontem à tarde, o estudo denominado ‘capacidade de carga’. Ele é quem determina  a quantidade de pessoas que podem caminhar pela mata provocando o menor impacto possível. No caso da fazenda, o número indicado  varia de 60 até no máximo de 75 pessoas por dia.

Distribuídas na mesma área de mata araucária, as trilhas foram definidas a partir de caminhos já existentes. Elas se interligam em alguns pontos, mas possuem diferentes distâncias. A primeira, destinada para crianças, tem uma extensão de 900 metros; a segunda, considerada intermediária é de 1.150 mil metros. Para quem tiver mais fôlego e disposição, a terceira via oferece um caminho de 1,4 mil metros dentro da mata fechada. O tempo estimado para percorrer toda a extensão varia de 30 min até 2h30min, dependendo da quantidade de paradas.

De acordo com a professora Carla Tedesco, a definição dos locais de paradas, com seus atributos de beleza, identificação de algumas espécies da vegetação e caracterização da fauna, que serão repassadas aos visitantes,  fazem parte da segunda fase do trabalho, ainda em andamento. Durante o trajeto, afirma a professora, são encontradas diversas nascentes do rio Passo Fundo. “É sem dúvida uma área importante para a cidade. Considerando que nossa região é Planalto, os rios começam com olho- d´água. Aqui, por onde a gente passa encontra-se  vários deles, por isso, a necessidade de preservação e ao mesmo tempo, possibilitar o desenvolvimento do turismo ecológico” explica.

Além do controle do número de visitantes, a bióloga chama a atenção para adoção de alguns critérios para reduzir o impacto na área. Um deles é evitar visitas em dias chuvosos ou úmidos, principalmente para não compactar o solo e evitar acidentes.

A matéria completa você confere nas edições impressa e digital de O Nacional.  Assine Já

Gostou? Compartilhe