Cavalgada marcará os 120 anos do Combate do Mato Português

As atividades iniciam no dia 12 com o acendimento da Chama Crioula que permanecerá acesa até o próximo ano quando serão completados os 120 anos da Batalha do Pulador.

Por
· 1 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Programação inicia no dia 12 de setembro quando uma Chama Crioula será acesa e permanecerá até o ano que vem quando serão comemorados os 120 anos da Batalha do Pulador

A programação dos Festejos Farroupilhas de 2013 terá uma atividade especial. Uma cavalgada marcará os 120 anos do Combate do mato Português que aconteceu em 1893 em um território onde hoje se localiza parte do município de Caseiros. As atividades iniciam no dia 12 com o acendimento da Chama Crioula que permanecerá acesa até o próximo ano quando serão completados os 120 anos da Batalha do Pulador.

A programação iniciará ainda na noite do dia 12 na Fazenda Tropeiro Camponês, que fica no Distrito de Pulador, onde a Chama Crioula será acesa e permanecerá até o próximo ano. Na sexta-feira, dia 13, inicia a cavalgada com mais de 30 cavaleiros com participantes dos Cavaleiros do Mercosul, Associação Cultural e Campeira Amigos do Arreio, de Caseiros, e da 7ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul. A cavalgada passará por Passo Fundo, Mato Castelhano, Água Santa, Santa Cecília do Sul e Ibiaçá antes de chegar ao município de Caseiros no dia 15 de setembro.

Combate do Mato Português
O Combate do Mato Português aconteceu em 18 de outubro de 1893 durante a Revolução Federalista onde hoje fica a comunidade de Vargem Bonita no município de Caseiros. As forças do general Lima e de Pinheiro Machado atacaram a retaguarda do exército de Gumercindo Saraiva de acordo com o Diário da Revolução Federalista, de Luiz de Senna Guasina. No mesmo trecho destaca a quantidade de mortos do exército enquanto apenas seis homens maragatos morreram.



Gostou? Compartilhe