OPINIÃO

Coluna Júlio

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“Troco virtual” ou bala?

O recebimento de “troco” em decorrência do pagamento de valores acima do devido é um direito do consumidor, porém, a regra no mercado é a não devolução de pequenos trocos, sendo substituídos por balas ou outros brindes ou, em muitos casos, os fornecedores simplesmente não devolvem troco algum. De centavo em centavo o lucro do fornecedor aumenta na mesma proporção do prejuízo do consumidor.

A não devolução do troco, muitas vezes decorre da falta de moedas em circulação no mercado, situação que pode ser facilmente constatada pelos consumidores, não sendo culpa exclusiva dos comerciantes. Mas o fato é que, seja qual for a desculpa, o consumidor não pode sair perdendo. Para resolver este problema, um projeto pioneiro foi lançado em Alagoas. É o chamado “Piggo”, um aplicativo de troco eletrônico, o qual permite que as empresas cadastradas substituam as moedinhas por uma transferência on-line para os clientes. O aplicativo pode ser usado pelo celular, computador ou pelo sistema de caixas do próprio estabelecimento comercial.

Pelo sistema, basta o cliente informar o número de CPF e do celular que o troco ficará armazenado para o consumidor, que poderá usá-lo em outra oportunidade para várias funções, tais como fazer uma transferência para a conta Piggo de um amigo, fazer uma recarga de crédito de celular, realizar uma doação ou transferir para uma conta corrente. Nessa primeira versão, o programa está habilitado para os aparelhos com sistema operacional Android, mas a expectativa é de que logo esteja à disposição para os dispositivos iOS, Windows Phone e Blackberry.

Capsulas de sabão em pó: perigo à vista

O produto ainda não é comercializado no Brasil, segundo informações dos segmentos de vigilância em saúde, mas nos Estados Unidos surgiu como novidade e ganhou grande espaço no mercado em 2012 e 2013. Trata-se da cápsula de sabão em pó, produto de pequeno tamanho e colorido, que facilmente é confundido com balas e doces e pode ser ingerido por crianças. Foram constatados 17.230 casos, sendo que uma criança faleceu. As outras tiveram tosse, falta de ar, irritação nos olhos, letargia e conjuntivite. As autoridades brasileiras estão acompanhando o caso.

FRAGMENTOS

- O PROCON de São Paulo informa que o site Decolar.com e a TAM são os fornecedores com o maior número de reclamações de consumidores. Em outro quesito, a empresa GOL é considerada a líder em solução de problemas, destacando-se no atendimento dos consumidores.

- Novas regras da ANATEL já estão em vigor. Cumprindo os prazos estabelecidos pelo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações, publicado em março deste ano, as empresas de telefonia deverão manter históricos de protocolos de pedidos e reclamações dos clientes por três anos. Antes, a regra era manter os dados por dois anos. Também deverão disponibilizar mecanismos de comparação de preços e ofertas a fim de auxiliar os consumidores.

- A Proteste – Associação de Consumidores – está advertindo o INMETRO e a ANVISA de que o produto loom band charms, que se trata de um material plástico, com elásticos coloridos trançados e acessórios de borracha, usados para fazer pulseiras para meninas e adolescentes, pode causar câncer. O caso já foi denunciado em outros países. Segundo pesquisas nesse material, os pingentes apresentam concentração de 40% de Ftalato, nível considerado cancerígeno.

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