OPINIÃO

Coluna Zulmara - 22/07/2016

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· 2 min de leitura

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Coligar ou não coligar
Coligar com outro partido ou não coligar? Eis a questão! A decisão será tomada por 100 delegados do diretório municipal do PT, na reunião de sábado à tarde. Se a proposta de não coligar for aprovada, o partido vai trabalhar com chapa própria nas eleições municipais deste ano. Se a coligação for a decisão final, então a partir de segunda-feira, dia 25, o PT começa a buscar um nome para indicar a vice na chapa de Osvaldo Gomes, PP. Sim, o PT está prestes a embarcar na aliança com o ex-prefeito. Com 4 minutos de TV e rádio, uma força local indiscutível, o PT é a cereja do bolo que faltava para a aliança. O fato de o PP ter votado pelo impeachment da presidente (agora afastada) Dilma Rousseff, e o passado de oposição protagonizado pelo PT às duas administrações de Gomes na Prefeitura de Passo Fundo são detalhes neste momento em que o que está em jogo é o Poder. O grupo que representa o PT orgânico, que defende a volta às origens, se remói com a hipótese. 

Falta de coerência
Para ser mais precisa e justa, a única coligação com coerência ideológica no processo eleitoral de Passo Fundo está para ser construída e envolve partidos pequenos: PSOL e PSTU. A grande aliança que buscará a reeleição do prefeito Luciano Azevedo não está formada em cima de coerência ideológica desde 2012, como esta colunista já mencionou em outras ocasiões. Campos de esquerda, direita e centro estão representados nela. São 14 partidos. A aliança que terá como cabeça de chapa Osvaldo Gomes segue a mesma tendência, no caso de adesão do PT. A diferença é que a chapa de Luciano já experimentou a convivência e sabe como ela funciona. No caso da possível aliança em torno de Gomes, o resultado é imprevisível.

Foi dito
"Se não é possível dar aumento para quem ganha menos, não posso conceder reajuste para que ganha mais. Fizemos a nossa parte, pedindo solidariedade a todos e alertando para a situação delicada das finanças estaduais e da economia nacional". Governador José Ivo Sartori ao anunciar a impugnação das leis que concedem reajustes salariais a servidores de outros poderes.

Filiação
O ato de oficialização do deputado federal Giovani Cherini no Partido da República (PR) será nesta sexta-feira, 22, a partir das 18h, no CTG 35, em Porto Alegre. Aproximadamente mil pessoas são esperadas. Segundo Giovani Cherini, o ato simbólico marca um novo momento em sua carreira política, pois o PR é um partido liberal social, de centro, incentiva o cooperativismo e dá liberdade e autonomia para os seus representantes desenvolverem um bom trabalho. Uma das metas do deputado federal exercendo a função de presidente estadual da sigla é a formação de comissões provisórias nos municípios.

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