Condutores de Passo Fundo entre os mais infratores do interior gaúcho

Dados integram planilha da Secretaria de Segurança Pública do município

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· 1 min de leitura
Multas de trânsito tiveram uma redução de 14,6% na cidade

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Estacionar em zona irregular, dar aquela checada no celular enquanto o carro está em movimento e não utilizar o cinto de segurança são as violações de trânsito que, para além da multa e da diminuição nos pontos da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), colocam os condutores passo-fundenses entre os mais infratores, juntamente com os caxienses, do interior gaúcho.


O monitoramento, elaborado pela Secretaria de Segurança Pública do município e pelo Detran/RS, aponta que, apenas em 2019, 10,5 mil autuações foram anotadas pelos 62 agentes que atuam na fiscalização de trânsito no perímetro urbano. O índice, embora tenha diminuído de 69 para 68 mil transgressões no período considerado de um ano, ainda é bastante elevado na comparação com o número de veículos registrados na cidade. O secretário municipal de Segurança, João Darci Gonçalves da Rosa, pondera, ainda, que a pressa de chegar ao destino final impulsiona os motoristas a cometerem uma quarta irregularidade: a ultrapassagem em sinal fechado. "O pessoal reclama, mas os autuados só são autuados porque cometem infrações", observa.


Dos 131 mil veículos emplacados na cidade, 57,4 mil foram flagrados pelos controladores eletrônicos no exercício irregular de conduta citado por ele ou somado à parada em cima da faixa de pedestre e o excesso de velocidade permitida para as vias locais. “Em período de recesso escolar, como agora, diminui o tráfego na cidade. Mas, a média de circulação é de 20 mil novos veículos por dia”, acrescentou o secretário. “Nosso trabalho é na prevenção da acidentalidade”, observou.


Indicadores em baixa
Se os condutores passo-fundenses dividem o ranking com os motoristas de Caxias do Sul nas irregularidades de trânsito no interior gaúcho, a atuação preventiva de educação para o trânsito impulsionou a redução nos números de acidentes nas vias urbanas. De 3.287, em 2018, o índice de colisões fechou o ano passado com 3.165 registros de ocorrência dessa natureza. “Focamos nas pessoas da terceira idade porque são as maiores vítimas de atropelamentos na cidade. Das 8 mortes, em 2019, 5 foram de idosos”, mencionou Rosa.

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