OPINIÃO

Fatos 02.02.2019

Por
· 2 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

Bolsonaro aprova o que quiser
O governo de Jair Bolsonaro começa efetivamente a partir de agora, com a instalação do Congresso Nacional. E pela formação dos blocos partidários é plausível afirmar que vai conseguir aprovar o que quiser a partir de agora, especialmente as reformas que dependem de votação qualificada. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, foram formalizados três blocos partidários:

 

* O bloco de apoio ao governo tem 301 deputados e será composto por: PSL (52), PP (38), PSD (35), MDB (34), PR (33), PRB (30), DEM (29), PSDB (29), PTB (10), PSC (8) e PMN (3). 
* O segundo maior bloco tem 105 deputados e será formado por PDT (28), Pode (17), Solidariedade (13), PCdoB (10), Patri (9), PPS (8), Pros (8), Avante (7), PV (4) e Democracia Cristã (1).
* O bloco de oposição tem 97 deputados e será composto por PT (54), PSB (32), Psol (10) e Rede (1). 

 

Salada
Dois partidos não integram nenhum bloco: Novo (8) e PTC (2). Somados, aos demais possuem 212 votos. Insuficientes para derrubar ou aprovar qualquer coisa. Os blocos foram formados para composição da Mesa e comissões e poderão ser alterados. O PSB, que havia rompido com o PT foi coptado com a possibilidade de ser líder da minoria. Mesmo papel que o PCdoB pretende. Solidariedade, Patriotas, Pros, Democracia Cirstão, no grupo do PDT, poderão votar com o governo.

 

No pique
Para quem tem um vice de patente militar superior a sua (general Mourão) e com posições firmes sobre qualquer tema, inclusive sobre o aborto (disse que quem tem que decidir a respeito é a mulher) ficar muito tempo afastado da presidência não é aconselhável. O presidente Jair Bolsonaro despacha do hospital, mesmo desaconselhado pelos médicos. Segue a risca o ditado popular: “enquanto descansa, carrega pedra”.

 

Lista de nomes

Sobre a declaração do Deputado Mateus Wesp, que afirmou que nunca pediu cargos ao governo municipal, o Prefeito Luciano Azevedo respondeu à coluna: “o deputado deve estar esquecido. Pediu sim! Primeiro para ele próprio, ainda em 2012. E ficou na Prefeitura até 2016. Depois, para uma longa lista de pessoas que ele encaminhou ao gabinete. Prefiro dar o assunto por encerrado e focar no trabalho, que é mais importante”.


Voltando à sala de aula
Juliano Roso, volta para sala de aula. Se despediu da Assembleia Legislativa esta semana, encerrando um ciclo de quatro anos. “Foi um grande aprendizado, muito trabalho e muitas responsabilidades. Saio do parlamento de cabeça erguida e sabedor de que cumpri meu dever e obrigações perante o povo gaúcho”, disse ele em um post nas redes sociais. Comunicou que está retornando ao trabalho na sala de aula (é professor de história) e, na vida política, vai se dedicar intensamente ao fortalecimento e organização do PCdoB, onde milita há 27 anos.

 

“Ah não, isso não é ideologia, isso é coisa que me dá arrepio! (Risos) Esse negócio de Terra plana e essas teorias da conspiração não fazem parte da ciência. A gente tem ótimos cientistas no Brasil, temos todas as condições de desenvolver muita coisa boa para o país através de pesquisa, através de tecnologia. Mas sem essas questões aí.”
O astronauta Marcos Pontes, atual ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em resposta a jornalista Daniela Kresch da Folha de São Paulo.

 

Visita
O deputado estadual Paparico Bacchi (PR), empossado na quinta-feira na Assembleia Legislativa, iniciou o primeiro dia de trabalho visitando o prefeito de Mato Casatelhano, Jorge Luiz Agazzi  (PDT). No encontro, que ocorreu na manhã de sexta-feira (1°), Paparico anunciou apoio aos municípios e muito trabalho em defesa das agroindústrias e da saúde pública. Agazzi é presidente da Ampla e convidou Paparico para a primeira reunião dos prefeitos no dia 22, na UPF. 

Gostou? Compartilhe