OPINIÃO

Fatos - 04/03/2015

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Fragmentos I

É utopia afirmar que movimentos como o dos caminhoneiros ou os registrados em 2013 contra o aumento das tarifas do transporte público não tenham vínculo com ideologias. Pode não ter com uma sigla partidária, mas no momento em que se luta por alguma coisa e de alguma forma, se toma partido, se tem uma posição, e acabamos por nos identificar com um lado da história. Os movimentos, mesmo que não queriam, estão fazendo política. Quem faz este raciocínio é o sociólogo, professor da Universidade de Passo Fundo, Ivan Dourado. A Central Sindical Popular, Conlutas, que congrega movimentos sindicais, sociais e partidos, não participa da mobilização para o dia 15 de março, na defesa do impeachment. Está chamando para greve geral no dia 6. O coordenador em Passo Fundo, Orlando Marcelino que é também diretor do 7º Núcleo do Cpers, afirma que a saída não é o impeachment, mas a mobilização pela defesa dos direitos dos trabalhadores.

Fragmentos II

Já o professor Antônio Kurtz Amantino, historiador e cientista político, não só entende que há ambiente legal para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, como acredita que os brasileiros irão aos milhares para a rua no dia 15. O presidente da OAB, Alexandre Gehlen não vê este ambiente jurídico e entende que não seria prudente o impedimento da presidente, poucos meses depois de ela ter sido eleita num processo democrático e legítimo. Estas e outras manifestações foram colhidas do debate do programa Estúdio 4, que foi ao ar ontem e será reprisada nesta quarta-feira, às 20h e na sexta-feira às 23h. Posições distintas dos convidados que auxiliam no entendimento da conjuntura. 

Filiação

A Associação de Moradores e Amigos do Centro informou ontem que solicitou filiação na União das Associações de Moradores de Passo Fundo, conforme a coluna já havia antecipado. Pedido que, segundo a Amac, nunca havia sido feito antes por algum dos presidentes que passaram pela entidade. No aguardo da resposta. 

Desfiliação

Histórico do PCdo B, Emerson Broto, deixou a sigla partidária, alegando razões pessoas. Mas, mantém convicção na ideologia comunista. 

Contas

Vereador Isamar de Oliveira, PT, vai pedir prestação de contas do Carnaval de Rua. Quer especificado a arrecadação com ingressos, patrocínios, camarotes, etc e, também, quer saber quanto a prefeitura investiu no evento.

 

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