OPINIÃO

Fatos 1º e 2/11/2014

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· 2 min de leitura

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Boataria sem limites

Desmistificando informações: Para o bem da verdade, algumas informações que circulam nas redes sociais envolvendo as eleições são inverídicas e não contribuem em nada. A primeira delas é de que a presidente Dilma Rousseff sofrerá impeachment e até um movimento estaria sendo organizado pelas redes sociais para pressionar o Congresso. Ora, para abrir um processo de impeachment contra o chefe de Estado será preciso um fato grave, determinante e com provas. A declaração do doleiro Alberto Youssef de que Lula e Dilma sabiam da corrupção dentro da Petrobrás, feito à Polícia Federal, e publicado pela Revista Veja na sexta-feira da semana passada, foi apenas um depoimento. Youssef não apresentou provas, portanto há um abismo entre dizer que sabiam e o impeachment da presidente. Outra inverdade é de que tentaram matar Youssef para calar sua boca. O doleiro passou mal às vésperas da eleição, porque é cardíaco e já havia sido internado outras vezes. Ninguém tentou mata-lo. O mais cruel disso tudo é que a multiplicação destas informações parte de núcleos político-partidários na tentativa de mudar o foco. E o mais grave ainda é que este lixo de informação é produzido tanto da ala governista quanto da oposição. Cada um a sua forma.

Mesa Diretora

A bancada de oposição na Câmara de Vereadores articula para obter mais cargos na Mesa Diretora. Como os vereadores da base devem ficar na presidência e vice já que os que assumirem substituirão o prefeito Luciano Azevedo quando ele se ausentar do município, a oposição articula com dois vereadores da base, Pedro Danelli, PPS, e Márcio Tassi, PTB, dando-lhes a presidência e vice, e ficando com os demais cargos. Isso ocorre, porque a bancada governista não está se entendendo em relação ao candidato a presidência. Se assim fosse, elegeria a Mesa sem qualquer problema.

 Cheque livro

No lançamento da Feira do Livro, sexta-feira à noite, o prefeito Luciano fez um balanço do programa que ele lançou no ano passado: o cheque livro. Segundo a Secretaria de Educação, mais de 800 professores da rede pública municipal já aderiram ao programa, com a compra de cerca 1.500 livros de diversos autores e gêneros até o momento. O cheque livro proporciona ao professor municipal o direito de gastar em livros, por conta do município, até R$ 50 a cada quatro meses, sendo ressarcido pela prefeitura.

Caixinha I

Reportagem de capa da Revista Congresso em Foco revela que mais de 360 assessores doaram para a campanha eleitoral de 125 parlamentares para os quais trabalham. Eles reforçaram, com quase R$ 1,4 milhão, o caixa de deputados e senadores com contribuições em dinheiro ou prestaram serviços de graça.

Caixinha II

O partido que mais recorreu à caixinha foi o PT. Dos 88 deputados petistas, 44 receberam a ajuda do gabinete. Juntos, assessores petistas repassaram R$ 498.767 para a campanha de seus respectivos chefes. No Senado, o campeão em arrecadação entre funcionários foi o tucano Mário Couto (PSDB), que recebeu R$ 71 mil. Na Câmara, esse título ficou com o deputado Rubens Otoni (PT-GO), que arrecadou R$ 73 mil.

 

 

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