OPINIÃO

Fatos 10.04.2019

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· 3 min de leitura

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Relações com o Mundo Árabe

A ministra da Agricultura Tereza Cristina se reúne hoje, na Confederação Nacional da Agricultura, com embaixadores de países do Mundo Árabe. Na pauta, a manutenção das relações comerciais com estes países, que são os principais compradores de carne do Brasil, especialmente a de frango. O Mundo Árabe é responsável por US$ 11 bilhões de receita cambial todo o ano para o Brasil, enquanto Israel representa US$ 300 milhões. “Não dá para jogar fora 11 bilhões de dólares”, disse ontem o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra, em entrevista ao programa Café Expresso da Rádio UPF. Para ele, um possível desconforto que abalasse a relação comercial com os países árabes já está descartado porque o governo brasileiro entendeu a importância de manter esta relação. “Acho que a instalação de um escritório em Israel foi uma solução inteligente”, atestou. O presidente Jair Bolsonaro chegou a falar em transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. O Brasil é hoje um dos maiores exportadores de carne de frango para países Árabes e 50% deste volume segue rituais religiosas. Chamada de carne de Halal, segue princípios do Islã tanto na produção quanto no abate. Em árabe, a palavra significa legal, permitido. Os muçulmanos só podem consumir alimentos que foram produzidos seguindo essa prática.

Atividade

“Não há atividade que dissemine mais renda e emprego no meio rural do que a avicultura, suinocultura e o leite. São atividades geradoras de muitos empregos”, disse Francisco Turra Num raio de 140 Km da região de Passo, existem 14 frigoríficos envolvidos na produção e abate de frango e suínos.

 

Mercado ampliado

Turra disse que a produção de carne no Brasil está equilibrada, as exportações em boa fase e a indústria de origem animal disposta a investir, ampliar e inovar. Neste ano, o Brasil ampliou as exportações para a China e melhorou as relações com o México, que tinha 20 plantas e habilitou mais 46 plantas frigoríficas. A Coréia foi outra novidade com nove plantas habilitadas.   “Esse ano, apesar de tudo, as coisas estão bem melhores”, atestou.

Obras I

Falta pouco mais de um ano e oito meses para terminar o período de mandato do prefeito Luciano Azevedo. Duas obras são tratadas com atenção para que possam ser entregues antes do final de 2020: a revitalização da Avenida Brasil e a obra de ampliação do Hospital Municipal Cesar Santos. A determinação do prefeito é para que não ocorram novas obras em final de mandato. O importante, segundo ele, é focar naquilo que está em andamento, para que seja concluído dentro do prazo.

Obras II

Outras obras de menor porte estão em andamento em alguns bairros da cidade, como pavimentação, novas escolas, unidades de saúde e estrutura de assistência social. O conjunto de iniciativas também deverá ser entregue antes de encerrar o mandato. Sem avisar da agenda, tem feito visitas a pelo menos uma obra ou bairro por dia. Na terça-feira, visitou as obras da Avenida Brasil, que já chegaram a cerca de 30% do previsto.

Confirmado

Conforme a coluna antecipou ontem o governador Eduardo Leite vai mesmo abrir o capital da Corsan. A medida foi anunciada durante coletiva à imprensa. A abertura do capital, segundo o governador, vai permitir arrecadação para o Estado e para a empresa fazer investimento em saneamento. A entrevista foi para avaliar os primeiros 100 dias de governo. Uma espécie de arena foi montada no salão principal do Palácio Piratini, no modelo do programa Roda Viva, da TV Cultura de São de Paulo.

Empréstimo

A Câmara de Vereadores de Mato Castelhano aprovou o projeto de lei do Executivo que autoriza a contratação de financiamento no valor de R$ 3 milhões. O recurso será tomado junto à Caixa Econômica Federal - Programa FINISA - e será pago em dez anos, com juros de 1% ao mês e carência de um ano. O recurso será usado na pavimentação de ruas e no saneamento básico, além da compra de máquinas e equipamentos.

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