OPINIÃO

Fatos 10.11.2016

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· 1 min de leitura

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Chocados

O mundo acordou estupefato com a notícia da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. É uma guinada histórica do conservadorismo político. O que será a partir de 20 de janeiro de 2017, quando o megabilionário começa a comandar a maior potência econômica do mundo, ninguém sabe. Qualquer projeção ou pesquisa a respeito, duvide. “Os analistas e especialistas da mídia vão passar dias tentando explicar o que nem eles conseguiram enchergar, por pura miopia. Mas, para entender isso, tem que ir no lugar e cheirar o ambiente. Não funciona à distância e nem de modo virtual”, relatou o publicitário Paulo Di Vicenzi, que está em Washington.

Sinceridade

Segundo ele, assim como no Brasil, a grande mídia tem seus interesses e tentou levar a opinião pública em direção a Hillary. “O comportamento do eleitor americano é muito simples: vota em quem lhe parece mais sincero, ponto. Entre um, tido como maluco, mas que fala o que pensa, e entre outra, tida como séria, mas que cria dúvidas ao esconder e-mails, o povo, como conservador que é, escolhe o maluco autêntico. Esse é o grande dilema que pesa na cultura americana para escolher seus políticos: verdade x mentira. O resto é viagem sociológica que, por aqui, fica em segundo plano”, avalia.

Pergunta

A pergunta que devemos fazer é: qual o interesse dos Estados Unidos em bagunçar com a economia mundial? O discurso de Trump ontem, foi de conciliação. Será que ele fez gênero durante toda a campanha?

Sem definição

Ainda sem decisão a situação judicial da multinacional Manitowoc, empresa de guindastes que decidiu encerrar a operação em Passo Fundo, no ano passado. A ação movida pelo vereador Patric Cavalcanti, DEM, tem por base o protocolo firmado entre a empresa e o município. A empresa recebeu isenção fiscal e ganhou a área de 145 mil metros quadrados, ao custo para o município de R$ 5 milhões. Além disso recebeu toda a infraestrutura como terraplanagem, ligação de luz, água e internet. O artigo 7º do acordo é claro: se a empresa não cumprisse suas obrigações, a área deve ser revertida ao município. É isso que a ação, que tem como advogado Alcindo Roque, está pedindo.  

 

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