OPINIÃO

Fatos 11.03.2017

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· 2 min de leitura

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À disposição

Todo o efetivo do 3° Batalhão de Operações Especiais (BOE), com sede em Passo Fundo, será transferido para Porto Alegre nesta segunda-feira e lá vai permanecer até o dia 31 de julho. O motivo é o alto índice de criminalidade que assola a Região Metropolitana, mas especialmente a Capital dos Gaúchos. De fato, sem efetivo na rua não há como resolver o problema da insegurança que tem feito vítimas dia após dia. Os regimentos de todas as regiões do Estado devem ceder policiais neste período, até a formatura da nova turma de PM’s (serão mais de mil novos policiais). Os Comandos Regionais que não contam com Batalhões Especiais, devem ceder policiais da cavalaria e motos. Chegamos num ponto crucial. O cobertor não é nem curto, está esfarrapado e não atende a necessidade básica. Retiramos do interior para suprir a demanda da Região Metropolitana. Tentamos tapar o furo lá e ficamos sem cobertura aqui. A semana foi recheada de péssimos exemplos, basta lembrar o que a comunidade de Fontoura Xavier, distante 100 quilômetros de Passo Fundo, passou com a ação de bandidos fortemente armados que assaltaram duas agências bancárias. Em Ibirapuitã, o prefeito que foi levado refém, achou o melhor jeito de acalmar os bandidos dizendo que ali não havia policiamento. E olha que nem chegamos no fundo do poço em matéria de INsegurança.

Mais do que policiais

Não é só uma questão de efetivo. A violência ou a INsegurança é uma questão de educação, de saúde pública, de Justiça e justiça social, de desigualdades e igualdades. É uma questão complexa que nos diz respeito quer queiramos ou não. Todos somos vítimas, de uma forma ou de outra.

Uma questão de cultura

Visitantes estrangeiros ficaram Impressionados com a limpeza do Parque de Exposições da Expodireto. Mas, chegar a este ponto, não foi fácil. No começo das edições da Feira, a Cotrijal contratava varredores para limpar os corredores do Parque utilizando uma tática que foi fundamental para criar a cultura da boa conduta. Cada varredor tinha um cabo com um prego na ponta e se presenciasse alguém jogando algo no chão, imediatamente juntava o lixo e batia gentilmente nas costas de quem jogou, alertando que ele havia deixado cair. Constrangido, o visitante desatento colocava o lixo no devido lugar: na lixeira. E assim se criou o hábito de colocar o lixo no lixo. O parque fica impecável do começo ao fim.

Vendas

Comercialização na Expodireto cresceu 34% - R$ 2,1 bilhões. Um fato chamou muito a atenção das montadoras: os agricultores vieram capitalizados e compraram à vista. Uma grande indústria presente na Expodireto vendeu 80% dos seus produtos com pagamento em cash.

Não será fácil

O governo de Michel Temer não terá moleza para aprovar a Reforma da Previdência. A senadora Ana Amélia Lemos, PP, deixou claro, por exemplo, que será contra a qualquer retirada de direitos dos trabalhadores rurais. Ana Amélia diz que a reforma é necessária, mas deve ser feita por um governo que tenha a institucionalidade do voto, o que não é o caso de Temer. “O governo está perdendo a guerra da comunicação. Ele não sabe se comunicar”, completa. 

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