OPINIÃO

Fatos 11/12/2012

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Convite

Foi a persistência, a amizade e por conhecer a atuação política de Édison Nunes que o prefeito eleito Luciano Azevedo o convidou para ocupar a mais nova pasta da administração pública: o Escritório de Projetos Especiais. “Ele não sossegou enquanto não concluiu o Hospital Veterinário”, lembra Luciano, destacando que também é amigo pessoal de Nunes e quer ao seu lado pessoas determinadas. A escolha não foi partidária, embora Nunes esteja vinculado ao PP.

 

Estratégico

O Escritório de Projetos Especiais será estratégico, porque a partir dele poderão ser executadas grandes obras para o município, já que uma de suas funções será a captação de recursos. Num primeiro momento a estrutura vai funcionar fora da prefeitura, mas estará vinculada ao Gabinete do Prefeito. Édison terá à sua disposição um grupo de técnicos qualificados para trabalhar. No prazo de um ano, será montada a estrutura legal e em quatro anos o escritório deve se transformar em Instituto, com a possibilidade de prestar serviços para outras prefeituras, como ocorre em Curitiba.

 

Desafio

Édison disse que ficou honrado com o convite e depois de pensar muito decidiu aceitar o

desafio. “Aceitei em nome da causa pública e porque gosto muito da nossa cidade”. Para ele, Passo Fundo precisa de muitas coisas em termos de infraestrutura urbana e para tanto serão necessários projetos mais arrojados e, por consequência, maior volume de recursos para viabilizá-los.

 

Despedida

Luciano faz hoje o discurso de despedida da Assembleia Legislativa. Fará um balanço dos dois mandatos e vai explicar porque a opção pela Prefeitura de Passo Fundo. “Além de ser um grande município, o cargo de prefeito possibilita fazer muito mais coisas pelas pessoas”, disse à colunista. Luciano também vai falar da frustração de não ter aprovado o projeto de sua autoria que pretendia extinguir a aposentadoria dos ex-governadores. Na semana passada, ele tentou votar a matéria, mas o projeto não andou.

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