OPINIÃO

Fatos 18/12/2012

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· 2 min de leitura

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Transição
Erra o secretário que se nega a passar informações aos futuros gestores. Primeiro, porque não segue a orientação do prefeito Airton Dipp, que tem feito todos os esforços para tornar o processo de transição o mais transparente possível. Pois a equipe do prefeito eleito Luciano Azevedo tem encontrado dificuldades para obter as informações necessárias sobre o contrato do BID, por exemplo, junto a secretaria do Planejamento que até antes das eleições era comandada pelo vice-prefeito Rene Cecconello, PT. A pergunta que não quer calar: Qual a razão de as informações não serem repassadas, se daqui a duas semanas elas estarão obrigatoriamente nas mãos dos novos gestores. Além disso, trata-se de informação pública que diz respeito a qualquer cidadão. 
 
Recontagem
O Tribunal Regional Eleitoral decidiu que alguns municípios gaúchos passarão por revisão do eleitorado, com recadastramento biométrico, entre março de 2013 e início de 2014. Os chefes de cartório receberam ontem as primeiras instruções sobre o tema. Até o final de fevereiro de 2013, serão definidas as datas de início e término da revisão das localidades, obedecendo, em média, a três meses de processo em cada uma delas. Entre os municípios da região estão Mato Castelhano, Ernestina, Coxilha, Gentil e Ipiranga do Sul.

Cassação
Ao acatar representação do Ministério Público Eleitoral, a Justiça Eleitoral de Palmeira das Missões determinou a cassação do registro das candidaturas de Sílvio Pedrotti de Oliveira e Valmir Antônio de Souza, Prefeito e Vice eleitos nas eleições de 2012 em São José das Missões. A eles, também foi imposta multa de mais de R$ 53 mil. Cabe recurso.

Lei
Ou as autoridades do município enfrentam o problema do sossego público com austeridade como já fizeram diversas cidades do país, ou a coisa vai degringolar de vez. É um descaso absurdo o que acontece em vários pontos da cidade: Roselândia, Cidade Nova, Independência, Aspirante Jenner, General Neto e próximo ao Ginásio do Teixeirinha. A população trabalhadora tendo que suportar a baderna de delinquentes que acham que diversão é som em altíssimo volume, consumo exagerado de bebidas alcóolicas e outros componentes nada legais.  

Burocracia
O pior de tudo é a falta de atendimento da Brigada Militar, a burocracia para conseguir medição de som da Patrulha Ambiental e a falta de fiscalização por parte do órgão responsável da prefeitura em relação aos alvarás. Tem estabelecimento funcionando com base em liberação que não confere com a real atividade.  Mais um pouco e vira terra de ninguém. Não combina em nada com o município que conquistou índices de desenvolvimento econômico acima da média.

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