OPINIÃO

Fatos 19.03.2019

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· 3 min de leitura

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Gastou mais

Levantamento feito pelo Jornal O estado de São Paulo mostra que a ex-presidente Dilma Rousseff apresentou uma fatura de mais de meio milhão de reais ao Palácio do Planalto. O dinheiro pagou viagens de assessores mantidos à sua disposição pelo governo. A petista gastou mais do que a soma de despesas dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva - que também têm direito ao benefício. As despesas com os servidores que acompanham Dilma consumiram, no ano passado, R$ 632,2 mil, sem contar os salários. Deste total, R$ 586,8 mil foram utilizados no pagamento de diárias e passagens. Houve desembolso de outros R$ 45,4 mil com manutenção, seguro e combustível para veículos utilizados pela ex-presidente. Boa parte desses deslocamentos ocorreu em Minas Gerais, durante a campanha de Dilma a uma cadeira no Senado, nas eleições do ano passado. A média de desembolsos não tem mudado mesmo em períodos sem eleição. Em 2017, por exemplo, ela gastou R$ 520 mil com servidores. Os dados constam da Lei de Acesso à Informação.

 

Estrutura

A União põe à disposição dos cinco ex-presidentes um total de 40 funcionários, oito para cada um, além de dez veículos oficiais. A estrutura, que tem um custo total de R$ 5,5 milhões, pode ser reduzida pelo Congresso - há projetos já protocolados com essa finalidade.

 

Proposta

O senador Lasier Martins (Podemos), tem projeto para criar um limitador temporal de 20 anos para concessão dos benefícios, que ainda seriam diminuídos para dois servidores de apoio pessoal, dois motoristas e apenas um veículo oficial. O texto ainda impede que ex-presidentes que praticaram ilícitos penais e crimes de responsabilidade tenham acesso aos serviços.

 

Outros ex-presidentes

O senador Fernando Collor (PROS-AL), que em 1992 sofreu impeachment como Dilma, apresentou uma despesa de R$ 306,9 mil. José Sarney gastou R$ 158,5 mil e Lula, R$ 119, 8 mil - valor computado até 7 de abril do ano passado, quando foi preso pela Polícia Federal depois de condenado no âmbito da Lava Jato. A partir daí, a equipe de assessores dele não registrou gastos. Fernando Henrique Cardoso, por sua vez, consumiu R$ 41,3 mil em 2018.

 

Fertilidade para o ódio

O WhatsApp transformou-se em terreno fértil para a propagação da maldade e ódio e compartilhamento sem fim e nem controle de notícias falsas de toda a ordem. Nem mesmo o Padre Fábio de Mello, acostumado a usar as redes sociais como ninguém, escapou da tal fake News. Um texto atribuído a ele sobre a chacina de Suzano foi compartilhado por grupos de mães. “O texto que está viralizado sobre o atentado em Suzano, cujo título é ‘O melhor texto que já li sobre o acontecimento de ontem’ não foi escrito por mim”, explicou o líder religioso.

 

Instituto Pietro

Lançado oficialmente ontem, no Hospital de Clínicas em Porto Alegre, o Instituto Pietro, que vai trabalhar diretamente na consolidação da prevenção e tratamento do câncer. O instituto leva o nome do filho do ex-deputado Beto Albuquerque, que morreu vítima de leucemia. Beto fez da dor pela perda do filho uma grande luta pela doação de medula. Na direção da entidade está o vereador Saul Spinelli, PSB, que, como todos sabem, é um grande batalhador das questões sociais da área da saúde. Saul, ao lado de Beto e do Dr. Pablo Santiago trabalharam juntos para viabilizar outro grande serviço que foi o Centro de Oncologia Infantil Juvenil do Hospital São Vicente.

 

Contingenciamento

A equipe econômica do governo se prepara para anunciar um bloqueio de recursos no orçamento que afetará diversas áreas. A cifra final a ser apresentada ainda está em avaliação, mas a tendência é que o contingenciamento fique acima de R$ 10 bilhões.

 

Lua de mel

Um dos grandes apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, o pastor e política Silas Malafaia usou a contra no Twitter pra descascar um dos filhos do presidente, Eduardo Bolsonaro. "O filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, ajudaria muito mais ao governo do seu pai parando de falar asneira", escreveu o pastor na noite de domingo, 17. "Poderia ter ficado de boca fechada na questão dos imigrantes ilegais brasileiros. Não conhece a realidade da questão. A maioria, quase que absoluta, vai para trabalhar." Eduardo disse que “essas pessoas são uma vergonha para o país”, referindo-se aos brasileiros ilegais nos EUA.

 

Sem pressa

Governo do Estado sem pressa para substituir cargos do 2º e 3º escalões. Em Passo Fundo segue sem alteração. No governo de José Sartori, as nomeações ocorreram em abril, mas as exonerações foram anteriores. Por enquanto, nada de exonerações por aqui. Como os deputados estaduais tem dito: “o diário oficial não tem conversado”. 

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