OPINIÃO

Fatos 20 e 21.01.2018

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· 2 min de leitura

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Dipp vai concorrer
O ex-prefeito de Passo Fundo Airton Dipp oficializou ao presidente do diretório municipal do PDT, Celmiro Mesquita, a disposição de concorrer a deputado estadual nas eleições deste ano. Antes de colocar o nome à disposição, conversou com o vereador Márcio Patussi, que até então era o pré-candidato inscrito no partido para a Assembleia Legislativa. “Nós sempre trabalhamos com a possibilidade de que mais nomes se dispusessem a concorrer e agora vamos chamar o diretório para decidir”, disse Mesquita à colunista. Ele convocou uma reunião extraordinária da executiva para segunda-feira e posteriormente vai reunir o diretório. Quando deixou a prefeitura de Passo Fundo, Dipp anunciou que não disputaria mais cargos eletivos e que pretendia se dedicar à iniciativa privada. Em 2014 assumiu a diretoria técnica executiva da Usina de Itaipu, onde permaneceu até março do ano passado. Aproveitou os últimos meses para consultar as bases e foi convencido a retornar ao cenário político. Ficou impressionado com o apoio recebido nas ruas.


Dobradinha
Não haverá disputa entre Dipp e Patussi, mas sim uma dobradinha: Dipp a estadual e Patussi a federal. E quem está avalizando as pré-candidaturas é o próprio presidente estadual do PDT, Pompeo de Mattos. “Patussi representa a renovação, mas não podemos desconsiderar a história de Airton Dipp no partido”, disse. A direção assumiu compromisso com o vereador para que ele tenha garantida a vaga como candidato a federal. “Patussi abriu mão da pré-candidatura como deputado estadual, por compreender a importância de Dipp e, portanto, temos que compreender este gesto”, assegurou Pompeo, para quem o PDT vive o seu melhor momento na história.


Aliança
O PDT, segundo Pompeo, foi o primeiro a lançar pré-candidato ao governo do Estado e a oficializar a pré-candidatura à Presidência da República. Agora trabalha em duas frentes: lançar um nome ao Senado, que poderá ser Romildo Bolzan ou Beto Albuquerque, PSB. Isso, se os socialistas aceitarem a proposta de uma aliança. “Eu já propus ao Beto para que ele seja o candidato a vice-presidente na chapa com Ciro Gomes. Mas, ele também poderá ser nosso candidato ao Senado, se a aliança se firmar”, revelou.

Construção

“Me coloco à disposição para construir e não para destruir” disse o ex-prefeito em rápida conversa com a colunista, no fim da tarde de sexta-feira. Comentou que pensou muito durante todo este tempo antes de tomar a decisão e acha que pode contribuir com o trabalho que as forças representativas da cidade já fazem, além de colaborar com o fortalecimento do partido. “É o partido que tem que dizer se isso é importante. Ele tem que ser protagonista e se sentir contemplado”, completou.

Decisão

Semana decisiva para o cenário político nacional, com o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF-4.

 

Guerra
Moradores do Bairro Zachia assistem assombrados a uma disputa de grupos pelo domínio do tráfico. Cenas da vida real do Rio de Janeiro estão mais próximas do que imaginamos.

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