OPINIÃO

Fatos - 26/03/2015

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· 1 min de leitura

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Justiça
A ação de interdito proibitório ingressada ontem na Vara da Fazenda Pública se justifica porque o Simpasso ultrapassa o limite do razoável ao incentivar a barulheira no Passo Municipal. Um carro de som tocando música acima dos decibéis permitidos não pode ser considerado como parte de uma manifestação que busca melhoria salarial. A razão da estratégica fica evidenciada na medida em que a situação torna-se insalubre para os servidores que estão do lado de dentro tentando trabalhar. Além disso, impedir a saída de veículos de trabalho como os ônibus da Codepas é radicalizar o movimento. Tadeu Karczeski que o diga, pois teve que abrir uma cerca para que os veículos tivessem passagem, ontem de manhã. A PGM trabalha em outras medidas judiciais, inclusive o pedido de ilegalidade da greve.

Inadequado
Além disso, o uso de frases e palavras impróprias ou inadequadas não combina com servidores e, muito menos, com professores. Formas mais civilizadas de manifestações não devem ferir a liberdade de terceiros. Isso não é democrático.

Mistérios...
"Há mais coisas entre o céu e a Terra do supõe nossa vã Filosofia," Shakespeare. Apesar de muitas das dúvidas da humanidade sobre a existência terem sido explicadas pela ciência, acabando com alguns dos mistérios entre ‘céu e terra’, a máxima de Shakespeare pode ser aplicada a vários aspectos da vida. Inclusive, e, especialmente, na política. Não se surpreendam com as alianças que virão nas eleições de 2016. Veremos que muitas coisas que hoje podem parecer lutas de classe farão sentido nos palanques eleitorais. Em política, toda a ação tem um propósito.

Barulho
Uma importante audiência realizada ontem no Ministério Público dá um alento aos moradores da Rua Independência. Foram criadas estratégias para tentar amenizar a zona da bagunça. A colunista já perdeu as contas de quantas vezes tratou do assunto. Infelizmente estamos diante de um problema cultural envolvendo jovens de todas as idades que se acham no direito de fazer festa ao ar livre desrespeitando a quem está no ambiente doméstico e familiar. E, infelizmente, essa é uma prática recorrente em várias cidades brasileiras. Algumas tomaram medidas duras para acabar com a zona da bagunça. Mas, é preciso coragem e vontade política.

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