OPINIÃO

Fatos 30.11.2017

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Alternativas
Os diretórios municipais precisam fazer mágica para fechar suas contas. Não recebem o Fundo Partidário e sem representantes eleitos, tem dificuldades de captar. O PDT de Passo Fundo estabeleceu uma nova estratégia para fazer frente a esta realidade. A partir de 2018, os 70 membros do diretório vão contribuir com valores fixos que variam de R$ 15,00 a R$ 25,00, conforme determina o estatuto. Quem não contribuir não terá direito a voto. O partido também optou por desocupar a sede na Avenida Brasil, onde estava instalado há 17 anos e, com ajuda de companheiros, fez uma vaquinha para acertar com a única funcionária que tinha. Provisoriamente, os arquivos do partido foram acolhidos na residência de uma militante. A próxima reunião do diretório será no dia 5, no plenário da Câmara. A decisão foi tomada, porque a contribuição dos dois vereadores não é suficiente para fazer frente às despesas e nem sempre é paga em dia. O jeito foi buscar alternativas. O PDT vai começar o ano organizado nas suas contas e com foco nas eleições, segundo o presidente Celmiro Mesquita.

BR 285
Foi positiva a reunião em Brasília com integrantes da Frente Parlamentar pela duplicação do trecho urbano da BR 285 (entre o trevo do Bairro São José até o entroncamento da ERS 324). A comitiva esteve formada pelo deputado Gilberto Capoani, o vice-prefeito João Pedro Nunes, o presidente do Conselho de Desenvolvimento Edison Nunes e os vereadores Patric Cavalcandi, DEM, e Luiz Miguel Scheis, PDT. O grupo encaminhou pedido para que o governo considere prioridade a duplicação, permitindo assim a inclusão do valor de R$ 1,8 milhão para a elaboração do projeto, já em 2018.  A comitiva esteve no DNIT, com o ministro Eliseu Padilha e no gabinete do deputado Alceu Moreira.

Gasto
O investimento de R$ 800 milhões no Censo Agropecuário pode ir para o lixo, caso os proprietários de áreas rurais insistirem em sonegar informações. O IBGE vem detectando sonegação de dados o que pode comprometer o resultado da pesquisa. Outro pronblema verificado tem origem na falta de segurançça no interior. Muitos produtores tem medo de receber os recenseadores.

Manitowoc
Mesa Diretora da Câmara estuda a possibilidade de realizar uma audiência pública sobre o caso da área da Manitowoc. A empresa norte-americana fabricante de guindastes, que deixou de operar no ano passado, acertou o repasse da área para a Comercial Zaffari. Mas, outras duas empresas manifestaram o mesmo interesse, criando um impasse para o Legislativo, que terá que referendar o acordo. A audiência pública serviria para ouvir também entidades empresariais da cidade.


 


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