Fim da mobilização dos professores

Categoria que protestou contra o não pagamento do piso nacional, por três dias, retorna às aulas nesta quinta-feira

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A greve nacional dos professores, que durou três dias, terminou na quarta-feira (19). Em passo Fundo, a adesão foi parcial. O 7º Núcleo do Cpers/Sindicato informou que 60% das escolas tiveram professores e funcionários em greve. Paralisações em escolas foram registradas apenas no primeiro dia. A adesão foi considerada pequena pelo sindicato. Um ato público realizado ontem, em Porto Alegre, marcou o último dia de greve no Estado.

O 7º Núcleo do Cpers/Sindicato avaliou positivamente a greve, mesmo com a baixa adesão. “No primeiro dia, quatro escolas pararam. Se não houve maior concentração é porque o governo ainda não ressarciu os três dias de greve dos educadores no ano passado. A paralisação é importante para que a sociedade saiba que a educação não vai bem”, declarou a diretora geral do 7º Núcleo do Cpers, Norma dos Santos Machado.

O Cpers enfatizou que faltam professores e, também, há uma carência de funcionários nas escolas. Um levantamento está sendo feito para apurar o déficit de profissionais. “No momento, podemos dizer que 50% das escolas registram falta de professores de matemática, física, história. Professores estão entrando em laudo e o governo custa a substituir. Temos uma grande carência de funcionários. Eles têm uma carga de trabalho grande e acabam adoecendo”, destacou Norma.

Na manhã de quarta-feira, o Cpers entregou a pauta de reivindicações da categoria para um representante do Governo. O conselho do sindicato deve se reunir na próxima semana para definir os próximos passos do movimento. "Reivindicamos o pagamento do piso, precisamos que o governo nomeie os professores que passaram no concurso e implementação de 10% do PIB na educação”, disse a diretora geral do 7º Núcleo do Cpers.

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