Futuro dos prédios depende de vistoria técnica

Maior incêndio de Passo Fundo completa hoje uma semana. Imóveis foram isolados com tapumes

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· 1 min de leitura
Tapumes foram instalados neste final de semana evitar acideentes, isolar e conservar os prédios atingidos no incêndio.

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A família Ughini vai contratar um engenheiro para avaliar a estrutura das edificações atingidas pelo maior incêndio de Passo Fundo, ocorrido há uma semana (15) no Centro. A vistoria deve ser realizada nos próximos dias para avaliar se a estrutura dos imóveis foi comprometida com o fogo. Os prédios são de propriedade dos irmãos Darci e Delvo Ughini e dos sobrinhos Silvana, Matheus e Renata Ughini. Segundo Silvana, o laudo vai dizer se a estrutura terá de ser demolida ou qual é o tipo de restauração adequado ao edifício. Uma fruteira, duas lojas, um supermercado e três apartamentos foram completamente destruídos.

Já a perícia realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) de Porto Alegre na última sexta-feira (18), tem como objetivo determinar as possíveis causas desse incêndio, o foco inicial, também, e demais elementos que podem ajudar na conclusão do laudo, para colaborar com outros elementos do inquérito, que foi instaurado na 1ª Delegacia de Polícia. O tempo para a conclusão do laudo, segundo o perito de Engenharia Legal, Osvaldo Basílio, varia entre 30 e 60 dias, dependendo da quantia de elementos encontrados para análise.

O coordenador da Defesa Civil municipal, José Fernando Sachetti, ressalta que a orientação é que os proprietários dos imóveis atingidos pelo incêndio garantam a segurança do local e contratem um profissional habilitado pelo CREA/RS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) para realizar a vistoria técnica. “Não há prazo para realizar este estudo, mas quanto mais cedo isso ocorrer menor será o prejuízo dos proprietários”, alerta. Sachetti também orientou a família a isolar os prédios para conservar e evitar que curiosos acessem o local. Neste final de semana, a família mandou instalou tapumes para garantir a segurança, isolar e conservar os prédios.

Vistoria
O engenheiro civil e de segurança, Luiz Henrique Zimermann, que acompanhou na última sexta-feira a perícia realizada pelo IGP, disse que somente uma vistoria técnica detalhada poderá definir o futuro dos imóveis. Dependendo do calor de combustão, a estrutura dos imóveis pode ter sido totalmente ou parcialmente comprometida. “Neste caso, como são prédios muito antigos, não há como analisar o projeto estrutural, logo a conclusão será baseada a análise visual e técnica”, explicou. As edificações têm 69 anos.

 

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