OPINIÃO

Longevidade do casamento

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A igreja Católica felizmente está tomando cautelas para não estigmatizar estruturas familiares remanescentes de casamentos dissolvidos, e que merecem reconsiderações. É a discussão que se trava o Vaticano com a visão mais compreensiva do Pontífice Francisco. A vida em comum é sempre recomendada e sua longevidade é uma graça especial. A verdadeira vida cidadã e religiosa não pode, no entanto, ser medida pelo tempo de duração. A própria vida é assim. Vive-se mais, ou menos, mas o importante é viver. Se as relações do casal esmaecem de tal forma esvaziar o sentido da união matrimonial, então é hora de quê? ... É hora de pensar nos filhos, se houver! Fim de casamento não é motivo para se jactar. Neste aspecto diz-se que ambos perdem. Mas é importante que não se acrescente fundamentalismos religiosos a uma relação de desfecho em crise. É preciso que os cônjuges pensem que resgatar as melhores condições de recomeço para ambas as partes. Assim, não é recomendável que a igreja se porte como complicador das relações humanas, eis que o casal feito e desfeito será sempre humano, com a graça de Deus.

Filhos
Filhos de um casal, separado ou não, serão sempre filhos. Eles são a única realidade dos milênios de história da humanidade. Parece que o pensamento em torno da realidade da infância e da responsabilidade dos pais separados começa a despertar interesse prioritário, mesmo em relação à longevidade do matrimônio, ou casamento. Antes de tudo, homens e mulheres têm a inadiável obrigação de se posicionar diante da evidência que é a atenção aos filhos. Se a igreja atuar mais neste sentido, deixando num segundo plano a ortodoxia da longevidade do casamento, teremos famílias (inclusive de pais separados) mais humanizadas ou espiritualizadas, sem o constrangimento inócuo do pecado ou do efeito excomunhão, que tanto aflige milhares de católicos em busca de mais compadecimento da estrutura clerical da igreja. É isso: se for melhor a separação, deve ser melhor também para os filhos a quem os pais pertencem, na verdadeira conversão do papel da família, religiosa ou não.

Farmacêutico
Dia 25 deste mês comemora-se o dia internacional do farmacêutico. Isso tem muito a ver com a índole do povo brasileiro que gosta de falar sobre remédios e trocar experiências com a vizinhança. E, já que Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Neste sentido á e fácil perceber que mudou a presença assistencial dos profissionais farmacêutico, que está mais presente nas farmácias, nos hospitais e laboratórios. Nem se cogita em questionar a importância deste profissional que vivencia uma profissão repleta de meandros ditados pelo interesse econômicos, que influencia o status e costumes do povo. Ser farmacêutico esclarecedor e ético não é fácil, diante da política mercantilista que atinge também o setor de remédios. A data não deve servir apenas para parabenizar os farmacêuticos, e pronto! É o momento de discutirmos a função e responsabilidade do setor de remédios, diante de tanta possibilidade de melhoria para a saúde das pessoas, e ao mesmo tempo de tanta temeridade de uma setor que precisa ser checado diuturnamente.

Retoques:
* Embora os efeitos prenunciando grandes surpresas no campo eleitoral, por conta de manifestações populares mais radicais no período da Copa, as mudanças podem ser frágeis.
* Vejam só! Tiririca e Maluf lideram as pesquisas eleitorais em São Paulo!
* Estava demorando para alguém voltar a chutar o balde na questão do Ginásio Teixeirinha. Todos viram. Na primeira temporada de chuva vertia água em todos os quadrantes da majestosa estrutura, logo após a inauguração. E nunca mais foi possível corrigir os erros da obra. Um barco furado!

 

 

 

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