OPINIÃO

Lula está de pé

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· 2 min de leitura

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Faz parte  da pluralidade de interesses, confessáveis ou não, e  também faz parte da pluralidade de opiniões, o que se pensa e o que setores da política pretendem impingir em relação à era Lula. As incursões oposicionistas, no  entanto, não derivam de segmentos que  tenham apresentado trajetória primorosa na vida  democrática do país. O cerne dos ataques orquestrados é o propósito de minar a própria história, na  ausência  total de um projeto e prática  de transformação semelhante ao que protagonizou o presidente Lula. O vazio quase absoluto de proposta por parte da oposição histórica pode levar opositores desacostumados com a  democracia a equívoco de maledicência. Essa ira impotente não é o partido de oposição, o tucanato  em si, mas a  costumeira forma  de  dilapidar a história consolidada  de um período. A soberba  de uma aristocracia, talvez  ferida na acepção do status de elite dirigente, acaba  de ser flagrada num cochilo imperdoável: a perplexidade com a versão que consolidou o período Lula. E agora, José? Agora que o cachimbo caiu, o que farão os faraós da manipulação de mídia? Quem esperava que Lula se  acabasse na mera  falta  de diploma perdeu o tempo e não carimbou nada, a não ser evidências de casos de corrupção ocorridos num governo que também  colaborou para punição dos infratores. Os mais  raivosos adversários constatam hoje que a população entende que sempre houve corrupção no poder. Mas não demonstraram que são melhores, por exemplo! Ao subestimarem Lula, esperando que se  esfacelaria sozinho por ser ignoto, os inimigos mais prepotentes deram com os burros n’água, e perderam tempo demais. Lula se consagrou e  consolidou uma era.

Rubem  Braga

O jornalista e escritor,  Rubem Braga, que foi o maior cronista da República, completaria 100 anos neste mês, mas  faleceu  em 1990. Nome celerado em vários  encontros literários, esteve  em Passo Fundo na Jornada de Literatura. Faço o registro por que fiquei impressionado ao vê-lo na casa do professor Acioly quando a  professora Tânia liderava as primeiras edições da Jornada. Cumprimentamos o autor, mas sem ousar uma conversa. O cara era  tão importante que bastava vê-lo.

A obsolescência

A palavra assusta como aconteceu conosco ao ouvi-la dias atrás. É fenômeno questionado pelo movimento preservacionista,  diante da produção em série de  tanta coisa descartável em nossos  dias. O que acontece com a pouca  duração dos bens fabricados é uma produção feita para consumir mais. Além da pouca durabilidade dos equipamentos o atual modelo criou o grande volume de lixo, principalmente  eletrônico, ainda não administrado pela humanidade. Os  efeitos da obsolescência assustam!

Maria Súria

Muitas pessoas da  comunidade foram despedir-se da professora Maria Súria Dipp, sepultada ontem,  uma  referência na história educacional  de Passo Fundo, juntamente com sua irmã Gessi,  também  já falecida. As  duas irmãs marcaram presença na  família de nossa terra pela dedicação rigorosa no magistério, e sempre com muita ternura. Nossa  solidariedade à família Dipp.

Retoques:

  • A campanha pelo respeito  ao pedestre tem apontado progresso na boa  convivência entre cidadãos. O problema, para algumas exceções ocorre na memória dos que só funcionam com multa!
  • O código Brasileiro de Trânsito completa 15 anos. Cada ano esta legislação passa a ser mais importante para o cotidiano.
  • Mais  de uma  centena de municípios ainda não se habilitou para formar  o quadro próprio  de agentes fiscais.
  • Tivemos a oportunidade  de falar brevemente com o vice-prefeito Juliano Roso. No caso parece mais apropriado sua função enfatizando o contato político, sem exercer função  de gestor na  secretaria, mercê suas qualidades e experiência parlamentar.
  • O prefeito Luciano vai  reativar plenamente o Ginásio Teixeirinha. A obra  de  grande vulto,  além de custar caro para os cofres públicos sempre foi vista como pau que nasceu torto. Logo depois da inauguração foi inundado pela água da chuva. Se não ocorrer mais infiltração a  reforma poderá dar certa. Oxalá! 
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