MPF pede exoneração de diretor da Sesai por peculato e improbidade administrativa

Segundo investigação, Evaldo Eikoff recebeu diárias sem realizar viagens

Por
· 1 min de leitura

Notamos que você gosta de ler nossas matérias.

Você já leu várias nas últimas horas, para continuar lendo gratuitamente, crie sua conta.

Ter uma Conta ON te da várias vantagens como:

  • Ler matérias sem limite;
  • Marcar matérias como lida;
  • Conteúdo inteligente.
Criar contaAcessar
Você prefere ouvir essa matéria?

O Ministério Público Federal (MPF) em Passo Fundo solicitou na sexta-feira (5) que o chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI Interior Sul) exonere do cargo o chefe da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) em Passo Fundo, Evaldo Eikoff, pelas práticas de crime de peculato e improbidade administrativa. O texto também pede que o órgão realize “ampla investigação” em cima do caso.

 

O documento assinado pela procuradora da República Cinthia Gabriela Borges é resultado de investigação criminal conduzida pelo MPF Passo Fundo para apurar irregularidades no recebimento de diárias por Eikoff.

 

De acordo com as investigações, Eikoff solicitou e recebeu diárias para viagens sem deslocar-se ao local informado. Os próprios formulários foram preenchidos com informações falsas, atestando com relatórios fraudulentos as supostas viagens. Segundo a investigação, “ficou demonstrado que fez de forma reiterada e com o intuito de incrementar indevidamente sua renda”.

 

Após o caso, O MPF também solicitou que DSEI Interior Sul passe a adotar outro sistema para controle de autorização de diárias, em especial para pedidos com acima de três diárias. A medida é para evitar a repetição do crime.

 

O DSEI Interior Sul terá o prazo de 20 dias para responder se acatará a decisão e para apresentar informações em relação às providências adotadas.

 

Procurado na sede do Sesai, a reportagem foi informada que Evaldo Eikoff estava viajando.

Gostou? Compartilhe