Município registra mais de mil vagas em março

No acumulado de 2019, o saldo é de 1,7 mil novos de postos de trabalho

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Passo Fundo mantém ritmo de crescimento no emprego. Em março, foram criadas mais de mil vagas de trabalho, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem (24), pela da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. Além de ter sido o melhor saldo para o mês em anos, o indicador soma-se com outros bons resultados já registrados em fevereiro e janeiro de 2019. Ao total, foram 3,3 mil admissões e 2,2 mil demissões no período. 

 

No acumulado do ano, o município já abriu mais de 1,7 mil vagas. Só o setor de serviços foi responsável 1,3 mil novas oportunidades de emprego neste ano. Em fevereiro, foram 643 novas vagas criadas em Passo Fundo. Os números de março concretizam uma sinalização já feita pelo coordenador da agência FGTAS/Sine de Passo Fundo, Sérgio Ferrari, a respeito da confiança do investidor.


Setores
Os serviços foram responsáveis por abrir 839 vagas em março. Logo atrás, a indústria da transformação criou 114 postos de trabalho. O comércio teve 61 novas contratações como saldo e o setor agropecuário 34 vagas.


Menos 43,1 mil postos de trabalho
Se em Passo Fundo há dados para se comemorar, no âmbito nacional o cenário é bem diferente. O mercado de trabalho formal apresentou, em todo o país, saldo negativo de 43.196 empregos com carteira assinada em março. Ao total, foram registradas 1.216.177 admissões e 1.304.373 demissões no período. No mês anterior, o saldo havia ficado positivo, com 173.139 admissões (1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões). Com isso, no acumulado do bimestre (fevereiro/março), o saldo está em 129.943.


A maior perda registrada em março foi no setor de comércio, que apresentou uma diminuição de 28.803 vagas, seguido de agropecuária (-9.545), construção civil (-7.781), indústria da transformação (-3.080) e serviços industriais de utilidade pública (-662). Três setores tiveram resultados positivos: serviços (4.572), administração pública (1.575) e extrativa mineral (528).
Os estados que apresentaram os piores resultados foram Alagoas (-9.636 vagas), São Paulo (-8.007), Rio de Janeiro (-6.986), Pernambuco (-6.286) e Ceará (-4.638). Os que anotaram saldo positivo foram Minas Gerais (5.163), Goiás (2.712), Bahia (2.569), Rio Grande do Sul (2.439), Mato Grosso do Sul (526), Amazonas (157), Roraima (76) e Amapá (48).


O salário médio das admissões registradas em março ficou em R$ 1.571,58, valor que, se comparado ao mesmo período do ano anterior, representa perda real de R$ 8,10 (-0,51%). Já o salário médio que era pago no momento da demissão apresenta queda maior, de R$ 29,28 na comparação com março de 2018 – valor que representa perda real de -1,69%.

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