OPINIÃO

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Independentemente do resultado da eleição presidencial de domingo (26), os conflitos fundiários vão continuar na ordem do dia. Nos últimos anos a região Norte do RS tem convivido com o drama vivido por agricultores, índios e quilombolas. Os primeiros organizaram associações e contam com o apoio dos Sindicatos Rurais e do Sutraf – Sindicato Unificado dos Trabalhadores na Agricultura Familiar. O segundo grupo com o apoio do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Funai, e os quilombolas com a Fundação Palmares e Organizações Não Governamentais. O assunto passou ao largo da campanha majoritária. Já na disputa a Assembleia Legislativa e Câmara Federal não faltaram candidatos na defesa deste ou aquele grupo em conflito. 

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Encerrou no sábado (26) o I Encontro Regional para Estudos Geográficos no campus Erechim da UFFS. Na abertura do evento, foi realizada uma mesa redonda com o tema “A geograficidade do social no contexto das lutas dos movimentos socioterritoriais do Alto Uruguai”. Participaram do debate o cacique do acampamento indígena de Mato Preto, Joel Pereira, e o representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Ricardo Montagner, com a mediação do professor da UFFS, Márcio Freitas Eduardo. Se os organizadores tivessem convidado também um representante dos agricultores que tem as terras apontadas como indígenas os resultados da atividade acadêmica teriam sido muito mais produtivos.

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A Folha de S. Paulo do dia 19 de outubro publicou na página A7 matéria assinada por Dhiego Maia. O jornalista aponta que o ritmo das homologações de terras indígenas no governo Dilma Rousseff (PT) é o mais baixo das últimas duas décadas.  Desde o início do mandato a presidente reconheceu dois milhões de hectares, que originaram 11 novas reservas. Questionados sobre o assunto, os membros do CIMI disseram que a política indigenista caminha para o retrocesso.  Nos oito anos de governo Fernando Henrique (PSDB) homologou 41 milhões de hectares, distribuídos em 141 territórios. Nos dois mandatos de Lula (PT) foram 18 milhões de hectares em 84 áreas. Atualmente 13% do território brasileiro são indígenas.

Curtas:
# O curso de Medicina que será oferecido a partir do segundo semestre de 2015 na cidade de Erechim vai oferecer 55 vagas.
# Na quarta-feira (22) foi assinado no Salão Nobre da Prefeitura  o termo para seleção de abertura do curso a ser instalado na cidade.
# O prefeito Pedro Paulo Prezzotto (DEM) esteve presente na solenidade, ao lado do colega e anfitrião Paulo Polis (PT).
# O edital será publicado nas próximas semanas no Diário Oficial da União e instituições de ensino superior poderão se habilitar.
# Pelo conceito de excelência e os preparativos de longa data para oferecer o curso de medicina a URI – Erechim será uma forte candidata.
# O requerimento da vereadora Lorena Maria Webber (PP), que sugeriu uma homenagem pelos 55 anos da Igreja Assembleia de Deus em Getúlio Vargas, foi aprovado por unanimidade.
# De igual modo uma proposta da vereadora que sugere ao Executivo a inclusão do nome Getúlio Vargas na Bandeira do Município.
# Ela quer que seja acrescentada uma flâmula abaixo do brasão, e dentro escrita o nome do município que neste ano completa 80 anos.
# A convicção e o grau de convencimento da colega levou o vereador Nilton Scariot (PT) a sugerir ainda a sigla RS.
# Empolgado, o vereador Eliton Andretta (PMDB) defendeu a proposta da colega vereadora.
# Com exceção da bandeira do Paraná nenhum outro Estado possui o nome estampado.
# As bandeiras dos municípios gaúchos na sua grande maioria ostentam as cores e apenas o Brasão.
# Apesar da aprovação entre seus pares dificilmente o prefeito Pedro Paulo Prezzotto (DEM) acatará a sugestão.
 
Dito & Feito:
A EXPO Sertão 2015 foi o tema da reunião realizada recentemente no gabinete do prefeito Marcelo D’Agostini (PP). Participaram do encontro Paulo Hannecker, do Sindicato Rural de Sertão, e Cláudio Mânica, gerente Regional da RGE. Na pauta, melhorias na infraestrutura e aumento da energia elétrica do Módulo Esportivo e o Centro de Eventos do Sindicato.

 

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